Daily Archives: 10/06/2022

Ateliê Editorial reedita a obra ‘Joyce Era Louco?’, do premiado tradutor e escritor Donaldo Schüler

Com a publicação da nova edição de Finnegans Wake, a Ateliê Editorial reedita a obra Joyce Era Louco?, do premiado tradutor e escritor Donaldo Schüler.

O livro está com 50% de desconto no site da Ateliê EditorialO desconto será aplicado diretamente no carrinho ao concluir a sua compra.

Erasmo de Rotterdam enaltece, em O Elogio da Loucura (Encomium Moriae), a loucura dos artistas, contra deformações da loucura espúria, filha do prazer e do amor livre. Esquirol, o primeiro dos psiquiatras, elenca, no início do século XIX, peculiaridades de maníacos: sensibilidade, ilusões, exaltação, rupturas, ideias soltas, fugazes. Para Diderot, sem um grão de loucura grandes inteligências não há. Atraído pelos artistas desvairados de seu tempo: Breton, Beckett, Fellini, Oshima…, Lacan acompanha atentamente a expressão artística de princípios do século XX.

Em contato, ainda jovem, com a inventiva prosa de James Joyce, o inquieto pensador consagrou um ano de seu aplaudido Seminário, realizado em Paris, ao estudo do romancista irlandês. Lacan atribui a estonteante inventividade de Joyce à mania e lembra que o termo deve ser entendido em sentido psiquiátrico. As investigações que intrigaram seus ouvintes nos levam a refletir sobre psicanálise e invenção literária.

O tradutor Donaldo Schüler é doutor em letras e professor livre-docente pela UFRGS. Traduziu Heráclito, Sófocles e Joyce. Como ficcionista publicou Império CabocloO Homem que Não Sabia JogarMartim Fera, entre outros. Pela Ateliê, traduziu Finnegans Wake, trabalho ganhador do Jabuti de 2004, Prêmio APCA de 2003, entre outros. Publicou também pela Ateliê Na Conquista do Brasil, Joyce Era Louco? e Literatura Grega: Irradiações.

‘Angola e Moçambique – Experiência Colonial e Territorial’, ganha segunda edição

De volta ao catálogo da Ateliê Editorial, a obra Angola e Moçambique – Experiência Colonial e Territorial, de Rita Chaves, está em promoção no site, de R$65,00, por R$32,50. O volume, em 2ª edição, ortografia revisada e acréscimo de novos capítulos, tem ilustração de capa por Henrique Xavier.

Este volume reúne textos sobre a literatura dos dois maiores países africanos de colonização portuguesa. Em ambos, o passado de lutas pela emancipação é transfigurado em arte por autores que buscam a construção, quase utópica, de uma identidade nacional. A autora, professora da USP, faz análises contundentes – por exemplo, sobre a obra do angolano Manuel Rui Pepetela. Neste livro, destaca-se também uma entrevista dada por José Craveirinha, poeta que lutou pela independência de Moçambique.

A autora, professora e pesquisadora, Rita Chaves, escreveu: “Conhecer a África é, sem dúvida, abrir os olhos a matrizes que nos compõem, que interferem em nosso modo de ser, em nossa forma de estar no mundo. Perceber as similitudes e as diferenças é um dos objetivos que anima o estudioso e esteve presente no desenvolvimento de algumas reflexões que têm lugar nesses artigos”.

Rita Chaves é professora de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo. Foi professora visitante na Yale University, entre 1996 e 1997, e na Universidade Eduardo Mondlane, entre os anos de 1998 e 2000. Entre outros títulos, publicou A Formação do Romance Angolano. É coorganizadora de Portanto… Pepetela (Ateliê Editorial).

‘Somente nos cinemas’, livro de contos de Jorge Ialanji Filholini, volta ao catálogo da Ateliê Editorial

Em seu segundo livro de contos – o primeiro Somos mais limpos pela manhã, publicado em 2016 pelo Selo Demônio Negro, finalista do Jabuti -, Jorge Ialanji Filholini buscou elaborar, segundo palavras do próprio, “uma carta de amor ao cinema que cresci assistindo”. As 14 narrativas trazem o tom da sétima arte e diferentes formas literárias são exploradas, em situações aparentemente banais que ganham toques de violência. Além da elaboração do universo ficcional, as lentes do autor passeiam por reflexões sobre o trabalho literário e cinematográfico. A obra faz parte da coleção LêProsa.

O livro está com 50% de desconto no site da Ateliê Editorial (Clique aqui). O desconto será aplicado diretamente no carrinho ao concluir a sua compra.

Para o escritor Valter Hugo Mãe: “Este livro é uma maravilha para quem gosta de ler. Ele é obrigatório para quem vê e pensa o cinema. Um cinéfilo brilhante, Jorge Filholini é um escritor brilhante também”. Em seu texto de prefácio, a premiada autora Cristina Judar escreveu: “Este livro traz as narrativas que nos cercam nestes nossos dias sem gosto definido, destituídos de um final previsível. Numa tela de dimensões variáveis, o autor deixa exposta a rotina que se acumula e as suas tragédias, sejam elas de caráter individual ou nacional”. Já para a atriz e roteiros, que assina o texto da orelha do livro, Fernanda D’Umbra: “Jorge escreve olhando na sua cara, apaga a luz da sala de projeção e o que aparece na tela é a sua alma, que é também a dele, dissolvida nas personagens. Então temos a ficção, que ainda é a melhor parte da realidade”.

Jorge Ialanji Filholini nasceu em São Paulo no ano de 1988, mas viveu mais de vinte anos em São Carlos, interior do Estado. Escritor, editor e produtor cultural. É fundador do site cultural Livre Opinião – Ideias em Debate. Em 2016, publicou o livro Somos mais Limpos pela Manhã (Selo Demônio Negro), finalista do Prêmio Jabuti.

Promoção de 50% no catálogo da Ateliê Editorial continua até domingo, 12 de junho

Depois de participar da 10ª Festa do Livro da USP-Leste, realizada entre os dias 7 e 9 de junho, a Ateliê Editorial decidiu prorrogar a promoção de 50% de desconto pelo site (O desconto será aplicado diretamente no carrinho ao concluir a sua compra). Clique aqui. Aproveite, pois os descontos serão válidos até domingo, dia 12 de junho.

FORMAS DE PAGAMENTO

Pelo site da Ateliê Editorial: à vista no boleto ou transferência. No cartão de crédito em até 4 vezes para compras acima de R$200,00 (O desconto será dado no carrinho, na finalização da compra. Não haverá cupom).