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Sucesso do americano Paul Collins, A Casa dos Seis Tostões ganha tradução da Ateliê Editorial

Em elogiada obra autor narra a própria experiência ao se mudar para a “Cidade dos Livros”

CasaPaul Collins e sua família abandonaram as colinas de San Francisco para se mudarem para o interior do País de Gales – para se mudarem, na verdade, para a vila de Hay-on-Wye, a “Cidade dos Livros”. O lugar é considerado um santuário para os bibliófilos, pois com apenas mil e quinhentos habitantes, possui quarenta livrarias. Parece ficção, mas não é.

Em A Casa dos Seis Tostões – Perdido Numa Cidade de Livros, o autor compartilha suas memórias sobre a nova vida, de maneira descontraída, muitas vezes cômica. A obra é a história dos livros em si: como são escritos, lidos, ou não lidos, como vêm a ser publicados e deixam de ser publicados, e como são destruídos.

Com tradução de Marcelo Rollemberg e capa do premiado designer Gustavo Piqueira, o projeto de lançar a obra no Brasil está alinhado com a filosofia da Ateliê Editorial: ser uma editora que tem como objetivo discutir a importância do livro para além de seu projeto estético, servindo da melhor maneira às palavras do autor.  “Se você sonha em viver cercado de livros, é impossível escolher um destino melhor que Hay-on-Wye, no País de Gales […] O amor [de Collins] por suas excentricidades chega ao leitor em alto e bom som, assim como seu amor pelos livros. Acrescente este aos clássicos das vidas livrescas nas suas estantes”, destaca o New Orleans Times-Picayune.

 

Serviço

Bibliomania

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 272

ISBN: 978-85-7480-729-4

Preço: R$ 58,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

Site: www.atelie.com.br

Blog: blog.atelie.com.br 

Twitter: @atelieeditorial

Facebook: https://pt-br.facebook.com/atelieeditorial

Contatos para Imprensa:

Milena O. Cruz

imprensa@rda.jor.br

Tel: (11) 4402-3183/(11) 98384-3500

 

 

Ateliê Editorial lança Bibliomania

Marisa Midori Deacto e Lincoln Secco compartilham homenagens, impressões, histórias, memórias e ensaios sobre o mundo dos livros

Bibliomania“Escrever sobre livros é tarefa sem fim”, diz Marisa Midori Deacto na abertura de Bibliomania. No entanto, o material que ela e o autor Lincoln Secco produziram sobre o tema nos dois anos que escrevem para a Revista Brasileiros permitiu a criação de uma bela edição, com capa dura e projeto gráfico de Gustavo Piqueira. Os textos, de curto formato, falam sobre todo tipo de assunto, sendo o livro sempre o protagonista: das mudanças no mercado editorial, até sonhos, fé e razão.

“Recentemente o grande escritor alemão Gunther Grass disse que o livro voltará a ser o que era até um século atrás: um bem valioso que se coleciona e se deixa como herança aos filhos. Um livro assim poderá ser encadernado com beleza. O prazer de ler uma obra assim continuará a ser estético e físico e encantará os olhos antes das mãos, do olfato e talvez dos ouvidos”, diz Lincoln Secco em um dos textos da obra.

Marisa Deacto, por sua vez, afirma em outro: “O livro é uma obra de arquitetura modelar. A peça guarda entre duas capas toda a verdade do mundo. Mas também as maiores mentiras, as crenças, as decepções, as vitórias e as derrotas acumuladas e imaginadas pela humanidade. Não há, enfim, temática ou gênero literário que não caiba em sua superfície.”

Serviço

Bibliomania

Formato: 12 x 16 cm

Número de páginas: 232

ISBN: 978-85-7480-722-5

Preço: R$ 50,00

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

Site: www.atelie.com.br

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Ateliê celebra o Dia Mundial do Teatro com Pacote Especial

Leitor poderá adquirir quatro títulos com 45% de desconto
 

“Ir ao teatro é como ir à vida sem nos comprometer”, disse o poeta Carlos Drummond de Andrade. Nessa grande viagem cabem todos os corações e por isso a Ateliê Editorial criou um pacote especial para celebrar o Dia Mundial do Teatro, em 27 de março, data criada pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI) em homenagem à inauguração do Teatro das Nações, em Paris.
No site da editora, quatro livros relacionados ao tema estão disponíveis com 45% de desconto, por tempo limitado: Teatro de Animação; Tragédia Grega – O Mito em Cena; Meu Fausto (Esboços); e Teatro Russo – Literatura e Espetáculo.
Sem t’tulo-6Em Teatro de Animação, Ana Maria Amaral analisa como bonecos, máscaras, objetos e sombras são capazes de representar, com sensibilidade e poesia, pessoas, animais e ideias abstratas. No teatro de animação, os recursos convencionais de voz e corpo cedem lugar a uma experiência cênica que exige outras técnicas para estimular a imaginação do espectador. Ana Maria Amaral reflete sobre a história dessa manifestação artística e discute seu papel em instigar novas formas de fazer, ver e entender o teatro.
Sem t’tulo-10Tragédia Grega – O Mito em Cena, é um ensaio em que Daisi Malhadas traça as origens da tragédia, descreve as representações em Atenas e analisa a presença do gênero no Brasil. Professora e pesquisadora da Unesp, a autora faz uma releitura crítica do teatro clássico e, de modo claro e inovador, fornece um contraponto à teoria aristotélica, segundo a qual existe uma superioridade da arte literária em relação ao teatro.
meu_fausto

Esta edição de Meu Fausto (Esboços), de Paul Valéry, tem apresentação de João Alexandre Barbosa; Introdução, Tradução e Notas de Lídia Fachin e Sílvia Maria Azevedo. Valéry, então um homem de sessenta e dois anos, se apaixona pela jovem Jeanne Loviton, que irá abandoná-lo para se casar com o editor Robert Denöel, ao final, assassinado em 1944, por ter colaborado com os nazistas. O poeta jamais vai se recuperar do duro golpe, e morre no verão de 1945. Por isso, Meu Fausto, que se esperava seria a grande realização de Paul Valéry, permanece na condição de esboço, uma obra aberta à espera de continuidade nas recriações futuras do mito do Fausto.
teatro-russo

Teatro Russo – Literatura e Espetáculo, traz um amplo debate sobre os mais variados aspectos, que cercam a história e a estética da arte teatral na Rússia. Organizado por Arlete Cavaliere e Elena Vássina, o livro faz um exame atento da interação orgânica entre as diferentes linguagens, que conformam o ato teatral. Assim, os textos deste volume interessam pelo alto grau de inovação investigativa na abordagem de questões cruciais para os estudos do fenômeno do teatro, tais como a arte do ator e a do encenador, a função do diretor, o papel do dramaturgo e do texto literário, a criação do cenógrafo e do coreógrafo na estruturação do texto cênico.
Saiba mais em: http://www.atelie.com.br/livro/especial-teatro/

 
Serviço
Pacote Especial Teatro: R$ 85,25

Teatro de Animação
ISBN: 85-85851-25-2
Número de páginas: 128
Edição: 3ª
Ano: 2007 (1ª edição: 1997)

Tragédia Grega – O Mito em Cena
ISBN: 85-7480-187-9
Número de páginas: 111
Edição: 1ª
Ano: 2003

Meu Fausto (Esboços)
ISBN: 978-85-7480-542-9
Número de páginas: 176
Edição: 1ª
Ano: 2011

Teatro Russo – Literatura e Espetáculo
ISBN: 978-85-7480-567-2
Número de páginas: 432
Edição: 1ª
Ano: 2011

Sobre a Ateliê
A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).
Site: www.atelie.com.br
Blog: blog.atelie.com.br
Twitter: @atelieeditorial
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Milena O. Cruz
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Ateliê Editorial coloca novo site no ar

Com um design totalmente remodelado, a página apresenta novos conteúdos e mudanças para facilitar navegação dos amantes de livros

SiteO acesso à página da Ateliê Editorial ficou mais atrativo e fácil de navegar. Novos recursos estão disponíveis para compartilhar com o internauta informações de maneira mais moderna, dinâmica e intuitiva.

Agora o site é responsivo. Isso significa que ele se adapta às mais diferentes telas, permitindo que a navegação seja feita do tablet, do celular ou do computador tradicional. Assim, fica mais fácil que antes para o internauta encontrar o que precisa. E como a Ateliê sabe a importância que o leitor dá a livros bonitos e bem-acabados, o novo site tem um espaço ainda maior para as capas, no qual é possível conhecer cada detalhe e observar melhor as cores e as ilustrações. Além disso, ele apresenta informações mais profundas e detalhadas sobre cada obra. Dá até para baixar partes de alguns livros em PDF, saber melhor do que tratam e como cada autor enfoca o tema.

O novo site tem uma área reservada especialmente para que os leitores avaliem os livros. Para deixar uma opinião, basta estar logado como cliente. Essa é uma ferramenta que reforça o objetivo da editora de criar uma comunidade de leitores, que já vem acontecendo com a campanha #minhahistoriacomlivros. Usando a hashtag, os leitores podem compartilhar histórias e opiniões nas redes sociais. Agora, a ferramenta disponível no site amplia a possibilidade de interação. Na área do cliente também é possível criar a própria lista de desejos e assim concentrar em um só lugar toda aquela lista que – quem é leitor sabe – vive crescendo.

Mais um ponto positivo é que o site disponibiliza o histórico de compras do cliente, fazendo com que seja mais simples saber o que já se tem ou não. Por meio do rastreamento de entrega, também é possível saber o status do pedido: se o pagamento já foi aprovado, se o livro já foi postado no correio e qual a previsão de chegada. E como não podia deixar de ser, a economia também tem lugar garantido no novo site da Ateliê. Foi criada a seção Outlet, na qual o leitor encontra livros em promoção a preços realmente baixos. Outra novidade são os cupons de desconto, que podem ser adquiridos de muitas formas diferentes. Acesse www.atelie.com.br e veja todas essas mudanças.

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

 

Site: www.atelie.com.br

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Ateliê lança Matéria Lítica: Drummond, Cabral, Neruda e Paz

Obra da coleção Estudos Literários chega ao número 50 e apresenta quatro ensaios de leitura crítica de poesia

Lítica“Lítico” é o adjetivo relativo à pedra e Mario Higa, em Matéria Lítica, reuniu poetas conhecidos por usarem o mineral em suas obras literárias. A presença da “pedra”, portanto, é o ponto de partida para ajudar o leitor a entender e interpretar textos de quatro poetas latino-americanos do século XX.

“Para Cabral, Neruda e Paz, a pedra e o mundo mineral constituem uma imagem identitária, ou uma figura da imagística, de suas obras”, explica Higa na introdução do livro. Já Drummond aparece com a análise do poema “No Meio do Caminho”, que possui na pedra sua imagem central. Higa conta que esse poema fez com que Drummond muitas vezes fosse chamado, na maioria com sentido pejorativo, de poeta da pedra, por conta de sua ‘pedra no meio do caminho’.

Em Matéria Lítica o autor, que é professor assistente do departamento de Espanhol e Português do Middlebury College (Vermont, EUA), adotou um método crítico que entende o texto poético como um objeto dinâmico, que formula problemas ou impasses interpretativos. Nesse sentido, ele diz: “Nos capítulos deste livro, o poema constituirá o espaço onde o ‘combate entre clareira e ocultação’ se trava diante do leitor, combate que busca não apenas fazer emergir pela abertura, ou clareira do poema, o sentido que se oculta nos interstícios de sua malha textual, mas também, e sobretudo, o efeito de espanto do pensamento que a desocultação desse sentido produz.”

 

Coleção Estudos Literários

O lançamento de Matéria Lítica é marcado por ser o 50º título da coleção Estudos Literários, que nasceu em 1999. O objetivo é levar ao grande público, interessado pelo universo da literatura, estudos e pesquisas acadêmicas que, sem a existência da coleção, só chegariam ao conhecimento de um número restrito de pessoas. Para fazer parte da coleção, os trabalhos acadêmicos ganham uma edição cuidadosa e um belo projeto gráfico para que levem um conteúdo rico, de maneira agradável, aos leitores. Assim, a coleção dá espaço à nova geração de pesquisadores brasileiros e permite o conhecimento de ideias originais e contemporâneas.

 

Serviço

Matéria Lítica: Drummond, Cabral, Neruda e Paz

Formato:  12,5 x 20,5 cm

Número de páginas: 304

ISBN:978-85-7480-726-3

Preço: R$ 44,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Ateliê Editorial e Edições Sesc São Paulo lançam obra que retrata a trajetória de Tomás Santa Rosa como capista

Publicação reúne cerca de 300 capas do artista, em um trabalho que Luís Bueno levou dez anos para realizar

Tomás Santa Rosa dedicou-se a vários ofícios no campo das artes plásticas: executou pinturas e gravuras, criou capas, ilustrações e projetos gráficos para livros, revistas e jornais, elaborou cenários e figurinos para o teatro. Foi responsável pela cenografia da peça “Vestido de noiva”, dirigida por Ziembinski em 1943, considerada um divisor de águas no processo de modernização do teatro brasileiro. A convivência com Portinari, com quem trabalhou e de quem se tornou amigo, permitiu que aperfeiçoasse o seu apurado senso estético. Com esse conhecimento, Santa Rosa passou a assinar a coluna de crítica de arte no “Diário de Notícias” em 1945, herdando o posto do aclamado Di Cavalcanti.

Luís Bueno destaca neste livro o que considera fundamental para o conhecimento da história da editoração e do design gráfico no Brasil: as capas criadas por Santa Rosa. Com isso, permite ao leitor acompanhar a transição das capas predominantemente tipográficas para as ilustradas, bem como compreender o aprimoramento crescente do campo editorial.

CapasA obra contém textos do autor e reúne cerca de 300 capas, até então dispersas em sebos, coleções particulares e bibliotecas, e que servem como fonte de pesquisa para futuros trabalhos sobre a história do livro e das artes visuais. Segundo Ricardo Assis, designer responsável pela capa do livro, a estratégia foi a de utilizar as mesmas fontes escolhidas por Santa Rosa, que se tornaram a marca de seu trabalho: “Partindo delas fizemos uma composição inspirada no estilo dele, com cores e fundos que lembrassem ao leitor as características principais de seu trabalho.”

A ideia da obra surgiu em 1999, quando Luís Bueno redigia sua tese de doutorado e leu vários romances brasileiros da década de 1930. Sua entrada no universo de Santa Rosa começou pelos textos dos livros para os quais ele criou capas. Para o autor, “é natural que neste livro o artista seja apresentado, sobretudo, como um leitor”. Bueno afirma ainda que: “Foi a partir dos textos que as capas começaram a chamar minha atenção para alguma coisa que está para além da beleza das ilustrações ou do equilíbrio da distribuição dos elementos que as compõem. É que nelas se percebe que o Santa Rosa é um artista de formação muito ampla”. Como esse material estava disperso, com o tempo se tornava cada vez mais inacessível. Nesse sentido, Bueno tentou reunir o maior número possível de capas desenhadas pelo artista: “Reuni-lo num volume é uma forma de preservá-lo – ainda que o contato direto com os livros seja importante – para que outras pessoas se animem a enfrentar a tarefa de avaliar a posição de Santa Rosa na cultura brasileira do século XX”.

FICHA TÉCNICA

Formato: 23 x 27 cm

Páginas: 288 páginas

ISBN Ateliê Editorial: 978-85-7480-727-0

ISBN Edições Sesc SP: 978-85-69298-59-5

Preço: R$ 118,00

SOBRE O AUTOR

Doutor em Teoria e História Literária pela Unicamp, Luís Gonçalves Bueno de Camargo é professor de Literatura Brasileira na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e bolsista produtividade do CNPq. Publicou em 2006 o livro Uma história do romance de 30 (Edusp/ Editora da Unicamp, 712 p.). É coorganizador de A confederação dos Tamoios: edição fac-similar seguida da polêmica sobre o poema (Editora UFPR, 2007, 540 p.) e de A tradição literária brasileira entre a periferia e o centro (Argos, 2013, 271 p.). Publicou dezenas de artigos e capítulos de livros no Brasil e no exterior. Foi diretor da Editora UFPR entre 2002 e 2007.

SOBRE A ATELIÊ EDITORIAL

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SOBRE AS EDIÇÕES SESC SÃO PAULO

Segmento editorial do Sesc, as Edições Sesc São Paulo têm o intuito de expandir o campo de ação da instituição, atendendo a um público cada vez maior. Seu catálogo abrange diversas áreas do conhecimento, com ênfase em artes e ciências humanas, tendo a programação artístico-cultural e educativa do Sesc como uma das principais fontes de conteúdos da editora.

 

Assessoria de Imprensa | Ateliê Editorial

RDA Comunicação Corporativa 11 4402-3183 | 11 98384-3500

Milena O. Cruz imprensa@rda.jor.br

www.rda.jor.br

 

Assessoria de imprensa | Edições Sesc São Paulo

Buriti Comunicação 11 2892 4867

Paula Corrêa – paula@buriticomunicacao.com

Marina Abramowicz – marina@buriticomunicacao.com

www.buriticomunicacao.com

 

Edições Sesc São Paulo | Comunicação

Marina Pereira

[11] 2227-7452

marina@edicoes.sescsp.org.br

edicoes@edicoes.sescsp.org.br

Ateliê Editorial marca presença na Expo Revestir 2016

Os livros da editora compõem a ambientação do estande da Cerâmica Portinari

Estande da Cerâmicas Portinari, com ambientação de Elizabeth Álvares

Estande da Cerâmicas Portinari, com ambientação de Elizabeth Álvares

Conhecida pelo cuidado e elegância com que realiza a edição de todos os livros que mantém em catálogo, a Ateliê Editorial foi convidada pela Cerâmica Portinari – uma das maiores empresas de revestimento cerâmico do Brasil – a colocar alguns de seus títulos na estante que compõe o ambiente do estande da marca na Expo Revestir 2016.

A feira, que acontece entre 1 e 4 de março em São Paulo, é o evento mais importante da cadeia produtiva da construção brasileira e atrai arquitetos, designers de interiores, paisagistas e lojistas. “Pedimos o apoio da Ateliê Editorial porque sabemos que seus livros atendem o mesmo público que visita a feira”, afirma a designer de interiores Elizabeth Álvares, responsável pela ambientação do estande. A Ateliê valoriza o livro enquanto objeto e por isso traz aos leitores projetos gráficos e editoriais de alta qualidade, desde o tipo de papel até as capas – muitas delas, premiadas internacionalmente.

O estande da Cerâmica Portinari abriga cerca de 500 livros da editora, entre os quais títulos como Esplendor do Barroco Luso-Brasileiro, de Benedito Lima de Toledo, que foi vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Arquitetura e Urbanismo; O Design do Livro, de Richard Hendel; Arte, Dor: Inquietudes entre Estética/Psicanálise, de João A. Frayze-Pereira; Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira e o recente lançamento A Voz que Canta na Voz que Fala – Poética e Política na Trajetória de Gilberto Gil, de Pedro Henrique Varoni de Carvalho. Os livros não estarão à venda no estande, mas quem se interessar pode adquiri-los pelo site www.atelie.com.br. O estande da Cerâmica Portinari para a Expo Revestir 2016 é um projeto de arquitetura de interiores da Estúdio Piloti e tem ambientação de Elizabeth Álvares.

Serviço

Expo Revestir 2016

Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mario Vilas Bôas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP

De 1 a 4 de março de 2016, das 10h às 19h.

Cerâmica Portinari: Estande 245, pavilhão B, entre as ruas N e O.

 

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Ateliê apresenta o primeiro lançamento de 2016: Rumo à Vertigem ou a Arte de Naufragar-se

CapaLivro de poesias de Wassily Chuck faz uma viagem através da linguagem e mostra o embate entre o homem e a ausência de destino

Diplomata, Wassily Chuck naturalmente “navega pelas mais diferentes águas”. Sua relação com o mar, no entanto, ultrapassa o sentido simbólico e começou muito antes de sua chegada ao Itamaraty: “Nasci numa cidade junto ao mar. O sal e o rumor das ondas são minha marca de nascença”, diz. “O mar permeia todos os meus escritos e é sempre protagonista, mesmo quando não nomeado.”

Além do mar, outra constante nos escritos de Wassily Chuck é a referência ao silêncio. “Não nas palavras, nos silêncios do texto jaz o poema. As palavras somente tecem o espaço para que o silêncio se expresse”, afirma o autor. Nesse sentido, ele explica, a poesia seria a forma possível para dizer o indizível, a tentativa, sempre imperfeita (daí a tristeza em todo poema), de dar voz à secreta sintaxe do silêncio. Assim, com Rumo à Vertigem ou a Arte de Naufragar-se não poderia ser diferente.

O livro de poesias, que tem ilustrações de Luise Weiss, apresenta onze cantos, que somados ao prólogo e ao epílogo perfazem um total de treze capítulos, “indicando o número aziago que rege a viagem”, destaca o autor. Para Chuck, a imagem da vertigem liga-se diretamente à ideia do naufrágio. “Rumar à vertigem é rumar à linguagem, pois, para mim, escrever é mais que um verbo, é uma vertigem. E rumar à linguagem é buscar o abismo de silêncio de onde toda palavra emerge, é buscar o naufrágio”, afirma.

O volume é dedicado ao amigo do poeta, o crítico literário, professor e também escritor Ivan Teixeira – que morreu em 2013, mas que tomou conhecimento dos poemas de Rumo à Vertigem e discutiu parte deles com Chuck.

Segundo o autor, o livro narra a busca de uma “palavra cheia de silêncios”, que possa recriar e refundar um sentido para a vida em nosso mundo atual. “Trata-se, assim, de uma viagem através do niilismo de nosso tempo, do utilitarismo de nossas palavras, buscando um porto, um passo além do nada, uma voz mais nova e mais viva”, ressalta.

Sobre o processo de criação do livro, Wassily Chuck cita o poeta Rainer Maria Rilke, lembrando que a natureza de um poema está entre as coisas mais indizíveis e inexplicáveis. “Para mim, o poema é bicho de sombra, e o excesso de claridade o fere”, diz. “Quando escrevo, não traço um projeto exato do que escrever, para que um poema não vire um esquema. O livro navega e eu vou com ele, rumo à vertigem.”

Serviço

Rumo à Vertigem ou a Arte de Naufragar-se

Formato: 15 x 23 cm

Número de páginas: 184

ISBN: 978-85-7480-717-1

Preço: R$ 49,00

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Ateliê lança Desconhecer, de Ricardo Lima

Editora decide terminar o ano de maneira poética, com três títulos diferentes.Desconhecer é coletânea com 40 poemas

desconhecer

No dicionário, uma das definições de poesia é: caráter do que desperta o sentimento do belo. É assim que a Ateliê Editorial quer terminar o ano. Por isso, lança Desconhecer, obra de Ricardo Lima com 40 poemas, escritos ao longo de 3 anos – todos sem título, sem tema definido e em letras minúsculas. Isso porque, para o autor, o mais importante é a unidade formada por todos eles. “No caso dos meus poemas penso que títulos seriam limitadores, pois iriam sugerir uma leitura, direcionar a interpretação. Além disso, como os poemas são sempre curtos, a inexistência de títulos possibilita uma leitura mais ininterrupta do livro, como se fosse um grande poema”.

Ricardo Lima, que é também Coordenador Editorial da Unicamp, é autor de outras 5 obras. Entre elas, Pétala de Lamparina, livro de poemas também editado pela Ateliê Editorial, e que recebeu elogios de nomes como Paulo Franchetti e Marcos Pasche. Além disso, seus livros já foram resenhados por Caio Fernando Abreu, Augusto Massi, Manuel da Costa Pinto, entre outros.

Confira a seguir um dos poemas de Desconhecer:

 

para onde parte o próximo rio ?

 

o que em mim não é carne

em que cor dormirá ?

 

perguntas borbulham aos quarenta

 

mais tarde trincam como pele seca

 

depois mancham feito osso úmido.

 

Serviço

Desconhecer

Formato: 14x 21 cm

Número de páginas: 104

ISBN: 978-85-7480-724-9

Preço: R$ 40,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Os Manuais de Desenho da Escrita, título da coleção Artes do Livro, estuda a evolução do percurso tipográfico

"Os Manuais de Desenho da Escrita", de Maria Helena Werneck Bomeny

Depois da invenção da escrita, a invenção da tipografia é considerada como o avanço mais importante da civilização, pois permitiu a expansão da palavra escrita em escala global. A letra é a unidade básica da escrita alfabética, parte fundamental do sistema de comunicação universal. Ela passou e continua passando por constantes adaptações às novas tecnologias, que implicam em alterações formais de seu desenho. Ao longo de séculos, sua configuração visual sempre foi determinada pela criatividade do designer e pela busca permanente de formas de letra mais simples e rápidas, no intuito de acelerar sua execução e leitura.

Os Manuais de Desenho da Escrita, oitavo título da Coleção Artes do Livro, da Ateliê Editorial, oferece uma análise das letras no aspecto particular de seu desenho, principalmente em suas relações com os suportes em que elas eram impressas ou gravadas.

O ponto de partida de Maria Helena Werneck Bomeny é a releitura dos principais manuais de desenho da escrita de quatro épocas consideradas renovadoras: o Renascimento, da chancelesca de Ludovico degli Arrighi (1522); o Neoclássico e a tipografia de Giambattista Bodoni (1818); as vanguardas do século XX e os traba- lhos/manifestos de Jan Tschichold (1928) e, finalmente, o Estilo Internacional ou Suíço e a obra de Emil Ruder (1967).

Estes manuais representam verdadeiras compilações das essências conceituais mais significativas de cada período. São testemunhos fundamentais do desenvolvimento da escrita e da maneira de se apresentar uma mensagem a um leitor. Estudando-os, torna-se possível entender e interpretar a evolução conceitual, formal e tecnológica que aconteceu no percurso tipográfico e quais os vínculos formais criados entre os processos caligráficos, tipográficos e digitais.

Maria Helena Werneck Bomeny é graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado, mestre e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É professora de design gráfico da Escola Panamericana de Artes e do Centro Universitário Senac. 

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