Jaa Torrano e Beatriz de Paoli participam de sessão de autógrafos das obras de Sófocles

Jaa Torrano e Beatriz de Paoli em sessão de autógrafos na Livraria Mandarina

Ateliê Editorial, Editora Mnēma e Livraria Mandarina realizaram, no último domingo, 22 de maio, o lançamento presencial dos livros Ájax e As Traquínias, de Sófocles, na Livraria Mandarina.

Participaram da sessão de autógrafos Jaa Torrano e Beatriz de Paoli.

Ateliê Editorial e a Editora Mnēma dão início ao projeto de publicação primorosa das tragédias completas de Sófocles, em sete volumes. A Coleção Clássicos Comentados, da Ateliê Editorial, associada com a editora Mnēma, oferece ao leitor, em edição bilíngue, a inspirada tradução de Jaa Torrano, acompanhada de primorosos estudos de Beatriz de Paoli, bem como de um útil e oportuno Glossário Mitológico de Antropônimos, Teônimos e Topônimos. Saiba mais sobre as obras no site (clique aqui).

Sófocles (Atenas, 496 a.C. – Atenas, 406 a.C.) é considerado um dos grandes representantes do teatro grego antigo e presenciou o período de maior desenvolvimento cultural de Atenas. Viveu sempre nesta cidade-estado e lá morreu, nonagenário, por volta de 406/405 a.C. É o segundo dos três poetas trágicos canônicos, pois suas obras são posteriores às de Ésquilo e anteriores às de Eurípedes. Foi ainda em vida o mais bem-sucedido autor de tragédias do século V a.C. e os testemunhos antigos atribuem ao autor cerca de 120 tragédias e dramas satíricos, dos quais somente sete tragédias chegaram até nós na íntegra.

Confira as fotos do lançamento:

A obra ‘O Tempo Vivo da Memória – Ensaios de Psicologia Social’, de Ecléa Bosi, volta ao catálogo da Ateliê Editorial

De volta ao catálogo da Ateliê Editorial, em sua quarta edição, a obra O Tempo Vivo da MemóriaEnsaios de Psicologia Social, de Ecléa Bosi. O livro já está à venda no site da editora (clique aqui).

Depois de Memória e Sociedade, Ecléa Bosi revisita grandes teóricos das Ciências Humanas para com eles dialogar sobre a memória. São temas apaixonantes que percorremos por um caminho inovador: preconceito, conformismo, rebeldia. A substância social da memória, à luz de Bergson e de Benjamin, traz sugestões ainda inexploradas para o jovem pesquisador. A intolerância é descrita em imagem impressionantes do Campo de Terezin. Os conceitos de Trabalho em Gandhi e Desenraizmento em Simone Weil são transpostos para o cotidiano das metrópoles de hoje. Estudiosos de Ciências Humanas encontrarão neste livro uma fonte original na qual os clássicos ganham surpreendente atualidade.

Ecléa Bosi nasceu em São Paulo, filha de d. Ema – dos Strambi da rua da Consolação – e de Antonio Correa Frederico, família com raízes em Santo Amaro e Pinheiros. Era casada com Alfredo Bosi e teve dois filhos, Viviana e José Alfredo. Faleceu em 9 de julho de 2017. Foi professora de psicologia social na Universidade de São Paulo, coordenadora da Universidade da Terceira Idade na mesma instituição e militante de ecologia. Autora de Cultura de Massa e Cultura Popular – Leituras de OperáriasRosalía de Castro: Poesias (tradução); Simone Weil – A Condição Operária e Outros Estudos sobre a Opressão, Memória e Sociedade – Lembranças de Velhos, A Casa & Outros Poemas (edição póstuma), Tempo Vivo da Memória Velhos Amigos, publicados pela Ateliê Editorial.

Ateliê Editorial reedita a obra ‘Joyce Era Louco?’, do premiado tradutor e escritor Donaldo Schüler

Com a publicação da nova edição de Finnegans Wake, a Ateliê Editorial reedita a obra Joyce Era Louco?, do premiado tradutor e escritor Donaldo Schüler. Em breve à venda no site.

Erasmo de Rotterdam enaltece, em O Elogio da Loucura (Encomium Moriae), a loucura dos artistas, contra deformações da loucura espúria, filha do prazer e do amor livre. Esquirol, o primeiro dos psiquiatras, elenca, no início do século XIX, peculiaridades de maníacos: sensibilidade, ilusões, exaltação, rupturas, ideias soltas, fugazes. Para Diderot, sem um grão de loucura grandes inteligências não há. Atraído pelos artistas desvairados de seu tempo: Breton, Beckett, Fellini, Oshima…, Lacan acompanha atentamente a expressão artística de princípios do século XX.

Em contato, ainda jovem, com a inventiva prosa de James Joyce, o inquieto pensador consagrou um ano de seu aplaudido Seminário, realizado em Paris, ao estudo do romancista irlandês. Lacan atribui a estonteante inventividade de Joyce à mania e lembra que o termo deve ser entendido em sentido psiquiátrico. As investigações que intrigaram seus ouvintes nos levam a refletir sobre psicanálise e invenção literária.

Donaldo Schüler

Donaldo Schüler é doutor em letras e professor livre-docente pela UFRGS. Traduziu Heráclito, Sófocles e Joyce. Como ficcionista publicou Império CabocloO Homem que Não Sabia JogarMartim Fera, entre outros. Pela Ateliê, traduziu Finnegans Wake, trabalho ganhador do Jabuti de 2004, Prêmio APCA de 2003, entre outros. Publicou pela Ateliê Na Conquista do Brasil, Joyce Era Louco? e Literatura Grega: Irradiações.

Ateliê Editorial reedita ‘Finnegans wake’, de James Joyce, na premiada tradução de Donaldo Schüler (PRÉ-VENDA VAI ATÉ 20 DE MAIO)

ÚLTIMOS DIAS DA PROMOÇÃO – Ateliê Editorial publica a famosa edição de seu catálogo – agora em volume único e não bilíngue – de Finnegans Wake, último romance de James Joyce, lançado em 1939. A obra virá com a premiada tradução e notas explicativas do professor Donaldo Schüler e prefácio de Henrique P. XavierO livro está em pré-venda, com desconto, no site da Ateliê Editorial até o dia 20 de maio (clique aqui)

Donaldo Schüler é doutor em letras e professor livre-docente pela UFRGS. Traduziu Heráclito, Sófocles e Joyce. Como ficcionista publicou Império CabocloO Homem que Não Sabia JogarMartim Fera, entre outros. Pela Ateliê, traduziu Finnegans Wake, trabalho ganhador do Jabuti de 2004, Prêmio APCA de 2003, entre outros. Publicou também pela Ateliê Na Conquista do Brasil, Joyce Era Louco? e Literatura Grega: Irradiações.

Leia um trecho do texto introdutório por Donaldo Schüler

Por flores e por floras, por faunas, por vidas e por vias, flui Finnegans Wake, o romance e o rio, o romance-rio. E fluem recordações, estilhaçadas, entrelaçadas. Como os átomos epicúreos, os fragmentos joycianos caem em efêmera e progressivas combinações…

O romance alude, incorpora, modifica e parodia número imenso de obras, núcleos, seminais de nova floração. Não há página sem evocações literárias – as bíblicas superam todas – como se Joyce quisesse abarcar tudo o que se escreveu, fazendo todos os textos um livro só…

Quem vem do Ulisses ao Finnegans Wake passa da narrativa em vigília à narrativa ao despertar, relato de um sonho que envolve o universo. O romance não registra a experiência onírica de uma das personagens. Finnegans Wake desdobra o mapa de uma mente ampla como o universo. O sonhador não sonha para alguém sobre algo num código conhecido. Acontecido fora da interlocução, o sonho quebra as cadeias da subordinação. Joyce proclama na formação de palavras, de frases, de cenas processos que avizinham do método imperativo de Freud…

O sonho navega por águas que a vigilância comprometida com o socialmente aceito deliberadamente ignora. Desejos culposos emergem envolvidos em papel vistoso, fitas e cartão de felicitações. A beleza sonora, rítmica e verbal de Finnegans Wake esconde violência, sentimentos proibidos, indecências. Parte da obscuridade dirigida a leitores atilados tem esta origem. Para se fazer entendido, o texto oferece muitas versões do mesmo código cifrado. Os nomes e caracteres emergem lentamente, às apalpadelas, aos pedaços.

Ateliê e Mnēma realizam o lançamento presencial de ‘Àjax’ e ‘As Traquínias’, de Sófocles, na Livraria Mandarina

Ateliê Editorial, Editora Mnēma e Livraria Mandarina realizam o lançamento presencial dos livros Ájax e As Traquínias, de Sófocles, no domingo, 22 de maio, às 15h. Participam da sessão de autógrafos Jaa Torrano, Beatriz de Paoli, André Malta, Marcelo Tápia, José de Paula Ramos Jr., Plinio Martins Filho e Marcelo Azevedo. A Livraria Mandarina fica localizada na Ferreira de Araújo, 373 – Pinheiros, São Paulo – SP.

Ateliê Editorial e a Editora Mnēma dão início ao projeto de publicação primorosa das tragédias completas de Sófocles, em sete volumes. A Coleção Clássicos Comentados, da Ateliê Editorial, associada com a editora Mnēma, oferece ao leitor, em edição bilíngue, a inspirada tradução de Jaa Torrano, acompanhada de primorosos estudos de Beatriz de Paoli, bem como de um útil e oportuno Glossário Mitológico de Antropônimos, Teônimos e Topônimos. Saiba mais sobre as obras no site (clique aqui).

Aclamada edição de ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha, volta ao catálogo da Ateliê Editorial

Atendendo a pedidos, de volta ao catálogo, a obra “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. A mais completa e requisitada edição da Ateliê Editorial. PRÉ-VENDA EM BREVE.

Esta sexta edição comentada de Os Sertões foi revista e, até hoje, é a mais completa do clássico de Euclides da Cunha. Além do texto rigorosamente restaurado conforme as fontes mais autorizadas, possui cerca de três mil notas, auxiliando o esclarecimento do difícil vocabulário euclidiano. Originalmente publicada em 2001, é a primeira edição com minucioso e inédito índice onomástico de lugares e pessoas; acurada cronologia da vida e obra do autor; vinte e quatro páginas de iconografia, com informações desconhecidas sobre o assunto; e prefácio elucidativo do organizador, que aborda o problema das diferentes linguagens de Os Sertões e de suas qualidades artísticas.

Euclidianista reconhecido internacionalmente, Leopoldo M. Bernucci ocupa a cátedra Russel F. and Jean H. Fiddyment de Estudos Latino-americanos na University of California Davis, EUA, onde leciona literaturas brasileira e hispano-americana. No Brasil, é conhecido por A Imitação dos Sentidos (Edusp, 1995), Discurso, Ciência e Controvérsia em Euclides da Cunha (Edusp, 2008) – ambos dedicados aos estudos sobre Os Sertões – e, mais recentemente, Paraíso Suspeito: A Voragem Amazônica (Edusp, 2017), onde Bernucci resgata as relações intertextuais entre Euclides da Cunha, Alberto Rangel e o famoso escritor colombiano José Eustasio Rivera.