Eventos

Participe do lançamento da Revista Livro n.3 na Livraria João Alexandre Barbosa

Livro n. 3 – Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição/USP – celebra mais um volume. Mantém-se fiel à vertente de estudos sobre o livro e a leitura no Brasil e no mundo. Projeta seu nome no circuito internacional do periodismo científico destinado a apontar tendências, revelar autores, promover debates, tornando-se, nesse sentido, protagonista das mutações e dos desenvolvimentos observados nesse campo de pesquisa nos últimos anos.

Contamos com a presença de todos.

Marisa Midori Deaecto e Plinio Martins Filho
Editores

convite eletronico 2

Vídeo do livro Edição e Revolução: Leituras Comunistas no Brasil e na França

Marisa Midori Deaecto e Jean-Yves Mollier (orgs.)

Edição e Revolução: Leituras Comunistas no Brasil e na FrançaEdição e Revolução foi inspirado nos jovens leitores. Nesta nova geração que aprendeu rápido a lidar com diferentes mídias, sem, contudo, ignorar o poder deste objeto que nos seus mais de dois mil anos de existência foi alvo de censuras, fogueiras, rebeliões e revoluções. Bastando lembrar que ele mesmo, o livro, vivenciou suas próprias revoluções. A batalha do livro se situa, portanto, na luta pela renovação do próprio objeto e na manutenção de sua aura transformadora. Dupla missão que se delega às novas gerações, sem, contudo, olvidar o tempo que passou. Assim o amor aos livros, motor de tantas batalhas. Assista o vídeo:

Participe do lançamento em São Paulo, sábado, 26 de outubro

Leia o release do livro

Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil, de Nachman Falbel

Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil

Exposição Estrelas Errantes | Memória do Teatro Ídiche no Brasil

18 de julho a 15 de setembro de 2013
MIS – Museu da Imagem e do Som
Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo

Programação dos Eventos Paralelos
03/08 – 15h – Apresentação de textos em Ídiche
17h – Apresentação de Música Klezmer – grupo ADZI
04/08 – 16h – Leitura Dramática do DIBUK, direção Bruno Guida

Resultado de uma longa pesquisa sobre a cultura ídiche em nosso país, a mostra apresenta momentos históricos e pontuais através de materiais gráficos, além de uma programação paralela composta por filmes e folclore musical em ídiche, leitura de poesias, palestra, coral e peça teatral.

Trazida às Américas pelos imigrantes da Europa Oriental, essa cultura sedimentada durante séculos foi dizimada em seus países de origem pela ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, pelo regime stalinista. Assim como a literatura e a imprensa, o teatro ídiche teve seu momento áureo como parte da cultura do imigrante. No Brasil, a presença do teatro ídiche pode ser notada nos círculos de teatro amador no Rio de Janeiro e em São Paulo, por vezes também em outras capitais.

Conheça o livro Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil (Ateliê, 2013)

 

Origens da dramaturgia Ídiche

Ana Ferraz | Carta Capital | 17 de julho de 2013

Teatro Ídiche

Cerca de 500 anos antes de Cristo, festejos em celebração à salvação dos judeus persas exilados na Babilônia originaram uma das mais importantes festas do calendário judaico, Purim-Schpiel. As manifestações em torno da data se davam por meio de encenações e sátiras que remetem à rainha Esther. Este foi o embrião da arte de representar que toma a forma hoje conhecida a partir da figura do intelectual Abraham Goldfaden (1840-1908), pai do teatro ídiche moderno.

A trajetória dessa rica manifestação artística será mostrada a partir de quarta 17 no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, por meio de cerca de 200 itens, entre fotografias, cartazes, documentos, prospectos e livros pela primeira vez reunidos. “Boa parte do material é inédita”, ressalta o historiador Nachman Falbel, que ao lado de Anat Falbel, é responsável pela curadoria.

Estudioso da imigração judaica no Brasil, criador do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, desde 1976, Falbel dedica-se à pesquisa da cultura do imigrante da Europa Oriental. Na abertura da mostra o professor aposentado da USP lança o livro que dá nome à exposição. Entre os destaques, registros das atividades “do grande ator, diretor e pensador Zigmunt Turkow, que no Rio trabalhou com Ziembinski, Graça Melo e Santa Rosa, e do dramaturgo Mark Arenstein”.

A exposição joga luz sobre os poloneses Jacob Rotbaum e Jacob Kurlenter, “que fizeram um trabalho notável nos anos 1940.” Lasar Segall se evidencia por meio de cenários e figurinos criados para A Sorte Grande, de Sholem Aleichem, encenada em 1945 por Turkow.

 

Eromar Bomfim lança Coisas do Diabo Contra em Paraty

Cenas de crime e violência foram presenciadas no último sábado (6), durante a 11ª Feira Literária Internacional de Paraty. Não houve vítimas, apenas espectadores: era o lançamento do romance Coisas do Diabo Contra, de Eromar Bomfim, que teve trechos lidos pelos atores José de Abreu e Domingos Montagner. O evento lotou a Casa do Autor Roteirista, espaço que levou uma programação paralela de debates sobre literatura e audiovisual à Flip.

Nas palavras do autor, “o livro é a história de um assassinato e de um parricídio. Os personagens são revoltados por condição de fraqueza da humanidade, e conseguem resolver esta fraqueza por meio de gestos radicais e violentos”. A trama é contada por um ex-funcionário de Matias Tavares de Aragão, megaempresário cuja perda da mulher lhe causa uma epifania: só o crime justifica a existência. A partir de uma sombria proposta de negócios, ele envolve sua família em uma cadeia de episódios sangrentos. Sem entregar detalhes, o Bomfim completa: “Os personagens elaboram a ideia de que, pela posse do outro, há uma superação da morte”.

O livro tem projeto gráfico elaborado pela Casa Rex, do artista plástico Gustavo Piqueira.

Domingos Montagner (com José de Abreu ao fundo) lê trechos de Coisas do Diabo Contra

Domingos Montagner (com José de Abreu ao fundo) lê trechos de Coisas do Diabo Contra

Antes do lançamento, Eromar Bomfim participou da mesa “Sentidos do Crime: Formas Literárias de Tratar o Crime na Literatura e TV”, com Paulo Lins (Cidade de DeusSuburbia) e Luiz Eduardo Soares (Elite da Tropa), mediada pelo cientista político Carlos Novaes. Os autores falaram sobre suas linhas particulares de exploração do crime como objeto literário: Paulo Lins pelo viés social (“o crime como reação”), Luiz Eduardo Soares pela antropologia e Eromar pela investigação dos limites da crueldade — ou como acabou-se definindo no debate, “o crime como escolha”.

Eromar Bomfim (esq.) e Carlos Novaes durante o debate

Eromar Bomfim (esq.) e Carlos Novaes durante o debate

Após o debate e a leitura de dois trechos de Coisas do Diabo Contra — que deram ao público uma ideia das situações extremas a que Bomfim expõe seus personagens –, o autor iniciou a sessão de autógrafos. O livro também terá lançamento em São Paulo, que será anunciado em breve.

O editor Plinio Martins e Eromar Bomfim durante a sessão de autógrafos

O editor Plinio Martins e Eromar Bomfim durante a sessão de autógrafos

 

Participe do lançamento de A Arte da Automutilação na Vila Mariana (SP)

A Arte da AutomutilaçãoA Arte da Automutilação

Felipe Lion

A Arte da Automutilação é um livro que absorve pela abordagem distinta de cada poema, alguns com toques de realismo mágico, outros com o perfume romântico de sonetos do século XIX…

Felipe Lion é assim, a um só tempo, imprevisível e comprometido: um verdadeiro cidadão-cultural.

A bem-vinda inquietude do autor nos propõe uma obra arrebatadora – leitura indispensável para alimentar a alma.” Laura Wie Saiba mais

 

Convite para o lançamento

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Participe da mostra fotográfica de Flavio Meyer na Casa da Fazenda

Entrada livre
A natureza de Flavio Meyer

A Natureza de Flavio Meyer

Intérprete de universos poéticos, o fotógrafo Flavio Meyer traduz com sua sensibilidade a natureza, de maneira a exaltar seu espírito e colher emoções em cada imagem. Através do olhar do artista a natureza revela-se em momentos raros e lugares mágicos de onde extrai a essência da realidade para tecer em matizes vibrantes cenas lúdicas e florestas encantadas. As imagens dão voz a variadas espécies e nos inspiram a meditar sobre os delicados ciclos da vida, o frágil equilíbrio dos ecossistemas e sobre a natureza como expressão direta da força criadora do universo que deu sentido às nossas vidas.

Crítica

“A fotografia de Flavio Meyer contêm a realidade acrescida de poesia, é um modo de reter o Devir instantâneo de um fluxo, ela não congela, ela desdobra o visível.” Flavio Viegas Amoreira – jornalista, escritor e crítico de arte
“Flavio Meyer projeta numa dimensão épica uma cenografia emblemática que a luminosidade e o cromatismo dinamizam” Emanuel Von Lauenstein – presidente do Instituto do Patrimônio Histórico
“É graças a artistas de qualidade incontestável como Flavio Meyer que a nossa gestão será lembrada no futuro” Mario Flavio Leme de Paes e Alcântara – presidente da Fundação Pinacoteca Benedicto Calixto
Flavio Meyer

A Amazônia de Ermanno Stradelli: Rio, povos e lendas sob o olhar de um explorador italiano

Memorial da America Latina, São Paulo

11 de abril – 20  de maio de 2013
Inauguração: 10 de abril às 18h00, aberta ao público
A Amazônia de Ermanno Stradelli

Entre os numerosos viajantes italianos na América Latina, Ermanno Stradelli (Borgotaro, Piacenza, 1852 – Manaus, 1926) é o que mais amou, respeitou e estudou as civilizações indígenas. Dedicou-se com paixão e muito rigor ao estudo do nheengatu e de outros dialetos falados pelos indios, e tambem à coleta, resgate e divulgação da literatura oral amerindia.

O  Istituto Italiano di Cultura de São Paulo, em colaboração com a Sociedade Geográfica Italiana e a Fundação Memorial, realizou o projeto de uma exposição sobre este extraordinário viajante, que muito contribuiu com a etnografia da Amazônia e que pode ser considerado um verdadeiro mediador cultural entre as civilizações indígenas e o mundo dos “civilizados”.

A exposição  A Amazônia de Ermanno Stradelli. Rio, povos e lendas sob o olhar de um explorador italiano”, apresenta ao público uma ampla seleção de fotografias que o conde Stradelli realizou na Amazônia brasileira durante as suas viagens de exploração (1879-1900). A mostra inclui também documentos originais  – mapas geográficos, cartas, relatos de viagem manuscritos, monografias e revistas da Sociedade Geográfica Italiana – que ilustram a sua trajetória, oferecendo ao mesmo tempo uma ilustração do contexto histórico dos exploradores italianos no século XIX.

Em ocasião da inauguração da mostra (dia 10 de abril às 18h00) será apresentado pela primeira vez o filme Ermanno Stradelli. O filho da cobra grande”, do italiano Andrea Palladino, que narra e documenta as principais etapas da biografia de Ermanno Stradelli, intrinsecamente ligadas à região amazônica. A projeção acontecerá na Sala Video do Pavilhão às 20h00; o diretor Palladino estará presente e responderá as perguntas do público.

No dia seguinte (11 de abril) haverá, ainda, no Anexo dos Congressistas, uma jornada de estudos sobre a personalidade e a obra do explorador, que contará com a presença do Cônsul Geral da Itália, do Presidente da Società Geografica Italiana e de  pesquisadores brasileiros e italianos que, sob diferentes perspectivas, se interessaram ao personagem de Stradelli. O encontro, aberto a todos os interessados, acontecerá das 10h00 às 18h00,no Auditório do Anexo dos Congressistas.

Organizada por Istituto Italiano de Cultura de São Paulo

Em colaboração com Governo do Estado de São Paulo, Fundação Memorial, Centro Brasileiros de Estudos da America Latina, Sociedade Geográfica Italiana, Universidade Federal do Amazonas – Nucleo de Antropologia Visual, Instituto Geográfico Histórico do Amazonas, UERJ, Università di Tor Vergata.
Idealizada e curada por Livia Raponi, Vice Diretora do Istituto Italiano de Cultura de São Paulo.
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Maiores informações:
Istituto Italiano de Cultura de São Paulo
Av. Higienópolis, 436 – São Paulo
e-mail : iicsanpaolo@esteri.it; addetto2.iicsanpaolo@esteri.it; tel. (11) 3660 8888

Participe do lançamento de A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard Braga

Obra de Edgard Braga influenciou Walter Silveira, Tadeu Jungle e Arnaldo Antunes

No próximo dia 10 de abril, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, na Livraria da Vila da Lorena (alameda Lorena, 1731 – Jardins – São Paulo – SP), Beatriz H. Ramos Amaral lança o seu livro A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard Braga. Durante o evento, Augusto de Campos, Cid Campos, Alberto Marsicano e a autora farão leituras de poemas de Edgard Braga.

Leia o release do livro

Convite para o lançamento

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