Encare o desafio de traduzir James Joyce e concorra à obra completa e bilíngue de Finnegans Wake

Concurso de Tradução Bloomsday

Para participar, o candidato deve escolher 2 parágrafos (em sequência) do trecho do livro e traduzir para o português. O PDF do trecho pode ser baixado do Blog Ateliê. As traduções devem ser enviadas para daniel@atelie.com.br, até o dia 12 de junho.

Para se classificar à final, o candidato deve cumprir os requisitos mínimos do concurso, e estar entre os mais bem avaliados pelo júri. Serão escolhidos até 5 finalistas entre os inscritos. As traduções dos finalistas serão postadas na página da Ateliê no Facebook, no dia 16 de junho (bloosmday). Vence a tradução que tiver o maior número de curtidores até as 15h, do dia 20 de junho.

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Requisitos mínimos: Tradução autêntica e condizente com o original

Critério de avaliação do júri: Presença da voz de James Joyce no texto em português; Criatividade.

Critério de desempate: Melhor avaliação pelo júri

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Baixe: Trecho do original

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  8 comments for “Encare o desafio de traduzir James Joyce e concorra à obra completa e bilíngue de Finnegans Wake

  1. 26/05/2011 at 16:06

    Aonde está o arquivo do concurso a ser baixado???

    • Daniel De Luccas
      26/05/2011 at 16:27

      Oi, Cesar.

      O PDF está na última linha do post: “Baixe: Trecho do original”

      Se não conseguir acessar, mande-me um email.

      abs

      • 29/05/2011 at 17:14

        Quero encarar o desafio, só não consegui acessar o original do texto para tradução. como faço?

        • Daniel De Luccas
          30/05/2011 at 08:45

          Escreva para daniel@atelie.com.br que eu te mando o PDF. Obrigado!

  2. Marconi Alvim Moreira
    28/05/2011 at 10:47

    O original é nada menos que o início do Finnegans seguido d´a queda; o Prof. Donaldo Schuler fez uma minuciosa tradução, durante anos, publicando em seu sítio inclusive os maiores problemas enfrentados, como no caso do urb et orbi. Os irmãos Campos, notadamente Augusto, realizou nada menos que duas traduções d´a queda – em voz e acompanhamento musical no CD Poesia é Risco. O critério “ouvir a voz de Joyce” (em português?!) demanda uma leitura prévia de Alucinações Musicais e Os olhos da Mente, de Oliver Sacks. Na época do lançamento intermitente dos cinco volumes, a Ateliê anunciou que seriam quinze ao todo – a um preço extorsivo. E agora o prêmio de enfrentar Schuler e Campos é ganhar cinco volumes encalhados? E a tradução tem que ser “original”, ou seja, não se pode escolher trecho de um ou de outro porque simplesmente pode parecer a melhor versão – e se mudar, podemos perder “a voz de Joyce”. Piada de mau-gosto. Ainda bem que a Ateliê editou A máquina do mundo de Haroldo, estando ele vivo. Mas que ilustrações kitsch no miolo. Bom, é isto.

    • Tomas
      30/05/2011 at 13:09

      Caro Marconi Alvim Moreira,

      Agradecemos suas críticas, mas é importante observarmos que a proposta do concurso é estimular as pessoas a enfrentarem um desafio sem dúvida muito grande e, ao mesmo tempo, conhecerem a genialidade de James Joyce no original. Não exigimos de quem quiser participar do concurso conhecimento profundo sobre a obra, algo indiscutivelmente para poucos. Não é objetivo do concurso encontrar necessariamente uma tradução incontestável de Finnegans Wake, mas sim propor aos admiradores de Joyce que, ao tentarem traduzí-lo, percebam mais vivamente a riqueza de seu texto e a dificuldade de transcriá-lo para o português.

      Com relação à informação de que a Ateliê publicaria Finnegans Wake em 17 volumes, esta notícia saiu na revista Veja e, à época, enviamos uma carta desmentindo-a, mas nunca obtivemos resposta ou espaço para esclarecimentos. Considerando ainda que todos os volumes já foram reimpressos pelo menos uma vez, não há razão para considerar como “encalhados” os livros que constituem o prêmio do concurso.

      Por fim, procuramos sempre produzir as melhores edições possíveis em termos de acabamento e conteúdo; e acreditamos que o reconhecimento que obtivemos ao longo do tempo permite constatar que obtivemos mais acertos do que erros. Vale observar que Haroldo de Campos, estando vivo, acompanhou e aprovou todo o projeto de A Máquina do Mundo Repensada, jamais usaríamos ilustrações que não fossem aprovadas pelo próprio autor. Infelizmente, não é possível agradar a todos sempre, mas estamos sempre abertos a críticas construtivas e sugestões para melhorarmos.

      Atenciosamente,
      Tomás Martins
      Ateliê Editorial

  3. 08/06/2011 at 17:25

    Resolvi enfrentar o desafio… só não reparei que deveria escolher apenas 2 parágrafos do trecho anexo… posso mandar a tradução do trecho completo ou devo mesmo mandar apenas 2 parágrafos?

    • Daniel De Luccas
      09/06/2011 at 08:53

      Pode mandar a tradução toda

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