Eventos

Lançamento do livro Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão

Ateliê Editorial | Assessoria de Imprensa

15'5x22'5 - 15mm lombada

 

No último dia 31 de maio, a professora e escritora Jerusa Pires Ferreira lançou seu novo livro Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão. Nesta obra a autora cruza observações teóricas acerca de oralidade, escrita, memória impressa e do conto popular ancestral, que se recria, atualiza e reinventa no nordeste brasileiro, em textos e imagens. A autora ainda apresenta experiências vivas, e propõe a partir daí um modo de lidar com esses materiais mitopoéticos, em várias de suas possibilidades.

 

 

 

Acesse o livro na loja virtual da Ateliê

Leia o release

Confira abaixo algumas fotos do lançamento

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Casa da Escrita: encontro com Beatriz Helena Ramos Amaral (Coimbra)

Beatriz HelenaCaros amigos do “Clube dos Amigos da Casa da Escrita”, na próxima segunda-feira, 14 de Abril às 18h00, decorrerá um encontro com a escritora brasileira Beatriz Helena Ramos Amaral, sob o lema: “A Música na Raiz do Poema: Interconexões e Ressonâncias”.

Nele percorreremos “A música na raiz: a poesia de Beatriz Helena Ramos Amaral” e “A trajectória poética de Edgard Braga”. A entrada é livre.

 

A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard BragaNa primeira parte, a poeta e ensaísta apresenta: poemas de sua autoria, do CD RESSONÂNCIAS (por ela gravado em 2010 em parceria com o músico Alberto Marsicano – voz/poesia e sitar indiano/MCK). São poemas pertencentes aos livros Alquimia dos Círculos (Escrituras Editora, 2003, São Paulo) e Luas de Júpiter (Anome, Belo Horizonte, 2007), poemas de Haroldo de Campos (do livro Crisantempo, Ed. Perspectiva, 1998) e um poema especialmente dedicado ao extraordinário poeta, tradutor, ensaísta, crítico e professor brasileiro. Leitura de poemas conjuntamente com o áudio do disco (em cânone).

Na segunda parte, discorre sobre sua pesquisa e seu recentíssimo livro A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard Braga (Ateliê Editorial, 2013), que traz prefácios de Augusto de Campos, Olga de Sá e Maria José Palo. Indicada pela PUC-SP como finalista do Prêmio ANPOLL 2008, a pesquisa de Beatriz aborda as várias fases da poesia de Edgard Braga (1897-1985), enfatizando o eixo metalinguístico que a percorre.

Casa da Escrita
Rua Dr. João Jacinto nº8,
Sé Nova – Coimbra
Tel. +351 239 85 35 90
http://casadaescrita.cm-coimbra.pt/

Edgard Braga

O longo percurso de sua produção literária (1933-1984) e seus treze livros publicados revelam uma intensa transmutação e a rica, polifônica e bem sucedida experimentação realizada a partir dos anos sessenta, em especial a poesia visual, os tatoemas, a poesia caligráfica, que, até hoje, influencia nomes como Arnaldo Antunes, Tadeu Jungle e Walter Silveira. Participou da Revista Invenção, conjuntamente com os criadores da Poesia Concreta Brasileira, Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari, chegando a coeditar a página literária Invenção, no início dos anos sessenta.

Debate sobre a produção cultural durante a Ditadura

O Memorial da América Latina promove neste mês de abril um ciclo de eventos que atualizam a reflexão sobre a Ditadura Militar brasileira. Na próxima quinta-feira, dia 17, o professor da USP Celso Favaretto, autor de TropicáliaAlegoria Alegria, irá debater sobre a produção cultural de resistência ao regime militar.

Biblioteca do Memorial da América Latina
quinta, 17/04, às 18h30 | tel. (11) 3823-4732
Entrada gratuita
Veja a programação completa

 

Tropicália: Alegoria Alegria, de Celso FavarettoTropicália: Alegoria Alegria

Celso Favaretto

Lançado em 1979, este estudo de Celso Favaretto tornou-se um clássico sobre o movimento da Tropicália, leitura imprescindível aos interessados pelo tema. O autor reconstitui os nexos entre as composições, os arranjos e as cenas que caracterizam os gestos particulares dos tropicalistas. Explica também as tendências gerais do movimento e mostra como ele desenhou uma nova estética para a música brasileira. Esta reedição, revisada e ampliada, conta com prefácio do músico e linguista Luiz Tatit. Mais detalhes

5º Festival Sul-Americano de Cultura Árabe

Obra "Em Nome de Deus, o Misericordioso", de Moafak Dib Helaihel

Luiza Wolf | Folha de S. Paulo

Festival árabe tem shows e exposições grátis em SP

Para marcar o Dia da Comunidade Árabe no Brasil, comemorado na terça (25), a quinta edição do Festival Sul-Americano de Cultura Árabe traz a São Paulo atrações gratuitas, como shows, exposições e oficinas.

Até o dia 31, o festival ocupa vários endereços. O Centro Cultural São Paulo abriga o show da banda tunisiana Nubah Siqah, que se apresenta hoje (23), e a exposição “A Arte da Caligrafia Árabe”.

Veja a programação completa

Conheça os livros da Ateliê sobre cultura árabe

 

Cursos do Espaço Revista Cult – 1º Sem./2014

Espaço Revista Cult

Espaço Revista Cult

LABORATÓRIO DE ESCRITA CRIATIVA

DE 11/03 A 24/06

Sem exigir conhecimentos prévios no campo da literatura ou experiência com escrita criativa, o laboratório pretende partilhar com seus participantes conhecimentos sobre o trabalho de ler e escrever como prática estética que é também experiência existencial.

Com Marcia Tiburi, doutora em Filosofia, Colunista da Revista CULT e autora de diversos livros de filosofia e de literatura, como Filosofia em comum (Record), Filosofia brincante (Record); dos romances Magnólia (Bertrand Brasil), A Mulher de costas (Bertrand Brasil), entre outros. E Evandro Affonso Ferreira, escreveu vários romances, entre eles Minha mãe se matou sem dizer adeus (Record) – Prêmio APCA Melhor romance de 2010, e O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam (Record) – Premio Jabuti de Melhor Romance de 2013.

 

FILOSOFIA FEMINISTA

De 12/03 a 28/05

O curso visa tanto contar a história do pensamento sexista feito contra as mulheres, bem como do pensamento feito por mulheres ao qual damos o nome de feminismo. O objetivo é recontar a história da filosofia como negação das mulheres e poder ver, no fim do túnel da história, o feminismo como filosofia crítica com vista à emancipação. Os homens que quiserem participar do curso deverão entrar vestidos de mulher.

Com Marcia Tiburi, doutora em Filosofia, Colunista da Revista CULT e autora de diversos livros de filosofia e de literatura, como Filosofia em comum (Record), Filosofia brincante (Record); dos romances Magnólia (Bertrand Brasil), A Mulher de costas (Bertrand Brasil), entre outros.

 

OFICINA DE CONTOS

12/03 a 02/04

Serão apresentadas as características de gênero, estilo, linguagem e ritmo. Para trabalho em casa, será sugerida a leitura de um conto, a fim de que os participantes tenham, sozinhos, uma experiência com aquela escrita. Ao longo do curso, cada participante produzirá um conto, que será lido e discutido na última aula.

Com Fabrício Corsaletti, formado em letras pela USP, foi professor de literatura e redação e editor assistente na Editora 34. É autor de Esquimó (Companhia da Letras, prêmio Bravo!) e Golpe de ar (Editora 34), e King Kong e cervejas (contos, Companhia das Letras) entre outros.

 

E-BOOK DO COMEÇO AO FIM

Dias 28 e 29/03

O curso aborda de forma teórica todos os aspectos relacionados ao e-book. As aulas temáticas seguem o fluxo de produção de um e-book do começo ao fim. Ou seja, da escolha do título até a comercialização; passando pela produção, pelos direitos autorais e pelo marketing. O curso é voltado a pessoas que trabalham ou pensam em trabalhar no mercado editorial.

Com Juliano Garcia Pessanha, escritor e ensaísta. Publicou a trilogia Sabedoria do nunca, Ignorância do sempre, Certeza do agora, além de Instabilidade perpétua, todos pela Ateliê Editorial.

 

A ARTE DE EDITAR REVISTAS

Dias 4 e 05/04

A oficina tem como objetivo produzir material poético e trabalhar a produção poética dos participantes de modo a apresentá-la no espaço comum, tornando-a, mesmo que por um curto período de tempo, parte da geografia dos lugares. Editar uma revista exige excelente qualificação profissional, repertório, domínio do segmento e técnicas cada vez mais sofisticadas. A disputa por um espaço destacado nas bancas de revista – que vendem centenas de títulos – e a conquista do leitor, definitivamente, não são tarefas fáceis.

Com Luara Calvi Anic (editora na revista Claudia, da Abril), Micheline Alves (diretora de núcleo da editora Trip), Kátia Lessa ( colunista da Folha de São Paulo e colaboradora da revista Serafina), Edu Hirama (diretor de arte da revista s/nº. Assina projetos de livros como A louca debaixo do branco, de Fernanda Young) e Ricardo Arcon (editor da revista Playboy).

 

A ARTE DE EDITAR UM LIVRO

De 7 a 12/04

O curso oferece um panorama completo de um processo de edição – da elaboração do projeto inicial à impressão. Reunidas em módulos temáticos, as aulas, de natureza teórica, capacitam os participantes a conhecer a fundo os mais modernos e eficientes métodos e técnicas de edição de um livro.

Com André Conti (editor da Companhia das Letras), Léo Wojdyslawski (advogado, especialista em Propriedade Imaterial), Aline Valli (produtora gráfica na Cosac Naify), Alexandre Martins Fontes (diretor-executivo da WMF Martins Fontes), Alexandre Barbosa de Souza (editor da Globo Livros), Elaine Ramos (diretora de arte da Cosac Naify), Juliana Vettore (jornalista responsável pelo departamento de comunicação da Companhia das Letras) e Débora Guterman (editora de ficção e não ficção da Saraiva).

Programação completa do Espaço Revista Cult

Participe do lançamento da Revista Livro n.3 na Livraria João Alexandre Barbosa

Livro n. 3 – Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição/USP – celebra mais um volume. Mantém-se fiel à vertente de estudos sobre o livro e a leitura no Brasil e no mundo. Projeta seu nome no circuito internacional do periodismo científico destinado a apontar tendências, revelar autores, promover debates, tornando-se, nesse sentido, protagonista das mutações e dos desenvolvimentos observados nesse campo de pesquisa nos últimos anos.

Contamos com a presença de todos.

Marisa Midori Deaecto e Plinio Martins Filho
Editores

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Vídeo do livro Edição e Revolução: Leituras Comunistas no Brasil e na França

Marisa Midori Deaecto e Jean-Yves Mollier (orgs.)

Edição e Revolução: Leituras Comunistas no Brasil e na FrançaEdição e Revolução foi inspirado nos jovens leitores. Nesta nova geração que aprendeu rápido a lidar com diferentes mídias, sem, contudo, ignorar o poder deste objeto que nos seus mais de dois mil anos de existência foi alvo de censuras, fogueiras, rebeliões e revoluções. Bastando lembrar que ele mesmo, o livro, vivenciou suas próprias revoluções. A batalha do livro se situa, portanto, na luta pela renovação do próprio objeto e na manutenção de sua aura transformadora. Dupla missão que se delega às novas gerações, sem, contudo, olvidar o tempo que passou. Assim o amor aos livros, motor de tantas batalhas. Assista o vídeo:

Participe do lançamento em São Paulo, sábado, 26 de outubro

Leia o release do livro

Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil, de Nachman Falbel

Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil

Exposição Estrelas Errantes | Memória do Teatro Ídiche no Brasil

18 de julho a 15 de setembro de 2013
MIS – Museu da Imagem e do Som
Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo

Programação dos Eventos Paralelos
03/08 – 15h – Apresentação de textos em Ídiche
17h – Apresentação de Música Klezmer – grupo ADZI
04/08 – 16h – Leitura Dramática do DIBUK, direção Bruno Guida

Resultado de uma longa pesquisa sobre a cultura ídiche em nosso país, a mostra apresenta momentos históricos e pontuais através de materiais gráficos, além de uma programação paralela composta por filmes e folclore musical em ídiche, leitura de poesias, palestra, coral e peça teatral.

Trazida às Américas pelos imigrantes da Europa Oriental, essa cultura sedimentada durante séculos foi dizimada em seus países de origem pela ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, pelo regime stalinista. Assim como a literatura e a imprensa, o teatro ídiche teve seu momento áureo como parte da cultura do imigrante. No Brasil, a presença do teatro ídiche pode ser notada nos círculos de teatro amador no Rio de Janeiro e em São Paulo, por vezes também em outras capitais.

Conheça o livro Estrelas Errantes – Memória do Teatro Ídiche no Brasil (Ateliê, 2013)

 

Origens da dramaturgia Ídiche

Ana Ferraz | Carta Capital | 17 de julho de 2013

Teatro Ídiche

Cerca de 500 anos antes de Cristo, festejos em celebração à salvação dos judeus persas exilados na Babilônia originaram uma das mais importantes festas do calendário judaico, Purim-Schpiel. As manifestações em torno da data se davam por meio de encenações e sátiras que remetem à rainha Esther. Este foi o embrião da arte de representar que toma a forma hoje conhecida a partir da figura do intelectual Abraham Goldfaden (1840-1908), pai do teatro ídiche moderno.

A trajetória dessa rica manifestação artística será mostrada a partir de quarta 17 no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, por meio de cerca de 200 itens, entre fotografias, cartazes, documentos, prospectos e livros pela primeira vez reunidos. “Boa parte do material é inédita”, ressalta o historiador Nachman Falbel, que ao lado de Anat Falbel, é responsável pela curadoria.

Estudioso da imigração judaica no Brasil, criador do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, desde 1976, Falbel dedica-se à pesquisa da cultura do imigrante da Europa Oriental. Na abertura da mostra o professor aposentado da USP lança o livro que dá nome à exposição. Entre os destaques, registros das atividades “do grande ator, diretor e pensador Zigmunt Turkow, que no Rio trabalhou com Ziembinski, Graça Melo e Santa Rosa, e do dramaturgo Mark Arenstein”.

A exposição joga luz sobre os poloneses Jacob Rotbaum e Jacob Kurlenter, “que fizeram um trabalho notável nos anos 1940.” Lasar Segall se evidencia por meio de cenários e figurinos criados para A Sorte Grande, de Sholem Aleichem, encenada em 1945 por Turkow.