Ateliê Editorial

Ateliê Editorial é finalista do Prêmio Jabuti 2021

Conheça nossos livros finalistas na 63ª edição do Prêmio Jabuti:

Categoria: Tradução

Os Evangelhos – Uma Tradução

Tradução: Marcelo Musa Cavallari

Coleção Clássicos Comentados

Edição bilíngue

Coedição: Editora Mnema

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Categoria: Ciências Humanas

Por um Cinema Popular – Leon Hirszman, Política e Resistência

Autor: Reinaldo Cardenuto

Capa: Gustavo Piqueira

Projeto Gráfico: Casa Rex

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Categoria: Projeto Gráfico

William Morris – Sobre as Artes do Livro

Projeto gráfico: Gustavo Piqueira e Samia Jacintho

Coleção As Artes do Livro

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Viagem profunda ao Atacama – Correio Popular

Uma orientação médica que levaria a uma restrição de atividades foi o empurrão que o escritor Paulo Franchetti, de 67 anos, precisava para realizar o sonho de viajar sozinho de moto até o Atacama, projeto que resultou em um novo livro intitulado A Mão do Deserto. (Correio Popular, 5 de novembro de 2021) – Leia na íntegra aqui.

“Ao planejar a viagem, eu só tinha desejado uma coisa: ficar sozinho, com a minha moto, a maior parte do tempo”. Este foi o mote de Paulo Franchetti e que deu origem ao livro A Mão do Deserto, publicado pela Ateliê Editorial. De forma literária e de um relato preciso desde o planejamento da viagem, passando pelo trajeto de 11 mil quilômetros, até o final da jornada, o autor nos leva junto na garupa em uma narrativa imersiva e emocional, colaborando para um itinerário de espaço e tempo, do humano e máquina, da imensidão da paisagem da América do Sul, de um estrangeiro em busca de um desafio a duas rodas. Confira mais sobre a obra no site da Ateliê Editorial (Clique aqui).

O AUTOR

Paulo Franchetti foi professor titular no Departamento de Teoria Literária da Unicamp e presidente da editora da mesma universidade por muitos anos. Publicou pela Ateliê Editorial os livros de estudos literários: Estudos de Literatura Brasileira e Portuguesa e Crise em Crise – Notas sobre Poesia e Crítica no Brasil Contemporâneo. Publicou também o livro de ficção O Sangue dos Dias Transparentes e A Mão do Deserto (memória de viagem), além dos livros de poesia: Deste Lugar,  Memória Futura, ente outros. Seu livro de haicais, Oeste, representa uma das mais admiráveis experiências na recente poesia brasileira. Para a coleção Clássicos Ateliê organizou também O Primo Basílio, Dom Casmurro, Iracema, O Cortiço, A Cidade e as Serras, Clepsidra e Esaú e Jacó.

Live de lançamento da obra ‘Elegia Grega Arcaica: Uma Antologia’, de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara

Na última sexta-feira, 5 de novembro, aconteceu a live de lançamento da obra Elegia Grega Arcaica: Uma Antologia, de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara, publicada em parceria Ateliê Editorial e Editora Mnêma. Além dos autores, o bate-papo contou com a participação de João Ângelo Oliva, Alexandre Hasegawa e Plinio Martins Filho. A mediação foi do escritor e jornalista Jorge Ialanji Filholini. Assista no YouTube da Ateliê Editorial.

O livro está com preço especial de pré-venda pela Ateliê Editorial e pela Editora Mnēma e estará disponível a partir da próxima segunda-feira, 08 de novembro.
Adquire o seu (CLIQUE AQUI).

O LIVRO

Das elegias da Grécia Arcaica (séculos VIII-V a.C.) ouvimos, entre outras, as vozes de Sólon, criticando os excessos das oligarquias e pavimentando a trilha à democracia; de Tirteu, Calino e Simônides, enaltecendo homens comuns ao status de guerreiros épicos; de Arquíloco, dizendo que melhor do que ser épico é estar vivo; de Mimnermo, celebrando o mundo de Afrodite e seus prazeres; de Teógnis, mostrando as alianças, traições e afetos que agitam um mundo em transformação. Como gênero poético destacadamente versátil, a elegia nos permite conhecer os mais variados aspectos da existência do indivíduo na pólis.

‘Elegia Grega Arcaica – Uma Antologia’, edição bilíngue, apresenta o que para nós é o alvorecer desta tradição poética, cuja recepção até hoje se estende, e os seus principais poetas, no original e em rigorosas traduções de Rafael Brunhara e Giuliana Ragusa. Acompanham-nas textos introdutórios, bem como alentados comentários sobre as nuances poéticas do original e o contexto histórico, linguístico e cultural subjacente a cada poema – esforço raro em antologias deste tipo –, num convite tanto ao leitor contemporâneo de poesia, quanto ao estudante que se inicia nos estudos clássicos.

AUTORES

Giuliana Ragusa é Professora Associada (Livre-Docente) de Língua e Literatura Grega na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (DLCV) da Universidade de São Paulo, onde ingressou como docente em 2004, e foi aluna de graduação e de pós (1995-2008). Fez estágio de doutorado (Capes, 2006-2007) e pós-doutorado (Fapesp, 2012-2013) nos EUA (University of Wisconsin, Madison). Tem publicado trabalhos científicos e de divulgação científica continuamente. Dos livros, destacam-se Fragmentos de uma deusa (Editora da Unicamp, 2005, apoio Fapesp, Prêmio Jabuti 2006, Teoria/Crítica Literária), Lira, mito e erotismo (Editora da Unicamp, 2010, apoio Fapesp, Prêmio Capes – Menção Honrosa, 2009), Lira grega: antologia de poesia arcaica (Hedra, 2013), e a 2ª edição revista, atualizada e ampliada, bilíngue, Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas (Hedra, 2021). Integrante do PPG-Letras Clássicas, tem orientado trabalhos de iniciação científica, mestrado e doutorado, centrados na poesia grega arcaica e clássica. E tem se interessado pela recepção dos clássicos, mais recentemente.

Rafael Brunhara é Professor Adjunto de Língua e Literatura Grega na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde atua desde 2013. É Bacharel (2010), mestre (2012) e doutor (2017) em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo. É autor de As Elegias de Tirteu (2014) e de diversos artigos científicos e trabalhos de divulgação em poesia grega antiga.

Dia do Designer Gráfico na Ateliê Editorial

O Dia do Designer Gráfico é comemorado anualmente em 5 de novembro, no Brasil. Esta data é uma homenagem aos profissionais que se empenham em usar técnicas e bastante criatividade na produção de informações visuais.

Aproveite a data e venha comemorar com a Ateliê Editorial, obras sobre o tema com 50% de desconto.

> Produção Gráfica para Designers

De R$148,00 >>> Por R$74,00

>Almanaque Tipográfico Brasileiro

De R$67,00 >>> Por R$33,50

> O Design como Ele É

De R$32,00 >>> Por R$16,00

Saiba mais no site da Ateliê Editorial – CLIQUE AQUI

Nesta sexta-feira, Ateliê Editorial e Mnêma realizam a live de lançamento da obra ‘Elegia Grega Arcaica – Uma Antologia’

Nesta sexta-feira, 5 de novembro, às 19h, no Youtube da Ateliê Editorial, acontece a live de lançamento da obra Elegia Grega Arcaica: Uma Antologia, de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara, publicada em parceria Ateliê Editorial e Editora Mnêma. Além dos autores, o bate-papo conta com a participação de João Ângelo Oliva e Alexandre Hasegawa. Saiba mais sobre o livro, que está com desconto promocional – de R$ 95,00 / por R$ 45,00 -, no site da Ateliê Editorial (CLIQUE AQUI).

Assista ao lançamento:

‘O legado de Goethe no romance ocidental: caminhos e descaminhos do cânone mínimo’, escrito por Gabriel Victor Rocha Pinezi

Na Revista USP, número 130, de julho, agosto e setembro 2021, foi divulgado um artigo intitulado O legado de Goethe no romance ocidental: caminhos e descaminhos do cânone mínimo, escrito por Gabriel Victor Rocha Pinezi, sobre a obra Romance de Formação: Caminhos e Descaminhos do Herói, de Marcus Vinicius Mazzari e Maria Cecilia Marks, publicado pela Ateliê Editorial (Saiba mais sobre a obra – acesse aqui)

LEIA O ARTIGO COMPLETO – CLIQUE AQUI

Artista, ativista e escritor indígena, Jaider Esbell, morre aos 41 anos

Jaider Esbell

Faleceu, nesta terça-feira, aos 41 anos, o ativista, artista plástico e escritor Jaider Esbell.

Jaider Esbell Macuxi. (Normandia, Roraima, 1979 – São Paulo, São Paulo, 2021). Artivista. Ativista sócio-cultural indígena, Esbell construiu em sua produção conexões entre os valores comunitários de sua etnia, a Makuxi, e as romantizações brancas sobre as culturas indígenas, colocando em xeque a relação uníssona das apropriações culturais.

Esbell recebeu seu primeiro prêmio de arte ainda adolescente, em 1994, no Concurso de Desenhos para Catequistas Indígenas na aldeia Kanauanin. Sua obra intercala pintura e literatura. Foi premiado no Concurso de Poesias do Sesi e pela Funarte/MinC de Criação Literária.  Foi autor dos livros Terreiro de Makunaima – Mitos, Lendas e Estórias em Vivências e Tardes de Agosto, Manhãs de Setembro, Noites de Outubro.

Ateliê Editorial na 23ª Festa do Livro da USP – de 8 a 15 de novembro

Organizada anualmente pela Edusp desde 1999, a Festa do Livro da USP é um evento já tradicional na Universidade de São Paulo que procura aproximar editoras e leitores, oferecendo livros de qualidade a um preço especial.

Em 2021, a Festa precisa ser diferente novamente: sem aglomeração, sem os encontros com os amigos, mas com muitos livros na sacola virtual. O evento acontece virtualmente entre os dias 8 e 15 de novembro, com 50% descontos dos títulos no site da Ateliê Editorial.

CLIQUE AQUI e conheça a lista de preços e o site do evento

ATELIÊ EDITORIAL

Fundada em 1995, a Ateliê Editorial atua principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual.

Morre Nelson Freire, um dos maiores pianistas do mundo, aos 77 anos, no Rio de Janeiro

Nelson Freire

A música está de luto. Faleceu, nesta segunda-feira, 1 de novembro, aos 77 anos, no Rio de Janeiro, o pianista Nelson Freire.

Nelson Freire nasceu em Boa Esperança, Minas Gerais, em 1944. Iniciou seus estudos de piano aos três anos, por influência da irmã. Em seguida foi aluno do professor Fernandez, em Varginha (MG), e no ano seguinte, realizou seu primeiro recital, interpretando a Sonata K.331, de Mozart. Em 1950, sua família decidiu se mudar para o Rio de Janeiro, para que Nelson continuasse seus estudos pianísticos com as professoras Nise Obino (1918-1995) e Lúcia Branco (1897-1973), que havia sido aluna de Arthur de Greef (1862-1940), discípulo de Liszt. 

Aos 12 anos, em 1957, foi finalista do Primeiro Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro, interpretando o primeiro movimento do Concerto No.5 “Imperador”, de Beethoven. Como prêmio por sua participação nesse concurso, ganhou uma bolsa de estudos para se aperfeiçoar na Europa. Assim, em 1959, Nelson mudou-se para Viena, para ter aulas com o pianista Bruno Seidlhofer (1905-1982). Antes de partir, realizou seu recital de despedida, no Rio de Janeiro, apresentando obras como a Sonata Op.110 de Beethoven, os Etudos em forma de Sonatina de Lorenzo Fernandez, a Sonata Op.5 de Brahms, e Islamey de Balakirev.

Nelson Freire é o único artista brasileiro incluído no projeto Great Pianists of the XXth Century, uma coleção de 200 CDs lançados pela Phillips com apoio da Steinway.

Em 2001, tornou-se artista exclusivo da Decca Classics, por onde tem lançado novos álbuns, destacando-se as gravações das integrais dos Estudos e Noturnos de Chopin; seleções de obras de Liszt, Schumann, Beethoven, Bach e Debussy; além dos dois Concertos de Brahms, com a Orquestra Gewandhaus, de Leipzig, sob regência de Ricardo Chailly, gravação que ganhou o prêmio de melhor disco do ano, pela revista Gramophone, de Londres. Também pela Decca, lançou o álbum Brasileiro, em 2012, vencedor do Grammy Latino, que contém diversos registros de obras de compositores brasileiros, tais como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Lorenzo Fernandez, Henrique Oswald, Alexandre Levy, Barrozo Netto, Claudio Santoro e Francisco Mignone.    

Em 2003, foi lançado o documentário Nelson Freire. Um filme sobre um homem e sua música, de João Moreira Salles. Neste filme, o pianista revela algumas de suas afinidades musicais, tais como a imensa admiração por Guiomar Novaes e sua amizade com Martha Argerich.

Entre as comendas e distinções recebidas por Nelson Freire, destacam-se as de Cidadão do Rio, Cavaleiro da Ordem do Rio Branco, Medalha Pedro Ernesto, Cavaleiro da Legião de Honra da França, Comandante de Artes e Letras da França, Medalha da Cidade de Paris e da Cidade de Buenos Aires, além do título de doutor honoris causa da Faculdade de música da UFRJ.  

Algumas das obras que já foram dedicadas a ele são: Prelúdio Potiguar No.1 “No caminho do sertão”, de Oriano de Almeida; Suíte para piano, de Dinorah de Carvalho; Estudo No.20 “Saramba”, de Camargo Guarnieri; Choro (versão inédita do 1º dos 4 Choros, baseado no Brejeiro, de Ernesto Nazareth), de Francisco Mignone; Estudo transcendental No.1 (do Vol.III) “Girando”, de Lourdes França; Sonatina Op.66, de Marlos Nobre; e Balada, de Claudio Santoro.

(Fonte: Instituto Piano Brasileiro)