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No mês dos 700 anos da morte de Dante Alighieri (1265-1321), a Ateliê Editorial reedita a ‘Divina Comédia’, uma das obras-primas da literatura mundial. E reedita mantendo o texto e o projeto gráfico inovador da edição anterior (leitura descendente nos círculos do Inferno e leitura ascendente no Paraíso).


Tradução e Notas: João Trentino Ziller
Apresentação: João Adolfo Hansen
Notas à Comédia de Botticelli: Henrique Xavier
Ilustrações: Sandro Botticelli

Ateliê Editorial lança a obra Crise em Crise – Notas sobre Poesia e Crítica no Brasil Contemporâneo, Paulo Franchetti

O livro reúne um conjunto de textos dispersos que, apesar da sua diversidade – já que se passa do ensaio à resenha ou ao depoimento -, abordam, de forma consistente, a poesia brasileira das últimas décadas.

A Ateliê Editorial publica, pelo selo Crítica hoje, Crise em Crise – Notas sobre Poesia e Crítica no Brasil Contemporâneo, do professor e pesquisador Paulo Franchetti, A obra contém um texto inicial do professor da Universidade de Coimbra, Oswaldo Manuel Silvestre: “Na vasta obra do crítico e professor universitário Paulo Franchetti, a poesia ocupa um lugar que o leitor interessado facilmente reconhece como central”.

O livro reúne um conjunto de textos dispersos que, apesar da sua diversidade – já que se passa do ensaio à resenha ou ao depoimento -, abordam, de forma consistente, a poesia brasileira das últimas décadas.

Dividido em duas seções, na primeira são estudados, entre outros, dois poetas cujas obras podem ser vistas como polos de força da poesia brasileira na segunda metade do século XX: Haroldo de Campos e Ferreira Gullar. O principal foco analítico da seção é o de verificar de que modo a poesia posterior ao Concretismo lidou com a herança ineludível ou não, da Poesia Concreta. Entre as questões derivadas dessa visada, avulta a do lugar e da função da poesia no mundo contemporâneo, bem como seu correlato: o lugar previsto ou desejável para o público a que ela se destina.

Uma obra que configura analisar e debater, de forma aprofundada, as questões sobre a poesia e crítica poética do século XX e XXI.

O AUTOR

Paulo Franchetti foi professor titular no Departamento de Teoria Literária da Unicamp e presidente da editora da mesma universidade por muitos anos. Escreveu, entre outros, Estudos de Literatura Brasileira e Portuguesa. Seu livro de haicais, Oeste, representa uma das mais admiráveis experiências na recente poesia brasileira. Para a coleção Clássicos Ateliê organizou também O Primo Basílio, Dom Casmurro, Iracema, O Cortiço e A Cidade e as Serras.

História de um livro: A democracia na França, por Carlos Guilherme Mota

“É muito raro, na historiografia brasileira, defrontarmo-nos com autores que se disponham a se aventurar em águas internacionais profundas, talvez porque em certas culturas os critérios de excelência sejam altíssimos. E, descontadas as exceções, levados a sério.

Anteriormente, a historiadora Marisa Midori Deaecto já nos brindara com livros que se tornaram clássicos, em especial O império dos livros. Instituições e práticas de leitura na São Paulo oitocentista (São Paulo: EDUSP, 2019), tendo com ele recebido o Prêmio Jabuti (2012) e o Prêmio Sérgio Buarque de Holanda, da Fundação Biblioteca Nacional (2011). Marisa comparece agora com estudo altamente desafiador, erudito, importante. Trata-se de História de um livro: A democracia na França, de François Guizot (1848-1849), obra/ensaio de autoria desse célebre político francês liberal, historiador e publicista que atuou na vida política francesa e europeia na primeira metade do século XIX. Militante orleanista, historiador, tornou-se referência no campo do direito constitucional, consoante os princípios vitoriosos na Revolução de Julho (1830)”.

LEIA NA ÍNTEGRA AQUI

Carlos Guilherme Motahistoriador, é Professor Emérito da FFLCH-USP e professor titular de História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Autor, entre outros livros de Ideia de Revolução no Brasil (1789-1801) (Cortez Editora).

Dia do Repórter Fotográfico, Ateliê Editorial homenageia Boris Kossoy

Hoje é o Dia do Repórter Fotográfico Para comemorar a data, a Ateliê Editorial presta homenagem a um dos mais importantes nomes da área, Boris Kossoy.

Boris Kossoy, professor titular da USP, é um dos mais importantes pesquisadores e ensaístas brasileiros dedicados à fotografia. Ele prioriza em suas reflexões os modos como se constroem ficções e realidades por meio do documento visual. Não por acaso, suas análises passam necessariamente pelas questões da história, da memória e do jornalismo. Além da trilogia formada pelos livros: Fotografia & HistóriaTempos da Fotografia e Realidades e Ficções na Trama Fotográfica, Kossoy publicou pela Ateliê A Imprensa Confiscada pelo Deops – 1924-1954, organizado em parceria com Maria Luiza Tucci Carneiro, e agora lança o seu mais novo título O Encanto de Narciso.

Boris Kossoy

A editora publicou as obras “Realidades e Ficções na Trama Fotográfica”, “Tempos da Fotografia, Os – O Efêmero e o Perpétuo” e “Fotografia & História”.

Realidades e Ficções na Trama Fotográfica 

Primeira obra da trilogia de Kossoy, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica apresenta um conjunto de textos que representam as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas pelo pesquisador. Traz reflexões sobre os mecanismos mentais que regem a representação (produção) e a interpretação (recepção) da fotografia. De maneira didática, o autor explica o processo de construção de realidades – e, portanto, ficções – que a imagem possibilita.

Tempos da Fotografia, Os – O Efêmero e o Perpétuo

Em Os Tempos da Fotografia, o autor dá sequência às questões abordadas nos outros dois volumes de sua trilogia. A obra reúne textos sobre história, imprensa e memória, em que a fotografia é tanto fonte de pesquisa quanto objeto de estudo. O efêmero e o perpétuo fundamentam suas reflexões sobre a imagem. Nessa perspectiva, a fotografia ocupa o centro do debate sobre as ambíguas relações entre representação e fato, entre o aparente e o oculto.

 

Fotografia & História

A fotografia é um resíduo do passado, fonte histórica aberta a interpretações. Esse é o mote da análise interdisciplinar que Kossoy faz do processo de representação nos documentos visuais. Fotografia & História traz princípios de investigação e uma metodologia de análise crítica das fontes fotográficas, a partir de uma abordagem sociocultural. A obra, em edição revista e ampliada, é pioneira no país. Tornou-se referência importante para historiadores, cientistas sociais e estudiosos da comunicação.

Por dentro de História de um Livro – A Democracia da França, de François Guizot (1848 – 1849), escrito por Marisa Midori Deaecto

A Ateliê Editorial publica a obra História de um Livro – A Democracia da França, de François Guizot (1948-1849), escrito pela premiada pesquisadora e professora Marisa Midori Deaecto.

Para ficar por dentro dessa nova publicação da editora, fizemos um pequeno resumo sobre o livro.

A Autora

Marisa Midori Deaecto – Professora Livre-Docente em História do Livro no Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP). Formou-se em História e doutorou-se em História Econômica na Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP), onde orienta pesquisas pelo Programa de Pós-Graduação (PPGHE-USP). Lecionou como professora convidada em diversas instituições estrangeiras, dentre as quais, a  École nationale des Chartes, a École normale supérieur e a École Pratique des Hautes Études, em Paris. Recebeu, em 2017, o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Eszterházy Károly, Eger (Hungria), por suas contribuições à difusão da história dos livros e das bibliotecas em uma perspectiva transnacional. Império dos Livros – Instituições e Práticas de Leituras na São Paulo Oitocentista (Edusp/Fapesp, 2011), reeditado em 2019, recebeu o prêmio Jabuti da CBL (1o lugar em Comunicação) e o Prêmio Sérgio Buarque de Holanda, outorgado pela Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro na categoria melhor ensaio social.

Marisa Midori Deaecto

Projeto Gráfico e Capa

A capa teve a concepção da própria autora, Marisa Midori Deaecto e contou com o projeto gráfico de Negrito Produção Editorial, contribuindo com a arte.

Capa aberta de “História de um Livro”

Prefácio de Carlos Guilherme Mota

O texto do prefácio de “História de um Livro” foi assinada por Carlos Guilherme Mota, historiador, Professor Emérito da FFLCH-SP e Professor Titular de História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Leia abaixo um trecho:

“O leitor dessa tese universitária, apresentada para obtenção do título de Livre-Docente na USP, ao terminar o percurso analítico da autora, desde as razões da escolha do livro a ser examinado, passando pelo exame técnico minucioso de sua fatura, e o estudo detalhado que envolveu a vida, as ideias e a produção do autor-personagem, o ideólogo Guizot, seus editores, distribuidores, comerciantes, os críticos e finalmente os leitores, terá a dimensão correta, completa e complexa do que significa o objeto-livro, em especial um livro desse pequeno porte, escrito ao sabor das marés, correntes e contracorrentes do pensamento da época. Ou seja, um objeto sem dúvida diferenciado, entendido pela autora como síntese de múltiplas determinações”.

Posfácio de Lincoln Secco

O texto de posfácio ficou por conta de Lincoln Secco, professor livre-docente de História Contemporânea na Universidade de São Paulo (USP). Leia um trecho abaixo:

“Este que está em suas mãos, caro leitor, cara leitora, é uma obra do nosso tempo. Permite reencontrar a defesa da Civilização sem barbárie; da Democracia sem adjetivos; da cultura do livro sem os adoradores de um único, ou de nenhum. Aqui temos a reunião de muitas obras que Marisa escreveu, leu ou simplesmente folheou nas muitas bibliotecas onde pesquisou. Só assim ela pode nos brindar com uma obra rigorosa e erudita que consolida seu lugar na História do Livro”

Bibliografia Ilustrada

Nas páginas das obras, são apresentadas diversas imagens das edições de e De la Démocratie em France, de François Guizot, tornando-se um exemplar fundamental para pesquisa aprofundada desse período histórico.

Quem foi François Guizot?

François Pierre Guillaume Guizot (1787-1874) foi um político e historiógrafo francês, liberal-conservador . Ocupou o cargo de primeiro-ministro da França, entre 19 de setembro de 1847 a 23 de fevereiro de 1848. Guizot, ministro da Instrução Pública, determinou, em 1834, na Faculdade de Direito de Paris, a instalação da primeira cátedra de Direito Constitucional. Na obra, a autora escreve:

“O então Ministro logrou fazer de sua gestão o prolongamento de um programa intelectual e político formulado há pelo menos uma década, nos tempos das conferências de História, na Sorbonne. Ao presidir comitês destinados a formular projetos para diferentes campos da instrução e da cultura, François Guizot manteve, sob os braços da monarquia, uma fração significativa daquela intelligentsia formada na tribuna e nos salões por onde circulara na juventude: Villemain, Daunou, Mignet, Cousin, Hugo, Vitet (1802-1873), Thierry e, mais tarde, Sainte-Beuve (1804-1869)29. Sem dúvida, um mesmo sistema de referências compartilhado nos principais catálogos editoriais da época, o que nos permite compreender melhor essa simbiose entre o homem público e o intelectual, noutros termos, os caminhos de consagração da figura do autor, tal como ela se define nos campos político e editorial” (p 89-90).

Lançamento virtual acontece neste mês

Marque na agenda, o lançamento de “História de um Livro” será no dia 15 de setembro, quarta-feira, às 20h, em uma live no canal do Youtube da Ateliê Editorial. Além da presença da autora, o bate-papo virtual contará com a participação de Plinio Martins Filho, Carlos Guilherme Mota e Eugênio Bucci.