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Livros e Subversão traz seis estudos sobre período em que livros eram considerados ameaça ao Estado

Obra traz análise de documentos pouco estudados e até inéditos

livrosLivros e Subversão, organizado por Sandra Reimão, pesquisadora e professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, mostra, em seis estudos, como os livros eram vistos pela Ditadura (1964 a 1985) como possíveis instrumentos de subversão da ordem estabelecida e como potenciais inimigos a serem combatidos. A obra também apresenta estudos sobre editores e livreiros que fizeram de suas atividades profissionais uma forma de luta por mudanças da realidade social. Diferentes pesquisadores abordam a vigilância, as perseguições, intimidações, ameaças e atentados praticados pelo regime ditatorial contra os suspeitos de subversão. É o caso do jornalista Zuenir Ventura, perseguido e acusado de ser um simpatizante das ideias comunistas, como mostra estudo de Felipe Quintino.

Flamarion Maués aborda o caso da Global Editora, que na década de 1970 passa de uma editora generalista para uma editora de livros políticos. Já o estudo de Ana Caroline Castro mostra como a posse de vinte e um livros de “literatura comunista” foi o primeiro item arrolado na acusação de subversão contra Francisco Gomes, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN). Essa acusação é parte do processo do Projeto Brasil: Nunca Mais.

Andrea Lemos fala da Revista Civilização Brasileira, que chegou ao fim após um atentado a bomba contra a Livraria Civilização Brasileira, em outubro de 1968, assim como pelas restrições ao crédito bancário depois do golpe. As consequências de uma conjuntura de fechamento político sobre editores e livreiros são analisadas em dois artigos escritos por Sandra Reimão, Flamarion Maués e João Elias Nery. No primeiro, eles analisam como a publicação de O Estado e a Revolução, de Lenin, feita por uma pequena editora de Niterói, em outubro de 1968, levou à prisão dos editores da obra às vésperas do AI – 5. Em outro artigo os autores estudam a livraria que foi fundada em fevereiro de 1967 e que manteve-se em funcionamento no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (Crusp) até 17 de dezembro de 1968, quando tropas do II Exército invadiram o Conjunto.

Os estudos publicados envolveram análise de documentos, muitos deles pouco estudados ou mesmo inéditos. “Acreditamos que o conjunto dos textos que compõem este livro permite uma visão clara e ampla do sentido político e de intervenção social que a edição de livros tem, em especial em momentos nos quais as liberdades democráticas são atacadas”, diz a introdução da obra.

Serviço

Livros e Subversão – Seis Estudos

Formato:  14 x 21 cm

Número de páginas: 176

ISBN: 978-85-7480-743-0

Preço: R$ 47,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

Site: www.atelie.com.br

Blog: blog.atelie.com.br

Twitter: @atelieeditorial

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Realidades e Ficções na Trama Fotográfica ganha nova edição da Ateliê

Publicada pela primeira vez em 1999, obra de Boris Kossoy continua sendo referência, 17 anos depois, para amantes da fotografia e estudiosos de áreas como comunicação, jornalismo, história e ciências sociais

Realidades2

Segunda obra da trilogia de Boris Kossoy, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica apresenta um conjunto de textos que representam as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas pelo pesquisador (as outras são Fotografia & História e Tempos da Fotografia). O livro traz reflexões sobre os mecanismos mentais que regem a representação (produção) e a interpretação (recepção) da fotografia. De maneira didática o autor explica o processo de construção de realidades e, portanto, de ficções que a imagem possibilita.

A 5ª edição da obra traz notas explicativas ao longo do texto com o objetivo de melhor contextualizar determinados temas tratados na narrativa. O livro é dividido em três partes. Na primeira, basicamente teórica, há a retomada de conceitos anteriormente esboçados e discutidos por Kossoy, alguns tratados em Fotografia & História e em outros trabalhos. “A proposta se estende ao estudo das fontes fotográficas, e não poderia ser de outra maneira pois interessa-nos, sobretudo, propiciar elementos para que se perceba em que medida essas fontes têm se prestado para registrar e direcionar nossa compreensão sobre os fatos da história”, esclarece o autor na introdução da obra.

Na segunda parte o autor aplica os conceitos discutidos inicialmente, sobre um dado momento histórico: a passagem do Império para a República. Desmonta o uso ideológico que os donos do poder econômico e político fazem da fotografia, com o objetivo de apresentar o Brasil como terra promissora de “esplendor e progresso”, que vive sua plena modernidade. Na realidade, trata-se de um projeto de divulgação do país no Exterior, planejado e executado como uma peça publicitária, na qual o documento fotográfico é transformado em instrumento de propaganda. Demonstra assim, Kossoy, como são construídas realidades (e ficções) a partir e, em torno da fotografia. Na terceira parte, Kossoy retoma questões ligadas à problemática da memória, um tema sempre presente nas obras do autor.

O cerne da obra está na sua demonstração do processo de criação/construção de realidades que a fotografia proporciona, sempre, e é por todos utilizada, independentemente de lugar, época ou sistema fotográfico. Daí a sua atualidade.

Após 17 anos de sua primeira edição o livro se constituiu em obra de referência aos pesquisadores e estudiosos de várias áreas das Ciências Humanas e Sociais.

 

Serviço

Realidades e Ficções na Trama Fotográfica

Formato:13 x 20 cm

Número de páginas: 152

ISBN: 978-85-7480-730-0

Preço: R$ 39,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Ateliê lança Palmeirim de Inglaterra, irretocável exemplar de uma novela de cavalaria

PalmeirimQuem foi Francisco de Moraes? O que vem a ser o Palmeirim de Inglaterra? Por que o texto mereceu coedição (Ateliê/Unicamp) tão zelosamente cuidada, planejada nos mínimos detalhes para integrar a coleção “Clássicos Comentados” da Ateliê? Afinal, que interesse o leitor de hoje pode ter em um livro cuja primeira edição é supostamente de 1544?

Comece-se por destacar que o esmero editorial faz jus à trabalhosa tarefa de organizar a atual edição: segundo os professores envolvidos (Lênia Márcia Mongelli, titular de Literatura Portuguesa da USP, Raúl Cesar Gouveia Fernandes (FEI), Fernando Maués (UFPA) e Nanci Romero (UNIFESP), todos doutorados pela USP), essa tarefa demandou em torno de oito anos de pesquisas, metade deles dedicados à transcrição das fontes, pois o grupo tomou por base o exemplar de 1567 (o mais conhecido), que se encontra na Biblioteca da Ajuda, em Portugal, devidamente cotejado com as edições posteriores de 1786, 1852 e 1946, todas baseadas naquela anterior. Ainda foi levada em conta a edição de 1592, bastante mutilada, mas supostamente oriunda da que seria a edição princeps, de 1544, descoberta na Biblioteca Cigarral del Carmen, em Toledo, na Espanha.

Francisco de Moraes teria gostado de ver a atenção dispensada à obra a que ele dedicou o melhor de seu apuradíssimo estilo,  aqui belamente preservado no frescor da estrutura sintática e das escolhas semânticas próprias do século XVI, modernizado apenas o suficiente para atender às necessidades do leitor de hoje. Se a obra teve o raro prestígio das tantas edições consecutivas é porque ela agradava principalmente aos cortesãos, em meio aos quais viveu Moraes, agregado à corte portuguesa de D. João III e como secretário de D. Francisco de Noronha, segundo conde de Linhares. Daí suas duas grandes viagens a Paris, experiências de que impregnou vivamente o Palmeirim, oferecendo-nos deliciosas descrições do modo de vida palaciano quinhentista.

Quando  Miguel de Cervantes, ao queimar todos os livros de cavalarias que teriam sido responsáveis pelas loucuras de D. Quixote, resolveu salvar da fogueira o Palmeirim de Inglaterra; quando Mario Vargas Llosa confessa que a leitura do Tirant lo Blanc, do mesmo gênero, é uma das mais gratas lembranças que ele trouxe da juventude – temos pelo menos dois importantes testemunhos de que a matéria cavaleiresca, cujo interesse, desde a Idade Média Central, se estendeu pelo século XVII afora, é bem mais do que as aventuras do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda ou a busca do Graal. No caso das novelas quinhentistas portuguesas – e o Palmeirim inaugura todo um vasto ciclo de títulos – não há que esquecer que o pano de fundo delas, histórico,  é o período das navegações ibéricas…  Magos, feiticeiras, animais monstruosos e gigantes invencíveis são pura fantasia ou povoaram mesmo o imaginário daqueles navegantes que se punham temerariamente ao mar? Palmeirim de Inglaterra e seu irmão gêmeo Floriano do Deserto, heróis da narrativa, equivalem aos corajosos marinheiros de outrora?  Confira por você mesmo, caro leitor!

Serviço

Palmeirim de Inglaterra

Formato:  18 x 27cm

Número de páginas: 744

ISBN Ateliê Editorial: 978-85-7480-735-5

ISBN Edições da Unicamp: 978-85-268-1335-9

Preço: R$ 182,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

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Cartas a Miranda, de Quatremère de Quincy, ganha primeira tradução em português

Ao tratar de temas como preservação e transferência de obras de arte, obra de 1796 guarda íntima relação com a atualidade

TesteQuatremère de Quincy publicou as Cartas a Miranda em 1796. O destinatário seria o general Francisco de Miranda, que propôs que Quatremère abordasse, sob o ponto de vista das artes, os perigos de espoliação dos monumentos de Roma depois das vitórias do General Bonaparte no norte da Itália. Por isso, as cartas abordam questões como preservação e o problema da transferência de obras de arte, questões entrelaçadas com a teoria do autor de como se aprende o fazer artístico e a apreciar a produção artística.

Cartas a Miranda: Sobre o Prejuízo que o Deslocamento dos Monumentos da Arte da Itália Ocasionaria às Artes e à Ciência tem tradução e organização dos pesquisadores Paulo Mugayar Kühl, professor do Instituto de Artes da Unicamp, e Beatriz Mugayar Kühl, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Usp. No livro, eles mostram que Quatremère de Quincy elabora de maneira original a intrínseca relação da obra com o contexto em que está inserida, e a importância capital desse contexto, entendido de modo alargado, abarcando variados aspectos como o clima, as formas da natureza, as fisionomias, as lembranças e as tradições locais, os jogos, as festas. Trabalha de modo articulado com aquilo que hoje chamamos de patrimônio material e imaterial, mostrando sua inter-relação e o fato de serem inseparáveis. A obra amplia os horizontes de reflexão da preservação de monumentos históricos e dá passos essenciais para a formação do campo disciplinar do restauro, que ocorre posteriormente. “Quatremère desenvolve seu raciocínio a partir de uma base ética em prol do interesse público e do bem comum”, afirma Beatriz Mugayar Kühl. “Seus textos oferecem vários pontos para reflexão e antecipam algumas das principais vertentes de atuação do século XIX, que ofereceram bases essenciais, a partir de releituras críticas, ao pensamento sobre o restauro ao longo do século XX, e até os dias de hoje”, conclui.

Em Cartas a Miranda: Sobre o Prejuízo que o Deslocamento dos Monumentos da Arte da Itália Ocasionaria às Artes e à Ciência os organizadores apresentam ainda ensaios introdutórios que precedem a tradução. No primeiro, Paulo Mugayar Kühl aborda o problema da transferência de obras de arte, inclusive no que respeita a repercussões para o Brasil. No segundo, Beatriz Mugayar Kühl explora algumas das questões levantadas por Quatremère de Quincy em suas implicações para a preservação de bens culturais.

 

Serviço

Cartas a Miranda: Sobre o Prejuízo que o Deslocamento dos Monumentos da Arte da Itália Ocasionaria às Artes e à Ciência

Formato: 20 x 12, 5 x 0, 8 cm

Número de páginas: 144

ISBN: 9788574807362

Preço: R$ 28,00

 

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Estimar Canções – Estimativas íntimas na formação do sentido é o novo livro de Luiz Tatit

Estimar

Na obra, autor faz uso de conceitos da Semiótica para explicar a construção de sentido nas canções brasileiras

Como estimar os elementos de uma canção? Segundo Luiz Tatit, é comum que se avalie uma canção do ponto de vista musical, o que pouco ajuda na compreensão sobre essa linguagem. Por isso, o mais novo livro do professor titular do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, Estimar Canções – Estimativas íntimas na formação do sentido, traz um enfoque que em geral não é considerado: como se forma o sentido na canção.

Na obra, Tatit também chama atenção para as dosagens avaliativas e as quantificações subjetivas típicas do pensamento humano para, a partir disso, detalhar como essas estimativas ocorrem nas canções. Assim, o “estimar” do título tem um duplo significado. “A gente analisa aquilo que gosta”, diz o autor, para, em seguida, completar: “estimar também corresponde a ‘calcular’ o tanto de musicalização, oralização, tematização e passionalização que o compositor investe em cada canção produzida”.

Segundo Tatit, o estudo da linguagem da canção deve sempre focalizar o encontro da melodia com a letra. É esse encontro que faz a melodia (neutra) virar um modo de dizer, uma sequência entoativa semelhante a que usamos em nossa fala diária. Uma vez configurado o modo de dizer, o compositor pode submetê-lo a um tratamento musical apurado ou intensificar ainda mais o processo de oralização. “No caso da musicalização, as unidades entoativas valem menos, pois o compositor faz prevalecer os recursos harmônicos e rítmicos, ao mesmo tempo em que atenua a relevância da letra, criando versos avulsos (sem narrativa) ou aproveitando sobretudo suas aliterações e suas rimas. No caso da oralização, as unidades entoativas valem mais e, no extremo, chegamos à quase neutralização de parte dos elementos musicais para que a ênfase fique na mensagem do componente linguístico, como é o caso do rap,” explica o autor.

Em outros casos, o que o compositor acrescenta à canção pode fazer dela um gênero no qual prevalece a recorrência de motivos melódicos ou refrãos que se compatibilizam com letras de exaltação de algum conteúdo – como o amor, a terra natal etc. É o caso de algumas antigas marchinhas, baiões e música axé. A isso, Tatit chama de tematização. Já alguns boleros, sertanejos, sambas-canções e músicas românticas são exemplo de canções passionais, na medida em que apresentam melodias desaceleradas, que estendem a duração das notas sem formação clara de motivos, e estão ligadas à busca do objeto desejado.

Para o autor, esse processo é como uma receita culinária: “Se acrescentar oralização, a canção pode virar um gênero mais falado, como o rap por exemplo. Se insistir na pureza musical, a canção pode adquirir traços do jazz ou mesmo da nossa bossa nova dos anos 60”, diz Tatit, que explica que os aspectos da teoria semiótica utilizados na obra servem para “estimar” qualquer canção.

Serviço

Estimar Canções – Estimativas íntimas na formação do sentido

Formato:  14 x 21 cm

Número de páginas: 176

ISBN: 978-85-7480-737-9

Preço: R$ 34,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

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Ateliê lança Os Processos de Criação em À Sombra das Raparigas em Flor

Novo livro de Philippe Willemart aprofunda o estudo do segundo volume de Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust

A Ateliê EditorCapa2ial está lançando Os Processos de Criação em À Sombra das Raparigas em Flor – A Pulsão Invocante e a Psicologia no Espaço em Proust. O livro foi escrito por Philippe Willemart, prof. titular em literatura francesa pela USP, de formação psicanalítica. Na obra, ele analisa a primeira parte do primeiro capítulo de À Sombra das Raparigas em Flor, segundo dos sete volumes do clássico Em Busca do Tempo Perdido, obra-prima de Marcel Proust, escrita entre 1908 e 1922.

“Numa primeira parte, leremos treze análises que percorrem o livro até as numerosas páginas sobre o escritor Bergotte, onde parei”, afirma Willemart na introdução da obra. “Numa segunda parte, aperfeiçoei o que tinha elaborado sobre as rodas da escritura e da leitura nas obras anteriores, com a ajuda das descobertas proustianas e outras”, completa.

Ao longo do processo de criação de Em Busca do Tempo Perdido, Proust escreveu 75 cadernos de rascunho, conhecidos como os cadernos manuscritos. Willemart fez uso deles ao empregar em seu estudo um número considerável de passagens desse material, registrando assim etapas muito diferentes da criação do livro. Segundo o pesquisador, os rascunhos permitem distinguir o essencial da narrativa.

“Como ‘o analista que conclui as palavras do analisando’, faz parte da proposta dos livros de Philippe Willemart sobre Proust conseguir verbalizar o que ficou apenas sugerido pelo escritor”, reflete Guilherme Ignácio da Silva no prefácio do lançamento.

O ensaio teve origem na preparação de uma disciplina para estudantes do último ano da graduação em francês na Universidade de São Paulo, o que faz a obra apresentar um caráter didático sobre Proust.

Serviço

Os Processos de Criação em À Sombra das Raparigas em Flor – A Pulsão Invocante e a Psicologia no Espaço em Proust

Formato:  12,5 x 20,5 cm

Número de páginas: 224

ISBN: 978-85-7480-732-4

Preço: R$ 38,00

 

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Ateliê Editorial lança 5ª edição da Revista Livro

Para Marisa Midori Deaecto e Plinio Martins Filho, editores da revista, publicação guarda um projeto maior: preservar a memória do livro como guardião da humanidade

 PRIMEIRA CAPA REV LIVRO 5

 

Uma revista para quem ama os livros e, ainda mais, ama ler sobre eles. A Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (NELE) une textos de vários professores e pesquisadores que, em várias seções, apresentam o livro como objeto de estudo. Acervo e Arquivo, por exemplo, trazem ao conhecimento o que antes estava guardado. Na primeira João Carlos de Oliveira e Álvaro Costa de Matos mostram ao público brasileiro alguns aspectos da composição da Hemeroteca de Lisboa. Na segunda, Felipe P. Rissatto e Leopoldo Bernucci apresentam novidades fresquinhas sobre Machado de Assis e Euclides da Cunha, mostrando que é possível (re)descobri-los.

 

Já Almanaque exibe peças curiosas do que há de melhor na seara brasileira. O leitor verá uma série de pequenas publicações destinadas a resgatar os vínculos de Mário de Andrade com os livros e uma faceta pouco conhecida do “poetinha” Vinícius de Moraes: sua atuação como editor.

 

A seção Letra & Arte dedica-se à tradução de poesias, em trabalhos inéditos, de autores gregos, latinos e modernos. Vale a pena destacar a colaboração de Augusto de Campos, no bloco dos Latinos. José de Paula Ramos Jr. explica que Augusto de Campos resgata do esquecimento os poetas Sousândrade e Pedro Kilkerry, e contribuiu de modo decisivo para a revalorização da obra de Oswald de Andrade e para o reconhecimento de Pagu (Patrícia Galvão), tanto como escritora quanto como militante política e cultural. Além disso, Augusto de Campos oferece dez poemas latinos de autores célebres, recriados por ele em língua portuguesa.

 

Já em Conversas de Livraria, o historiador Carlos Guilherme Mota relembra a influência que sua família e seus mestres tiveram em seu gosto pela leitura, mostra preocupação com os professores da atualidade, que, exaustos, leem pouco, e fala, entre outras coisas, dos desafios encontrados em 2014 quando passou a dirigir a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em São Paulo.“Os livros, sobretudo certos livros, foram ao longo do tempo meus companheiros fundamentais e queridos”, diz.

 

A cada edição a Revista Livro apresenta ainda um Dossiê Temático em que os autores são convidados a escrever sobre algum campo em comum. Neste número, há o Dossiê Tipografias, que tem a participação de nomes como Gustavo Piqueira. Mas não para por aí. Esta edição traz ainda as seções Bibliomania, com resenhas de livros que falam sobre livros, e Leituras, que apresenta artigos como “As Marcas de um Autor Revisor – Graciliano Ramos à Roda dos Jornais e das Edições de seus Próprios Livros”, de Thiago Mio Salla, destacando o duplo papel do escritor alagoano. Já em “Paratextos: Expectativas de Leitura e Campo Editorial — A Editora Jose Olympio e o Caso Guimarães Rosa”,Mônica Gama destaca a “maneira severa e minuciosa de trabalhar” do autor mineiro.

 

 

Lançamento da Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (NELE) nº 5

 

Dia 29 de junho (quarta-feira)

Horário: das 18 às 21:30

Local: Livraria da Vila – Fradique Coutinho

Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, São Paulo

Tel.: (11) 3814-5811

 

 

 

Serviço

Formato: 18 x 27 cm

Número de páginas: 392

ISBN: 9772179801009

Preço: R$ 70,00

 

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Produção Gráfica para Designers, de Mark Gatter, ganha edição inédita da Ateliê Editorial

Production for Print, obra considerada referência mundial quando o assunto é produção e design, é traduzida pela primeira vez no Brasil

 

capa produção gráfica

O que um designer gráfico precisa saber sobre os processos de impressão para poder realizar melhor seu trabalho, diminuindo as chances de erros? Foi para responder a essa pergunta que o designer gráfico Mark Gatter compilou seu vasto conhecimento na indústria gráfica, tanto nos EUA quanto na Inglaterra, no livro Production for Print.

 

Considerado uma referência quando o assunto é produção e design, o livro acaba de ganhar uma tradução inédita em português, com o título de Produção Gráfica para Designers. O trabalho de tradução foi feito por Alexandre Cleaver, com revisão técnica de Thiago Cesar Teixeira Justo.

 

“Frequentemente encontro outros designers gráficos que possuem uma graduação em cursos de três anos ou outro tipo de preparação similar, ou que têm trabalhado na área há anos, mas que, mesmo assim, não conhecem as reais necessidades do processo de impressão. A consequência disso é que, toda vez que enviam um trabalho para impressão, são tomados por grande ansiedade, já que não sabem exatamente qual será o resultado”, afirma Gatter no prefácio da edição, ao explicar a motivação que teve para escrever o livro. Por isso, a obra aborda temas como tratamento de imagem, ajuste de trapping, uso de CMYK x RGB, produção de arquivos PDF isentos de erro para a gráfica, entre outros (veja box).

 

Focado na pré-impressão e na forma correta de preparar arquivos destinados à impressão nos principais softwares gráficos do mercado, Produção Gráfica para Designers traz instruções detalhadas, que permitem a qualquer profissional, de todos os níveis de experiência na área, mesmo aos iniciantes, fazer por conta própria o necessário para enviar o trabalho para a impressão sem que ele tenha de ser refeito. Segundo Thiago Justo, alguns dos erros mais comuns que a leitura de Produção Gráfica para Designers permite prevenir são:  falta de sangria no documento; texto preto nas quatro cores de impressão; escolha incorreta do perfil de cor no momento de tratar uma imagem para impressão, além de falta de trapping e overprint. O revisor técnico explica que atualmente os processos de verificação prévia dos arquivos faz com que a maioria desses erros sejam encontrados antes de serem produzidos. Todavia, mesmo nesses casos, é preciso corrigir o arquivo, o que demanda tempo, um item cada vez mais precioso nos dias atuais. “O livro ajuda o designer gráfico a dominar os principais itens referentes à produção gráfica de um trabalho impresso em offset. Deste modo, o designer pode ter um maior controle sobre os trabalhos que envia para a gráfica e pode ganhar muito tempo de produção, caso não disponha do serviço de um produtor gráfico”, conclui.

 

Produção Gráfica para Designers possui 185 ilustrações, 150 em cores, e traz ainda uma lista de verificação que pode ser usada na hora de enviar um trabalho para a gráfica e um glossário que ajuda a desvendar os jargões do universo da impressão. Agora, com a tradução que a Ateliê está lançando, todo esse conhecimento está disponível em português.

 

Conheça o conteúdo de Produção Gráfica para Designers em detalhes

 

  • O texto é focado na pré-impressão e em como preparar arquivos destinados à impressão nos principais softwares gráficos do mercado;
  • Ele explica como tratar imagens, ajustar trapping, fazer a mistura das cores que serão impressas do jeito que você espera e criar e usar um preto calçado;
  • Abrange digitalização e resolução, dá dicas técnicas para garantir a qualidade de impressão de cada imagem e um capítulo inteiro de dicas de Photoshop como arrumar a perspectiva, mudar a cor de um objeto entre outras;
  • Ensina como calibrar seu monitor;
  • Detalha a impressão quatro cores: entendimento da cor, aprendizado do tratamento das imagens coloridas e em tons de cinza e orientação na utilização de cores pantone;
  • Explica os diferentes formatos de arquivos de imagem conforme a classificação do autor: bons e ruins… e outros;
  • Além da offset plana aborda outros sistemas de impressão: offset rotativa, flexografia, serigrafia e rotogravura;
  • Preparação de arquivos para impressão, resolvendo problemas e dúvidas mais frequentes e uma lista de verificação para envio do trabalho para a gráfica.

Serviço

Produção Gráfica para Designers

Formato:  21,6 x 28 cm

Número de páginas: 160

ISBN: 978-85-7480-731-7

Preço: R$ 148,00

 

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

Site: www.atelie.com.br

Blog: blog.atelie.com.br 

Twitter: @atelieeditorial

Facebook: https://pt-br.facebook.com/atelieeditorial

 

 

Contatos para Imprensa:

 Milena O. Cruz

imprensa@rda.jor.br

Tel: (11) 4402-3183/(11) 98384-3500

 

 

 

Para celebrar o Dia do Vestibulando, em 24 de maio, Ateliê lança campanha especial

São 50 títulos, de alguns dos mais importantes nomes da Literatura, com descontos de até 40%

Imagem2Para comemorar o Dia do Vestibulando, em 24 de maio, a Ateliê Editorial criou uma campanha especial com títulos que fazem parte da lista de alguns dos principais vestibulares do país, como Fuvest e Unicamp. Entre eles, livros da Coleção Clássicos Ateliê, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis e O Cortiço, de Aluísio Azevedo.

José de Paula Ramos Jr., coordenador da Coleção Clássicos Ateliê, explica que os examinadores da USP e da Unicamp esperam que, antes de tudo, os candidatos tenham lido as obras da lista. “Todavia essas leituras serão questionadas, basicamente, por meio de duas vertentes: a da percepção crítica dos elementos estruturais dos textos – gênero, tema, narrador, personagens, tempo, espaço, ação e composição da ação (enredo ou trama), estilo (de época e autoral), efeitos de sentido produzidos pela linguagem (elementos de retórica como tropos e figuras) – e a interpretação desses elementos em relação a outras obras literárias, à história e à cultura.”

Cortico2Outros livros da campanha, como Tropicália: Alegoria Alegria, de Celso Favaretto, e A Queda do Muro de Berlim e a Presentificação da História, de Flavia Bancher, tratam de temas comumente abordados nos vestibulares, como cultura e política. A leitura de obras que tratam de assuntos como artes, geopolítica e história é um recurso essencial para ter sucesso na prova, tanto nas questões objetivas quanto na redação, já que oferece aos estudantes informações que enriquecem o seu repertório.

Para ver a lista completa dos livros com desconto, acesse o site da Ateliê: http://www.atelie.com.br

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Livro tem o mesmo nome da novela, mas com caráter documental

Em O Velho Chico ou A Vida é Amável autora compartilha histórias vividas entre a população ribeirinha, em uma viagem no ano de 1975

Velho ChicoMuito antes do sucesso da novela da Rede Globo, o Rio São Francisco já povoava mentes e corações daqueles que tiverem o prazer de conhecê-lo. O Velho Chico, como é carinhosamente conhecido, é tema da obra de Dirce de Assis Cavalcanti, lançada pela Ateliê Editorial.

Entretanto, ao contrário da novela, o livro O Velho Chico ou A Vida é Amável não é apenas uma ficção. É “um relato factual, mas cheio de poesia”, como definiu José Mindlin, no prefácio da obra. No livro, Dirce de Assis Cavalcanti narra uma viagem realizada em 1975 pelo Rio São Francisco. A autora, então colaboradora em programas culturais do governo federal, preparava uma exposição sobre carrancas e a vida ribeirinha. A obra mistura relatos do que a autora testemunhou durante sua viagem com impressões, pensamentos e emoções do que sentiu ao visitar o lugar e conhecer os habitantes do local. O que ela encontrou no caminho foram tocantes histórias de vida, transcritas num diário. Em paralelo a essa narrativa com personagens de um universo estranho, há uma viagem interior também surpreendente. Nesse encontro de mundos, o rio torna-se metáfora de algo maior.

O impacto dessa experiência foi tão grande que a autora afirma que sua vida se divide entre o antes e o depois do São Francisco. “Conhecer aquela gente extraordinária na sua pobreza, no asseio de suas casas de chão de barro liso, como que encerado, na sua generosidade, coragem e simpleza, foi um presente dos céus”, diz.

O Velho Chico ou A Vida é Amável desperta o desejo de saber mais sobre um rio cuja importância está ligada não somente à sua grandeza, mas à relação que mantém com as pessoas dos cinco Estados banhados por suas águas. Por isso, é uma leitura que vai satisfazer a curiosidade de quem quer ir além daquilo que passa na TV.

Serviço

O Velho Chico ou A Vida é Amável

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 160

ISBN: 85-85851-57-0

Preço: R$ 34,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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