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	<title>Blog da Ateliê Editorial</title>
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		<title>O Pai de Max Bauer e Outros Contos &#8211; Marcos Rodrigues</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento da Ateliê Editorial e da revista Brasileiros reúne narrativas curtas de Marcos Rodrigues publicadas mensalmente na revista
Desde outubro de 2008, Marcos Rodrigues vem colaborando com a revista Brasileiros e traz sempre o seu olhar arguto sobre situações cotidianas. Na divisa entre o registro irreverente da crônica e a magia sintética do conto, suas narrativas, [...]


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<p>Desde outubro de 2008, Marcos Rodrigues vem colaborando com a revista <em>Brasileiros </em>e traz sempre o seu olhar arguto sobre situações cotidianas. Na divisa entre o registro irreverente da crônica e a magia sintética do conto, suas narrativas, com espaço pré-definido de uma página, convidam o leitor a refletir sobre a mágica de algumas experiências aparentemente ordinárias, como no conto <em>Um Grande Circo</em>. “[...] as coisas do circo encantam porque são metáforas significativas para todos nós [...] Quem já não enfiou a cabeça na boca do leão? Quem já não se sentiu alçado em voo incerto? Quem já não foi aparado por um braço forte? Quem já não caminhou no arame? Quem não empilha coisas sobre a cabeça? Quem não se sentiu como leão domado contido por chicote?”</p>
<p>As narrativas de Marcos Rodrigues revelam o amor, a amizade, a inveja, a sensação de perda, o desalento, o medo da morte, a generosidade, a luxúria e o papel da memória nas relações humanas no mundo contemporâneo. O contador de histórias, que também é personagem, é bom observador do que se passa à sua volta, e dono de um senso de humor surpreendente, às vezes tendendo para a ironia ou muito próximo da sátira, como nos contos <em>Lata 83</em>, <em>Uma Bobagem</em>, <em>Lambanças</em> e <em>Sasta</em>. Marcos Rodrigues tem uma maneira rara de observar e descrever o mundo. Para Ricardo Kotscho, “Marcos Rodrigues escreve como quem fala e tem um texto bom de ler que nos faz sentir e pensar”, e acrescenta: “Se eu fosse você, não deixaria de ler uma única linha deste livro”.</p>
<p><strong>Marcos Rodrigues </strong><em>é PhD pela Universidade de Cambridge. Foi Professor Titular da USP e consultor da ONU. É autor do livro de contos </em>Choro de Homem <em>(Ateliê Editorial, 2001) e um dos vencedores do concurso de contos 50 Anos de Bossa Nova, do jornal </em>O Estado de S. Paulo<em>. Desde 2008, escreve “Pequenos Contos” regularmente na Revista Brasileiros.</em></p>


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		<title>Hibridismos Musicais de Chico Science &amp; Nação Zumbi – Herom Vargas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Science]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Zumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[Guardião do mangue, o caranguejo preserva o equilíbrio do ecossistema, alimentando-se de detritos e oxigenando a lama ao revolvê-la. Não é à toa que se tornou uma das principais imagens do Manguebeat, movimento estético-musical de vanguarda criado por um grupo de jovens nos anos 90, entre eles, Chico Science, líder da banda Nação Zumbi, e [...]


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<p>Como o crustáceo, o Manguebeat se propôs a revolver a cena musical de Recife para arejá-la ao sopro das vanguardas pop e das tecnologias eletrônico-digitais, ligando-se também à cultura tradicional de Pernambuco, com criações híbridas nas quais influências distintas se amalgamavam a favor da experimentação, da crítica sociocultural e da recuperação das tradições populares. O movimento, que tanto impacto teve para a identidade artístico-cultural do estado nordestino e da cultura brasileira em geral, é tema de <em><a href="http://www.atelie.com.br/shop/detalhe.php?id=400">Hibridismos Musicais de Chico Science &amp; Nação Zumbi</a></em>, do professor de comunicação Herom Vargas.</p>
<p>O foco são os dois primeiros discos lançados pelo grupo Chico Science &amp; Nação Zumbi (CSNZ) – <em>Da Lama ao Caos </em>(1994) e <em>Afrociberdelia </em>(1996) –, produzidos antes da morte de Science, em 1997. Vargas analisa em particular as mesclas de ritmos e instrumentos afro-brasileiros (maracatu, alfaias, embolada, por exemplo) com gêneros musicais globalizados (rock, rap e funk/soul) e os hibridismos poético-musicais presentes nas canções. O híbrido é um conceito que tem sido muito debatido em função dos estudos sobre pós-modernidade e sobre cultura latino-americana; de natureza sincrética, desafia as noções correntes sobre identidade, trazendo à cena combinações provisórias e inusitadas.</p>
<p>Segundo Herom Vargas, sua análise é fundamentada“no debate teórico-ide- ológico que deu origem, em parte, à cena Mangue, entre as posições tradicionalistas e ‘essencialistas’ dos armoriais, consubstanciadas em Ariano Suassuna, e as posições antropofágicas e híbridas tomadas pelo Manguebeat”.</p>
<p>O livro divide-se em quatro capítulos. “Armoriais, Nacionalismo e Tradição de Essência” destaca as posturas nacionalistas e tradicionalistas ligadas à cultura pernambucana nas vozes de Mário de Andrade, Gilberto Freyre e Ariano Suassuna, com enfoque no Armorial (movimento estético criado nos anos 70, que associa a arte sertaneja ao medieval ibérico), e faz um contraponto entre o discurso purista da ditadura militar e o tropicalista do final de 60. Já “Hibridis- mos do Mangue” apresenta o Manguebeat (conceitos, manifestos, emblemas etc.), o contexto de seu surgimento, os paralelos com o tropicalismo, questões de identidade cultural etc. “Chico Science &amp; Nação Zumbi”, capítulo central do livro, analisa o trabalho do grupo nos dois discos – capas, <em>performances</em>, letras, estruturas rítmicas e arranjos instrumentais. Por fim, “Nação Zumbi e os Hibridismos” retoma a produção da banda pós-Science e as discussões a respeito dos hibridismos. A obra traz ainda um apêndice que analisa a miscigenação como elemento-chave das dinâmicas musicais latino-americanas.</p>
<p><strong>Herom Vargas </strong><em>é doutor em Comunicação e Semiótica, professor, membro da seção latino-americana da International Association for Study of Popular Music (IASPM- AL) e líder do grupo de pesquisa Música, Cultura e Linguagens da Mídia (CNPq).</em></p>


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		<title>Vidas de Dante – Escritos Biográficos dos Séculos XIV e XV</title>
		<link>http://blog.atelie.com.br/2012/01/vidas-de-dante-escritos-biograficos/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Dante Alighieri]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lançamento da Ateliê Editorial recupera escritos sobre Dante Alighieri dos séculos XIV e XV que permitem situar e comparar informações das biografias modernas do poeta
Dante Alighieri foi objeto de várias biografias ao longo das décadas seguintes à sua morte. São elas que em boa parte fundamentam suas biografias posteriores até hoje. Mas tal material acabou [...]


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<p><span style="font-weight: bold;">Lançamento da Ateliê Editorial recupera escritos sobre Dante Alighieri dos séculos XIV e XV que permitem situar e comparar informações das biografias modernas do poeta</span></p>
<p>Dante Alighieri foi objeto de várias biografias ao longo das décadas seguintes à sua morte. São elas que em boa parte fundamentam suas biografias posteriores até hoje. Mas tal material acabou sendo diluído nessas sínteses e ficando à sombra da figura luminosa que ele próprio ajudou a criar. Neste livro Eduardo Henrik Aubert reúne e traduz pela primeira vez em português alguns desses testemunhos dos séculos XIV e XV sobre Dante. O contato direto com esses relatos permite ao leitor situar, cruzar e comparar informações que em muitas biografias modernas do poeta nem sempre foram bem aproveitadas.</p>
<p>Entendendo que a obra de Dante Alighieri (1265–1321) está intimamente articulada às condições concretas da vida do autor, este livro propõe a tradução anotada de todas as biografias de Dante escritas até a década de 1430. A leitura desses textos mostra que a vida de Dante e as Vidas de Dante – suas biografias – não pertencem a planos autônomos da realidade, mas se imbricam como atos e processos responsáveis pela estruturação do mundo social. Assim, esta coletânea instiga o leitor a correlacionar história literária, biografia histórica e história social, e, por fim, possibilita que se faça sua arqueologia, oferecendo a oportunidade de examinar tanto a obra do poeta como fonte do indivíduo quanto o indivíduo como fonte da sua obra.</p>
<p><strong>Eduardo Henrik Aubert </strong><em>é Mestre em História Social pela USP e doutorando em Histoire et Civilisations na École des Hautes Études en Sciences Sociales – Paris. Publicou diversos artigos e capítulos de livros sobre história medieval e historiografia no Brasil e no exterior.</em></p>


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		<title>Interferências na Escrita – Parte 1</title>
		<link>http://blog.atelie.com.br/2012/01/interferencias-na-escrita-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex Sens]]></category>
		<category><![CDATA[Autor Sobre Autor]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como se aguardassem um sinal sutil, um comando que aquecesse a força motriz da criatividade, as mãos flutuam indecisas sobre o teclado. Entre o mergulho dos dedos e a transformação do branco em linguagem ao menor movimento das falanges, o mundo respira, o próprio silêncio é silenciado.
Uma pomba no galho de um eucalipto deixa escapar [...]


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<p>Como se aguardassem um sinal sutil, um comando que aquecesse a força motriz da criatividade, as mãos flutuam indecisas sobre o teclado. Entre o mergulho dos dedos e a transformação do branco em linguagem ao menor movimento das falanges, o mundo respira, o próprio silêncio é silenciado.</p>
<p>Uma pomba no galho de um eucalipto deixa escapar um lamento, lembrando a nota de uma flauta doce atravessando as folhas como uma flecha de som. Outro lamento se segue, e mais outro, a sinfonia da pomba é o primeiro corte no silêncio. Um gavião faz companhia, dessa vez no telhado, inclina o pescoço rajado e com um leve frêmito começa seu estridente aviso de fome. Outro corte no silêncio. As nuvens incham como grossos novelos de água escura, uma grande sombra é formada sobre a floresta e os bugios pulam na escuridão das árvores, gargalhando e se preparando para a chuva iminente. Um trovão estoura e rola, como se Deus, durante o boliche, alargasse o tempo para sua bola de poliuretano deslizar sobre o céu.</p>
<p>O processador do computador recupera o fôlego. Os dedos ainda flutuam inquietos.</p>
<p>Da sala, um pigarro corta outra fatia de silêncio, termina como um gemido cansado, mas lembra um motor tentando funcionar através da melhor entonação de voz. Da televisão, a mulher de voz rouca (talvez ela precise de um pigarro) anuncia que o número de desaparecidos no naufrágio do navio Costa Concordia pode passar de trinta, então a matéria começa com o som de ondas quebrando nas rochas que cingem a Ilha de Giglio. Da cozinha, ainda que não se possa ouvir com nitidez, uma faca ensaboada cai na bacia de inox, o som de um acidente; outra cai no chão, “visita masculina”, diria a avó. Ao mesmo tempo, a chuva se rompe dos novelos d’água e cai no telhado como bicos de corvos quebrando peças de cerâmica. Do quarto, um aspirador de pó é ligado, outro lamento dolorido, contínuo, quase abafado pela tempestade.</p>
<p>O mais suave som – como duas camadas de vidro sobrepostas e um jato de luz incidindo sobre elas; quanto mais camadas, mais sombra, mais penumbra, mais se torna turva a criação. Assim como no sono, ou no início da insônia, os ruídos são novas camadas de vidro que vão escurecendo a luz do desejo – do desejo de dormir, no caso da insônia produzida pela falta de silêncio, ou do desejo de escrever, no caso do pensamento interferido pelo mundo externo.</p>
<p>Um pequeno grupo de escritores pode preferir escrever ouvindo música clássica, outro o som do vento ou da chuva amassando as folhas secas de uma árvore; um terceiro pode dar preferência àquela escrita cuja única interferência sonora é a das teclas estourando miúdas na velocidade dos dedos – faço parte deste grupo, talvez o maior deles, assim como do anterior. Ah, nada mais prazeroso do que ouvir a criatividade em ebulição, correndo pelo teclado de um computador ou de uma Remington! Mas desde que estes sons sejam produzidos por você, não pelo vizinho escritor, pois na sua mente de ideias incríveis obliteradas e já cansada do tec-tec-tec, ele parece mais inteligente, mais preparado para o combate com a literatura, um desejo maldoso de mostrar vantagem. O inferno são os outros, mas os prazeres secretos somos nós.</p>
<p>Um novo trovão rola no céu, seguido por um estouro que derruba dez palavras. Strike de Deus.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3376" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border: 0px;" title="Coluna Autor sobre Autor - Alex Sens" src="http://blog.atelie.com.br/wp-content/uploads/2012/01/coluna-autor-sobre-autor-alex-sens.jpg" alt="Coluna Autor sobre Autor - Alex Sens" width="306" height="70" /></p>


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		<title>Curta a Ateliê no Facebook</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>

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<p>A Ateliê compartilha no Facebook seus eventos, lançamentos, resenhas e todo o conteúdo produzido no Blog, que conta com colunas próprias sobre cinema e literatura. Você pode receber essas atualizações e interagir com a editora curtindo a nossa <a href="http://www.facebook.com/atelieeditorial">página no Facebook</a>. Com isso você também terá direito a um <strong>cupom com 15% de desconto</strong> para ser usado na compra do livro de sua preferência em nossa loja virtual (www.atelie.com.br). <strong>Basta você curtir a página até o dia 31 de janeiro</strong> e escrever para contato@atelie.com.br, solicitando seu cupom (assunto do email: Cupom de Desconto), que terá validade de 2 meses.</p>


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		<title>Mostra fotográfica  Gigantes em miniatura, de Flávio Meyer (Santos-SP)</title>
		<link>http://blog.atelie.com.br/2012/01/mostra-fotografica-gigantes-em-miniatura-de-flavio-meyer-santos-sp/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Meyer]]></category>
		<category><![CDATA[mostra fotográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[
O artista visual Flávio Meyer flagra Santos a bordo de um helicóptero e, através de efeitos de ilusão de ótica, miniaturiza pontos míticos da cidade como o Monte Serrat, a Vila Belmiro, a Bolsa do Café, a igreja do Embaré, o Valongo, a Prefeitura, a Ponte Pêncil e o Porto.
As imagens produzidas pelo artista subvertem [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.atelie.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Convite-digital.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3358" title="Convite" src="http://blog.atelie.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Convite-digital.jpg" alt="Mostra fotográfica Gigantes em Miniatura de Flávio Meyer" width="484" height="240" /></a></p>
<p>O artista visual Flávio Meyer flagra Santos a bordo de um helicóptero e, através de efeitos de ilusão de ótica, miniaturiza pontos míticos da cidade como o Monte Serrat, a Vila Belmiro, a Bolsa do Café, a igreja do Embaré, o Valongo, a Prefeitura, a Ponte Pêncil e o Porto.</p>
<p>As imagens produzidas pelo artista subvertem a relação de imponência da cidade diante do homem e instigam a imaginação do observador a fantasiar que é um gigante em uma divertida e detalhada cidade de brinquedo.</p>
<p>&#8220;As obras fotográficas de Flávio Meyer contêm a realidade acrescida de poesia. Sua arte visual consegue reter o Devir instantâneo de um fluxo: ela não congela, ela desdobra o visível através do encantamento pela cartografia celestial de suas paisagens e pela sutileza dos detalhes que transcendem o foco iluminado de sua apreensão. É um mestre em dominar a técnica sem perder o poder de invenção.&#8221; Flávio Viegas Amoreira</p>
<p><strong>&#8220;Gigantes em Miniatura&#8221;</strong><br />
Mostra Fotográfica de Flavio Meyer</p>
<p>curadoria &#8211; Flávio Viegas Amoreira, escritor e jornalista.</p>
<p><strong>Pinacoteca Benedito Calixto</strong></p>
<p>Av. Bartolomeu de Gusmão, nº15</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>De 07 a 27 de fevereiro</strong><br />
Vernissage dia 7 às 19hs</p>
<p>Veja mais sobre o artista em:</p>
<p><a href="http://www.flaviomeyer.com.br/"><strong>www.flaviomeyer.com.br</strong></a></p>


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		<title>Campo e Contracampo: o bloco mágico em As Canções, de Eduardo Coutinho</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Tardivo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[As Canções]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Coutinho]]></category>

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É inevitável a comparação entre As Canções (2011), documentário mais recente de Eduardo Coutinho, e Jogo de Cena (2007), também dirigido por ele. Os dispositivos são praticamente os mesmos: o depoente diante da plateia vazia, Coutinho, o entrevistador, no contracampo e fora de quadro. E só. Ou quase.
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<p>É inevitável a comparação entre <em>As Canções </em>(2011), documentário mais recente de Eduardo Coutinho, e <em>Jogo de Cena</em> (2007), também dirigido por ele. Os dispositivos são <em>praticamente</em> os mesmos: o depoente diante da plateia vazia, Coutinho, o entrevistador, no contracampo e fora de quadro. E só. Ou quase.</p>
<p><em>Jogo de Cena</em>, talvez o melhor documentário realizado no Brasil na última década – e sem dúvida um dos melhores de todos os tempos –, põe em questão o embate entre realidade e ficção, atriz e personagem. Sentado, de frente para a platéia vazia, o diretor Eduardo Coutinho conduz a entrevista. Depois, uma nova história, contada/vivida por mais uma mulher. Mas, no meio do depoimento, entra em cena outra pessoa, vivendo a mesma história. Ora trata-se de atrizes conhecidas, ora menos conhecidas; às vezes trata-se de anônimas. O efeito é perturbador. O espectador não distingue quem de fato viveu o drama e quem o está interpretando, com a plateia invisível ao fundo. Atrizes desconhecidas podem estar interpretando, atrizes conhecidas podem contar eventos de suas vidas pessoais, muitas são as possibilidades – os pressupostos são postos em sobressalto. E então, como diria o filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, toda tentativa de elucidação traz de volta o enigma: a história salta.</p>
<p>O que mais Coutinho poderia desenvolver então, valendo-se de formato análogo, neste <em>As Canções</em>? Em entrevista a Nina Rahe, o próprio admite: “[...] Sei que a crítica irá dizer que [o filme <em>As Canções</em>] é uma diluição de <em>Jogo de Cena </em>e que não fui adiante, mas existe nele algo sobre música que nenhum outro filme possui, pois é possível entender que a canção e o Brasil têm algo de particular. É também um trabalho em que deixo de perguntar às pessoas coisas como ‘onde você nasceu’. Não quero fazer mais isso e dessa forma sinto que parei”.</p>
<p>De fato, em certa medida, não se veem muitas novidades em <em>As Canções</em>. O que se percebe primeiro é que, desta vez, ao invés do cruzamento de histórias, o fio condutor do longa-metragem são as canções que marcaram a vida dos homens e mulheres entre 22 e 82 anos. Os depoimentos são tocantes e, se o efeito não é arrebatador como em <em>Jogo de Cena</em>, é bonito contemplar as “dores e delícias” daquelas vidas que se desfiam a partir das canções e a elas retornam.</p>
<p>Em um texto curto mas fundamental – ”Notas sobre o Bloco Mágico” (1925) – Freud traça uma analogia entre o aparelho psíquico e o bloco mágico (nos dias de hoje, o brinquedo é conhecido como “lousa mágica”). Escreve Freud: “O Bloco Mágico é uma tabuinha feita de cera ou resina marrom-escura, com margens de papelão, sobre a qual há uma folha fina e translúcida, presa à tabuinha de cera na parte superior e livre na parte inferior. Essa folha é a parte mais interessante do pequeno aparelho. Consiste ela mesma de duas camadas, que podem ser separadas uma da outra nas bordas laterais. A camada de cima é uma película de celuloide transparente, a de baixo é um papel encerado, ou seja, translúcido. Quando o aparelho não é utilizado, a superfície de baixo do papel encerado cola-se levemente à superfície de cima da tabuinha de cera” (trad. Paulo César de Souza). Os traços ficam permanentemente marcados na cera embora possamos levantar a dupla folha que a cobre e supostamente “apagar” o que fora escrito, liberando assim espaço para novas inscrições.</p>
<p>O que as canções revelam, no longa de Coutinho, são as marcas presentes na tabuinha de cera. Como um sonho, as músicas reativam as inscrições do vivido, as quais por sua vez adquirem novas tonalidades diante do entrevistador, como se a câmera – e aqui a analogia com a película é inevitável – fosse mais uma camada das folhas do bloco mágico. Quer dizer, há um duplo movimento (literalmente) regido pelas músicas: ao mesmo tempo em que ocorre o resgate do passado, o próprio processo é fundante de uma nova experiência e, portanto, de novas possibilidades.</p>
<p>Coutinho se deu conta disso em <em>Jogo de Cena</em>? Não podemos saber. Ocorre que, se no documentário de 2007 o diretor sentava-se diante da plateia, assumindo a condição de artista (não custa lembrar que há um fino trabalho de edição, fundamental para o efeito produzido pelo filme), em <em>As Canções</em> quem se senta diante da plateia, vazia como em <em>Jogo de Cena</em>, são os entrevistados. Campo e contracampo se invertem. Coutinho assume a perspectiva do público; enquanto espectador, agora ele é a plateia. E, enquanto tal, não esconde que fez o filme “por prazer” – a fruição estética que um drama bem contato – ou bem cantado – proporciona. Afinal, de que valem as inscrições no bloco de cera se não forem compartilhadas?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3346" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border: 0px;" title="Coluna Resenhas - Renato Tardivo" src="http://blog.atelie.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Coluna-Resenhas-Renato-Tardivo.jpg" alt="Coluna Resenhas - Renato Tardivo" width="306" height="70" /></p>


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		<title>Novo romance da Ateliê: Trajetória em Noite Escura, de Naoya Shiga</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[literatura japonesa]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ateliê Editorial lançou recentemente o romance Trajetória em Noite Escura. Escrito por Naoya Shiga, o livro conta a história de Tokito Kensaku, personagem principal e uma espécie de alter-ego do autor, e tem como pano de fundo o processo de modernização e ocidentalização da sociedade japonesa. Kensaku vive em conflito consigo mesmo e com o [...]


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<p>No começo do século XX, o Japão, um país de tradições milenares, inicia um processo de abertura para o Ocidente e recebe uma série de influências culturais. Uma delas, no âmbito da literatura, será o naturalismo. Assimilado e desenvolvido pelos grandes escritores japoneses do século, a partir da leitura de Zola, Maupassant, Turgueniev, Dostoievski, o movimento representará artisticamente essa época de profundas transformações e muitas incertezas. Naoya Shiga representa esse período, é um dos principais expoentes da literatura japonesa do século XX e levou cerca de vinte e cinco anos para escrever este romance, sua obra de maior fôlego.</p>
<p>Traduzido por Neide Hissae Nagae, esse trabalho faz parte da sua dissertação “Ficção e Realidade em <em>Trajetória em Noite Escura </em>(<em>An’ya Kôro</em>), de Naoya Shiga” apresentada em 1999, à área de Língua, Literatura e Cultura Japonesa da Universidade de São Paulo. Nagae foi incentivada por sua banca examinadora à publicação dessa tradução, graças ao valor literário da obra e ao ineditismo dos trabalhos do escritor em português. Este livro é estruturado em duas partes e cada parte é subdividida em dois tomos, relativamente longos, com doze a vinte capítulos, totalizando 65 capítulos. Além das duas partes, há uma abertura com o prefácio, que traz os informes sobre o relacionamento de Kensaku, seus pais e o avô paterno, através das memórias da infância do personagem.</p>
<p><strong>Naoya Shiga </strong><em>(1883-1971), escritor bastante prestigiado no Japão, se destacou por seu estilo singelo, sucinto e preciso nas explanações dos detalhes das realidades objetivas que nos cercam – análises detalhadas dos melindres psicológicos do ser humano. Shiga fez parte do grupo Shirakaba, que reunia escritores e pintores apreciadores das literaturas e artes plásticas do Ocidente e Oriente. Apesar de discorrer sobre temas variados em suas obras, sua tônica sempre foi a captação das inconstâncias psicológicas que se processa no protótipo japonês culto, em seu viver do dia a dia, cujo exemplo máximo é sua obra </em>Trajetória em Noite Escura<em>.</em></p>


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		<title>13a Festa do Livro na USP &#8211; 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 11:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Festa do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.atelie.com.br/?p=3318</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: EDUSP
Com data adiada, a Festa do Livro na USP deste ano será realizada na Escola Politécnica, nos dias 14, 15 e 16 de dezembro. A Ateliê estará mais uma vez presente na feira oferecendo descontos a partir de 50% em todo o catálogo, inclusive nos lançamentos.
Visite-nos e aproveite!



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<p>Com data adiada, a Festa do Livro na USP deste ano será realizada na Escola Politécnica, nos dias 14, 15 e 16 de dezembro. A Ateliê estará mais uma vez presente na feira oferecendo descontos a partir de 50% em todo o catálogo, inclusive nos lançamentos.</p>
<p>Visite-nos e aproveite!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3319" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; border: 0px;" title="13a Festa do Livro da USP" src="http://blog.atelie.com.br/wp-content/uploads/2011/12/13-Festa-do-Livro.jpg" alt="13a Festa do Livro da USP 2011" width="500" height="500" /></p>


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		<title>Guia de livrarias foi apresentado em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 15:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel De Luccas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[50 Livrarias de Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Marcolini]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro Lipszyc]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <em><a href="http://www.atelie.com.br/shop/detalhe.php?id=582">50 Livrarias de Buenos Aires</a></em> foi apresentado dia 18 de novembro, no seminário organizado pela Funceb para debater as políticas de apoio ao livro no Brasil e na Argentina. Estiveram presentes no evento a autora Adriana Marcolini, o fotógrafo do livro Alejandro Lipszyc e  o vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro, Bernardo Gurbanov.</p>
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