Especialista alerta sobre risco de plataformas fechadas para a leitura de e-books

O Globo – 02/06/2010 – Bruno Rosa

Em visita ao Brasil, Henry Jenkins, professor de Ciências Humanas e coordenador do Programa de Estudos de Mídia Comparada do prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), se curva ao celular iPhone e ao computador tablet iPad. Mas, ao mesmo tempo, faz um alerta: “A minha preocupação é que a nossa comunicação migre para uma plataforma fechada”. Tido como uma referência quando o assunto é a comunicação em diferentes mídias, ele, autor do livro Cultura da convergência, acredita que, como as empresa perderam o controle sobre seu conteúdo, elas não devem criar barreiras de acesso, limitando a informação. “Nosso lema básico é ‘se não pode espalhar, está morto’. As empresas já perderam o controle sobre a circulação de seu conteúdo. O público pode fazer o que quiser com o que é produzido e feito. As empresas podem processar, mas só vai fazer o público ficar mais unido e determinado. E o que as empresas têm de fazer, porém, é voltar para o jogo, envolver o público e facilitar o que eles querem. A essência é descobrir para onde o público está indo e, em seguida, gritar ‘siga me’. Não vejo como fazer isso com a plataforma fechada, embora eu entenda que se possa querer limitar a circulação de algum conteúdo premium”.

Álvaro Alves de Faria fala sobre livro da Ateliê


Editora Ateliê lança obra sobre Manuel Bandeira

Livro trata das relações entre o poema e a música, que sempre foi assunto do autor

O poeta e jornalista Álvaro Alves de Faria fala sobre lançamento de livros e eventos ligados à Literatura. (escutar Podcast)

“Mais um belo lançamento da Editora Ateliê, Manuel Bandeira e a Música – com três poemas visitados, de Pedro Marques. ”

(Publicado por Bruna Gavioli – 2009)

Retirado do site da Jovem Pan

Promoção Dia dos Namorados

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“No frigir dos ovos, tudo fica às claras” – Orações Insubordinadas, Carlos Castelo
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Contos, humor, ficção, romance, poesia… Uma lista bem-humorada e romântica de 9 livros, especialmente separados pela Ateliê, para todos os tipos de casais.
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Poesia tem lugar de destaque na Ateliê Editorial

Arte difícil de definir, em constante mutação ao longo da história e dotada de grande força expressiva, a poesia é uma das mais antigas e importantes expressões do fenômeno literário. Difundir a poesia brasileira e estrangeira é uma das missões da Ateliê Editorial. Dentre os lançamentos recentes de poesia estão Escrito sobre Jade, em que Haroldo de Campos recria a poesia clássica chinesa; Palavra e Rosto, de Fernando Paixão; Sementes Aladas, antologia poética de Percy Bysshe Shelley, com tradução de Alberto Marsicano e John Milton, e Interior Via Satélite, de Marcos Siscar.

Na apresentação de Palavra e Rosto, Fernando Paixão anota que o livro pode ser encarado como um “álbum de desenhos e pensamentos”, pois o volume agrupa situações, devaneios e reflexões surgidas a partir de estímulos do cotidiano. O tema da poética permeia o percurso, pontuado por gravuras – igualmente poéticas – de Evandro Carlos Jardim.

Sementes Aladas traz os poemas mais representativos de Percy Shelley, um dos maiores nomes do romantismo, em edição bilíngue. O romantismo de Shelley é visceralmente anticonformista: celebra a comunhão com a natureza e as ideias políticas libertárias. Dentre os poemas reunidos na antologia estão o soneto “Inglaterra 1819”, uma crítica impiedosa à monarquia; “Julian e Maddalo: Uma Conversação”, escrito em Veneza, inspirado por conversas que teve com Lord Byron e “Adonais: Uma Elegia sobre a Morte de John Keats”.

Em Interior Via Satélite, Marcos Siscar propõe uma viagem ao leitor, uma reflexão sobre a prática poética em meio ao movimento do cotidiano. Com uma escrita fraturada, cheia de cortes e pontuações heterodoxas, mas também densa e constante, atenta tanto ao detalhe quanto à visão de conjunto, Siscar faz “poesia para quem conhece o peso da palavra”, como diz um de seus versos.

(escrito por Alexandre Fernandez)

Artistas retratam o estilo de vida urbano com suas obras e intervenções

Por entre os inúmeros prédios, pedestres acelerados e trânsito carregado das grandes metrópoles, artistas urbanos exploram os espaços para intervirem na cidade. É o caso do fotógrafo Maurício Simonetti, que recentemente clicou alguns instantes urbanos expostos no Lugar Pantemporâneo, e de Alexandre Orion, que utiliza recursos para mesclar a fotografia com a pintura.

A exposição Fotografias Urbanas, de Maurício Simonetti, exibe fotos que retratam o ritmo veloz de pessoas anônimas da cidade. As pessoas não aparecem de forma nítida nas fotos, pois são ofuscadas pelas luzes, sombras, concreto e carros. Simonetti, que normalmente fotografa a natureza, “mistura-se, para melhor sentir e captar, ao concreto, aos automóveis e às multidões anônimas”, assim explica o poeta e editor Raimundo Gadelha.

Alexandre Orion vai além da fotografia. Em sua série Metabiótica, ele pintou muros e, depois de um tempo, fotografou um instante quando a imagem “interagiu” com uma pessoa que passou em frente ao mesmo muro. Já na série Ossário, Orion utilizou um recurso pelo qual limpa determinada parede, que está suja pela poluição produzida por carros, para formar desenhos de caveiras, como uma forma de crítica ao estilo de vida urbano.

Livros sobre fotografia

Sorteio no Twitter

Vote em um livro para o sorteio!

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Estamos preparando mais um sorteio e contamos com a sua ajuda. Abaixo estão listados 4 livros da Ateliê com temas diversos. Você pode conferir, clicar, perguntar ou comentar, ler sobre os autores no nosso site e ao final do post, votar no livro que gostaria que fosse sorteado.

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  • Início do sorteio: 24/05 (Segunda-feira)
  • Término do sorteio: 28/05 (Sexta-feira)
  • Critério: RT usando o link divulgado

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Dicionário Brasileiro de Insultos

Altair J. Aranha

Para aliviar aquele sentimento negativo em relação a uma pessoa ou situação, nada mais eficiente do que um bom xingamento. Mas como você reagiria se lhe chamassem de liburno ou mancípio? Para acabar com esse tipo de dilema, Altair J. Aranha explica mais de três mil termos potencialmente ofensivos, usados em todas as regiões do país. Com definições esclarecedoras e exemplos de aplicação, o Dicionário Brasileiro de Insultos oferece ao leitor um verdadeiro inventário da riqueza vocabular brasileira.

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Desculpe a Letra

Guto Lacaz

Desculpe a Letra é uma página à parte na vasta e sempre inovadora obra do multiartista, designer, cenógrafo e inventor Guto Lacaz. Dividida em catorze seções temáticas, esta coletânea traz os desenhos em preto e branco que, por muito tempo, ilustraram a coluna de Joyce Pascowitch no jornal Folha de S.Paulo. É uma ótima oportunidade de rever seus traços sagazes e bem-humorados, que marcam presença na história recente do jornalismo brasileiro.

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Escrito sobre Jade – Poesia Clássica Chinesa

Haroldo de Campos

Mais que traduzir: transcriar, reimaginar. Essa é a proposta de Haroldo de Campos ao verter poemas da literatura chinesa clássica. Esta bela edição traz, lado a lado, os textos originais e as versões em português. Para compensar as características formais dos ideogramas, o autor se vale da concisão e da espacialização gráfica. Organizado por Trajano Vieira, o volume traz também um ensaio de Haroldo originalmente publicado na Folha de S.Paulo, seguido de sete outros poemas traduzidos do chinês. [Leia mais]

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Semiótica da Arte e da Arquitetura

Décio Pignatari

Os efeitos culturais e tecnológicos da Revolução Industrial possibilitaram o surgimento do design e daquilo que se convencionou chamar de arquitetura moderna. Tais formas de expressão são também frutos da guerra e das transformações sociais da chamada “era dos extremos”. A partir de conceitos desenvolvidos por Charles Pierce, Pignatari analisa edifícios modernos e objetos para discutir de que modo eles estabelecem novas relações do homem com o espaço em que habita.

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