Daily Archives: 10/01/2022

João Cabral de Melo Neto na Ateliê Editorial

João Cabral de Melo Neto

João Cabral de Melo Neto nasceu na cidade do Recife, a 9 de janeiro de 1920 e faleceu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomou posse em 6 de maio de 1969. Foi recebido por José Américo. Autor, dentre outros, de Pedra do Sono, 1942; O Engenheiro, 1945; Psicologia da Composição, 1947; O Cão Sem Plumas, 1950; O Rio, 1954; Morte e Vida Severina, 1956; Paisagens com Figuras, 1956; Uma Faca Só Lâmina, 1956.

Conheça as obras da Ateliê Editorial cujo tema dialoga com a trajetória literária de João Cabral de Melo Neto:

A Bailadora Andaluza – A Explosão do Sagrado na Poesia de João Cabral

Uma obra literária como a de João Cabral de Melo Neto, múltipla e complexa, admite diferentes exercícios de interpretação. Este estudo, que deriva da tese de doutorado de Waldecy Tenório, opera essa análise por meio da interface com a teologia. O autor busca caracterizar a poesia do pernambucano sem restringi-la aos aspectos da superfície textual. Para além da metalinguagem e do apuro formal, ele vê na produção cabralina uma ética solidária ligada a uma profunda e difusa religiosidade (CLIQUE AQUI).

Matéria Lítica: Drummond, Cabral, Neruda e Paz

Nos capítulos deste livro, o poema constituirá o espaço onde o “combate entre clareira e ocultação” se trava diante do leitor, combate que busca não apenas fazer emergir pela abertura, ou clareira do poema, o sentido que se oculta nos interstícios de sua malha textual, mas também, e sobretudo, o efeito de espanto do pensamento que a desocultação desse sentido produz. Com isso, o ato de leitura crítica se desenvolve na direção de um saber e de uma experiência imbricados, pelo quê o poema se instaura como fonte de conhecimento e autoconhecimento para o leitor (CLIQUE AQUI).

Dia do Fotógrafo na Ateliê Editorial: uma homenagem a Boris Kossoy

Boris Kossoy

No Brasil, o Dia do Fotógrafo é celebrado anualmente em 8 de janeiro. Além de contar histórias maravilhosas, a fotografia nos permite também eternizar momentos importantes, seja ele pessoal ou histórico.

Para comemorar a data, a Ateliê Editorial presta uma homenagem ao fotógrafo e professor Boris Kossoy.

Boris Kossoy, professor titular da USP, é um dos mais importantes pesquisadores e ensaístas brasileiros dedicados à fotografia. Ele prioriza em suas reflexões os modos como se constroem ficções e realidades por meio do documento visual. Não por acaso, suas análises passam necessariamente pelas questões da história, da memória e do jornalismo. Além da trilogia formada pelos livros: Fotografia & HistóriaTempos da Fotografia e Realidades e Ficções na Trama Fotográfica, Kossoy publicou pela Ateliê A Imprensa Confiscada pelo Deops – 1924-1954, organizado em parceria com Maria Luiza Tucci Carneiro, e agora lança o seu mais novo título O Encanto de Narciso.

Confira as obras de Boris Kossoy:

Realidades e Ficções na Trama Fotográfica

Primeira obra da trilogia de Kossoy, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica apresenta um conjunto de textos que representam as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas pelo pesquisador. Traz reflexões sobre os mecanismos mentais que regem a representação (produção) e a interpretação (recepção) da fotografia. De maneira didática, o autor explica o processo de construção de realidades – e, portanto, ficções – que a imagem possibilita. (CLIQUE AQUI).

Fotografia & História

A fotografia é um resíduo do passado, fonte histórica aberta a interpretações. Esse é o mote da análise interdisciplinar que Kossoy faz do processo de representação nos documentos visuais. Fotografia & História traz princípios de investigação e uma metodologia de análise crítica das fontes fotográficas, a partir de uma abordagem sociocultural. A obra, em edição revista e ampliada, é pioneira no país. Tornou-se referência importante para historiadores, cientistas sociais e estudiosos da comunicação (CLIQUE AQUI).

Os Tempos da Fotografia – O Efêmero e o Perpétuo

Em Os Tempos da Fotografia, o autor dá sequência às questões abordadas nos outros dois volumes de sua trilogia. A obra reúne textos sobre história, imprensa e memória, em que a fotografia é tanto fonte de pesquisa quanto objeto de estudo. O efêmero e o perpétuo fundamentam suas reflexões sobre a imagem. Nessa perspectiva, a fotografia ocupa o centro do debate sobre as ambíguas relações entre representação e fato, entre o aparente e o oculto (CLIQUE AQUI).

O Encanto de Narciso – Reflexões sobre a Fotografia

Em O Encanto de Narciso o autor transita pelos temas que têm lhe sido caros ao longo de sua trajetória enquanto pensador e criador de imagens como história, memória, cultura visual, poética e, por certo, a ficção, elemento que, de uma forma ou de outra, permeia as representações fotográficas. A narrativa é estruturada a partir de uma centena de textos-síntese de leitura independente, porém articulados direta ou indiretamente (CLIQUE AQUI).