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Macunaíma torna-se objeto em livro artesanal da Ateliê

Gustavo Piqueira faz do clássico uma peça de colecionador para bibliófilos; obra será vendida pelo site da editora

 Um dos clássicos da literatura brasileira acaba de receber uma edição para colecionadores. A tiragem, de apenas 350 exemplares exclusivos, está disponível para venda no site da Ateliê Editorial e já nasce para ser rara, um objeto de desejo dos bibliófilos, o que o torna uma ótima sugestão de presente.

Um dos mais premiados designers gráficos do País, além de autor de 17 livros – todos marcados pela livre experimentação entre texto, imagem e design –, Gustavo Piqueira, da casa REX, foi o responsável pela concepção visual e ilustrações da edição. “Como resistir a Macunaíma?”, ele pergunta, no posfácio da obra, ao falar sobre o convite da Ateliê.

Em um ano em que a obra de Mário de Andrade entrou em domínio público, uma das preocupações de Piqueira era não ser redundante frente às edições que já foram publicadas. A opção foi fazer de Macunaíma algo que só a Ateliê, com sua tradição de intenso cuidado com a qualidade editorial de suas publicações, poderia fazer.

O artista, conhecido por testar os limites do livro impresso, recebeu o convite para trabalhar com Macunaíma, um ícone da literatura brasileira, como um grande desafio. “Não queria que minha eloquência gráfica interferisse no texto — não queria criar empecilhos entre o leitor e o texto. Não faria sentido”, diz. Após uma longa série de testes, Piqueira chegou ao formato ‘dobra-desdobra’, que permite uma leitura tanto “bem comportada”, quanto “uma espécie de pavão escandaloso de papel”, como ele mesmo define – mutabilidade que também tem relação com a própria natureza da obra de Mário de Andrade. “Essa múltipla existência do livro, além de torná-lo bastante rico em termos de peça, me deixou totalmente satisfeito ao conciliar riqueza gráfica sem qualquer ‘prejuízo’ ao texto”, explica.

A edição apresenta ainda o texto Macunaíma: ontem, hoje e sempre, de José de Paula Ramos Jr., Doutor em Literatura Brasileira pela USP e coordenador da Coleção Clássicos Ateliê. No texto, o leitor encontra detalhes e curiosidades da obra, como a origem do nome Macunaíma.

Veja os detalhes da edição especial de Macunaíma

CAPA

• 1ª capa e 4ª capa em papel Cartão Couro n° 40, coladas manualmente no livro; impressão em serigrafia, 2 cores; formato 27 x 27 cm.

ILUSTRAÇÕES

• 16 ilustrações impressas em serigrafia sobre o papel Opalina Diamond 180 g/m2 e coladas manualmente no livro; 3 cores.

MIOLO

• 172 páginas no formato 27 x 27 cm, sendo 160 páginas impressas em 1 x 1 cor preta no papel Pólen Bold 90 g/m2 e 12 páginas impressas em 4 x 4 cores em papel Offset Alta Alvura 120 g/m2. Guardas em papel ColorplusMarrocos 180 g/m2.

Veja gif animado da edição especial de Macunaíma: goo.gl/Tq4b1I

Serviço

Macunaíma

Formato: 27 x 27 cm

Número de páginas: 172

ISBN: 978-85-7480-750-8

Preço: R$ 290,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

Site: www.atelie.com.br

Blog: blog.atelie.com.br 

Twitter: @atelieeditorial

Facebook: https://pt-br.facebook.com/atelieeditorial

 

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Tel: (11) 4402-3183/(11) 98384-3500

Poesia para o fim do ano: Ateliê lança Cicatriz e Novos Poemas

Obras de Eduardo Guimarães e Carlos Vogt terão lançamento conjunto em Campinas, dia 28 de novembro

cicatriz2Pelo segundo ano consecutivo, a Ateliê lança livros de poesia no período que antecede o Natal, oferecendo uma opção sensível de presente. Ao reunir escritos de 1995 a 2015, Eduardo Guimarães, professor titular de Semântica da Universidade de Campinas (Unicamp), apresenta o seu quarto livro de poemas: Cicatriz. Sobre o processo de criação da obra, ele explica ter sido guiado pelo sentido do corte: “Aquilo que nos faz abandonar ou prestar atenção em algo, que faz o ritmo mudar de curso ou nos faz ver o sofrimento incontornável”, diz. São os cortes, as cicatrizes, perceptíveis quando o autor nos faz refletir sobre dor e felicidade, por exemplo, bem como quando nos instiga a questionar sobre a nossa própria condição de ser:

O ser é

o que não é

o não-em-si

a cicatriz

que veio

do choque (p. 71)

 

poemas2Novos Poemas tem autoria do poeta e linguista Carlos Vogt. A obra reúne três pequenas coletâneas: “Bandeirolas”, “Bolinhos de Chuva” e “Dedo de Moça”. As duas primeiras não tinham aparecido em livro, mas os poemas já haviam sido apresentados em canais da internet, como na página de poesia do autor: Cantografia. A terceira, por sua vez, foi publicada em 2011. Desse modo, Carlos Vogt destaca que os poemas chamam-se novos por terem vindo só depois. “Há poemas falando do poema, há os que falam dos outros para falar de si mesmos, há os que falam das coisas e dos seres que habitam a afetividade, mesmo que irônica, de nosso presente e o presente de nossas lembranças, há os abstratos e os concretos, postos sob a geometria rítmica do verso”, diz.

Planeta

Quem é

o irresponsável

por tudo isso? (p.90)

Para celebrar o lançamento dos dois volumes e aproveitando a proximidade entre os poetas, a Ateliê preparou um lançamento duplo, com a presença de ambos os autores.

Lançamento de Cicatriz e Novos Poemas

 Data: 28 de novembro, segunda-feira, a partir das 18h

Local: Alzirão Empório Bar

Rua Francisco de Barros Filho, 432, Campinas, SP

Tel.: (19) 3579-9040

 

Serviço

Cicatriz

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 104

ISBN: 978-85-7480-746-1

Preço: R$ 56,00

 

Novos Poemas

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 136

ISBN: 978-85-7480-747-8

Preço: R$ 60,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

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Ateliê lança Cena Absurdo, de Pedro Marques

Obra foge da leitura tradicional e une poesia e música para tratar dos disparates, às vezes despercebidos, de nosso cotidiano

cenaCena Absurdo – Revisto e Diminuto: 1998-2015 apresenta poemas que revelam os absurdos do dia a dia, nem sempre notados quando se vive em meio a eles. Em alguns momentos, o livro apresenta dois ou três poemas na mesma página, ampliando a possibilidade de leitura simultânea. “Um aspecto que atravessa todos os poemas e que parece garantir uma certa unidade a eles é justamente a denúncia da hipocrisia, do contraditório, da incongruência, que se fazem revelar nas cenas mais corriqueiras: aí reside o desabrochar do absurdo que passa despercebido quando nele estamos inseridos”, escreve Luís Fernando Prado Telles, professor de Teoria Literária da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), no posfácio. No entanto, o que também chama atenção na obra é a proposta de uma experiência multimídia, já que Cena Absurdo apresenta clusters sonoros – conjunto de notas e palavras simultâneas em intervalos mínimos, e portanto dissonantes, no limiar do ruído.

Na obra, o poeta, compositor e ensaísta Pedro Marques, que também é professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), diz ter buscado “expandir as fronteiras midiáticas e intelectivas do livro”. Para tanto, contou com a participação de Gustavo Bonin, Micael Antunes e Juliana Amaral para “subverter” e “recosturar”seus versos por meio dos clusters sonoros. Segundo o autor, a obra convida o leitor à audição músico-poética por meio do celular ou computador. As composições podem ser ouvidas por meio do site www.cenaabsurdo.com.br ou por meio de um QRCode (imagem codificada de endereçamento), que acompanha cada cluster no livro. Para ouvi-los, é só posicionar o QRCode em frente à câmera do celular, tablet ou computador a partir de um programa de leitura. “Com cada indivíduo no seu instrumento, Cena Absurdo, no fundo, virou tipo um álbum de banda, só que com a palavra escrita à frente”, diz Pedro Marques.

Pela Ateliê, o autor também lançou Manuel Bandeira e a Música (ensaio, 2008) e Clusters (poesia, 2010).

Lançamento de Cena Absurdo

Data: 24 novembro, das 18h30 às 21h30

Local: Livraria da Vila – Rua Fradique, 915 (piso térreo), Pinheiros, SP

Tel.: (11) 3814-5811

Data: 07 dezembro, das 18h30 às 21h30

Local: Livraria da Vila (Shopping Galleria) – Rod. Dom Pedro I, s/ nº – Jardim Nilópolis, Campinas – SP

Tel.: (19) 3766-5160

Serviço

Cena Absurdo – Revisto e Diminuto: 1998 – 2015

Formato: 21 x 21 cm

Número de páginas: 80

ISBN: 978-85-7480-734-8

Preço: R$ 59,80

Sobre a Ateliê Editorial

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Era no Tempo do Rei traz nova ótica sobre Memórias de um Sargento de Milícias

Obra de Edu Teruki Otsuka investiga “espírito rixoso” presente na narrativa de Manuel Antônio de Almeida

imagem“Era no tempo do Rei”. A primeira frase de Memórias de um Sargento de Milícias foi escolhida como título da nova obra de Edu Teruki Otsuka, fruto de sua tese de Doutorado orientada pelo Professor José Antonio Pasta Júnior. No trabalho, ele mostra como o romance de Manuel Antônio de Almeida se organiza conforme uma lógica regida por conflitos interpessoais, que se manifestam no romance de maneiras diversas, mas que podem ser unificadas na noção de rixa. “São pequenos conflitos entre personagens, que na maior parte pertencem ao setor social dos homens livres e pobres, e ocorrem na forma de disputas pessoais, rivalidades, vinganças, zombarias etc”, explica Otsuka, professor do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Segundo essa leitura, a lógica do espírito rixoso desempenha um papel estruturante na obra, sendo o ponto de articulação entre o plano da ficção e a matéria histórica e social que o romance elabora. Além de ser um dado temático, esse princípio “rege a configuração das personagens, modula a prosa, dita o ritmo da narrativa e organiza os episódios, dando consistência ao romance como um todo”, detalha Otsuka.

Como sublinha o próprio pesquisador, há uma diferença entre a leitura que ele propõe em Era no Tempo do Rei e o clássico Dialética da Malandragem, de Antonio Candido. Na interpretação de Candido, a alternância entre ordem e desordem sugere uma imagem da sociedade brasileira caracterizada pela flexibilidade tolerante. Já a obra de Otsuka procura mostrar os conflitos e as relações violentas na camada de homens livres e pobres, acentuando a pouca coesão social decorrente da escassez de trabalho.

O estudo levou o autor a investigar o sentido histórico e social do espírito rixoso, que o conduziu à hipótese de que seu fundamento material está na disputa por trabalho, acentuada na época em que o romance foi escrito. “A rixa será, para as personagens pobres, o precário recurso que prolifera especialmente quando se está fora tanto do circuito econômico do trabalho quanto das relações de favor”, diz o autor.

Serviço

Era no Tempo do Rei – Atualidade das Memórias de um Sargento de Milícias

Formato: 12,5 x 20,5 cm

Número de páginas: 216

ISBN: 978-85-7480-748-5

Preço: R$ 39,50

 

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Ateliê lança Paulinho da Viola e o Elogio do Amor

Obra de Eliete Eça Negreiros investiga algumas modalidades da representação do amor na obra do compositor

paulinho2“Paulinho da Viola e o Elogio do Amor é uma reflexão sobre a lírica amorosa das composições de Paulinho, cujo eixo é a separação dos amantes”, explica Olgária Matos na apresentação da obra que a Ateliê Editorial acaba de lançar. A autora, Eliete Eça Negreiros, além de cantora e escritora, é Doutora em Filosofia pela Faculdade de Filosofia da USP (FFLCH) e uma apaixonada pela obra do compositor. Para ela, Paulinho da Viola é não apenas um inovador, mas também um guardião da memória do samba, “coisa rara e de uma riqueza cultural e brasileira incalculável”, diz.

O livro, que nasceu da tese de doutorado de Eliete Negreiros, é composto de quatro partes. Na primeira, “O Amor Breve”, a autora trata do amor que não resiste à ação do tempo, o amor fugaz. O tema filia-se à tradição do pensamento ocidental, que desde os gregos reflete sobre a fragilidade da condição humana e a brevidade da vida, segundo a autora. Na segunda, “O Amor e a Melancolia”, Eliete Negreiros fala do amor que não consegue se realizar e que fica preso a um mundo de ruínas e perdas, preso na lembrança do que já foi e não é mais. “Para refletir sobre esta intrigante dimensão da alma humana, busquei compreender como o amor e a melancolia se entrelaçam, partindo dos ensinamentos de Freud em seu escrito ‘Luto e melancolia’ e de pensadores que se debruçaram sobre este tema, como Aristóteles, Montaigne, Walter Benjamin, entre outros”, explica Eliete, que cita “Nada de novo”, “Flor esquecida” e “Estou marcado” como sambas de Paulinho da Viola representantes do amor melancólico. Na terceira parte, “O Amor Feliz”, o enfoque fica em torno da busca da felicidade enquanto plenitude associada ao encontro entre amado e amante. Por fim, em “Educação Sentimental”, a autora fala como encontramos, por meio das canções, uma filosofia que nos orienta sobre os movimentos dos sentimentos. “Paulinho da Viola constrói o tema do amor como reflexão que abrange a totalidade da existência, aproximando-se de uma espécie de ’educação sentimental’ que culmina em máximas morais, como experiência e conhecimento”, diz a autora.

Este é o segundo livro que Eliete Negreiros escreve sobre a obra de Paulinho da Viola. O primeiro foi Ensaiando a Canção: Paulinho da Viola e Outros Escritos, também da Ateliê Editorial. No livro anterior, no entanto, ela trabalhou mais a estrutura de algumas canções. Neste, a abordagem é temática, segundo ela mesma explica: “Através de uma ampla reescuta – pois conhecia as canções que escolhi – fui buscando ver como o amor é retratado na obra do Paulinho da Viola. Digamos que neste livro há um viés mais reflexivo, mais filosófico, mais abrangente”, conclui.

Lançamento de Paulinho da Viola e o Elogio do Amor

Dia 9 de novembro (quarta-feira)

Horário: das 18h30 às 21h30

Local: Livraria da Vila

Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, São Paulo

Tel.: (11) 3814-5811

Serviço

Paulinho da Viola e o Elogio do Amor

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 148

ISBN: 978-85-7480-537-5

Preço: R$ 41,00

 

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Antologia Fantástica da Literatura Antiga compila textos que misturam sonho com realidade

Durante anos Marcelo Cid garimpou trechos de textos antigos que têm características do fantástico, mesmo antes do gênero existir

antologiaÉ na infância, com a leitura dos contos de fadas ou de mitos, que geralmente começa o nosso fascínio pela literatura fantástica, diz Marcelo Cid, diplomata, escritor e organizador da obra Antologia Fantástica da Literatura Antiga. O livro contempla trechos relativamente curtos que podem ser entendidos como literatura fantástica – um gênero que só passa a ter esse nome no século XX, mas é encontrado ao longo de narrativas históricas ou poéticas, ou mesmo em obras filosóficas de séculos passados.

A Antologia reúne trechos de obras que vão do século 7 a.C ao 5 d.C, escritos por nomes como Platão, Virgílio, Horácio, Ovídio e Tales de Mileto. Por outro lado, Marcelo Cid procurou sair da lista de autores antigos mais conhecidos e muitos nomes não são comuns a grande parte dos leitores, como Jâmblico, Aulo Gélio e Artemidoro.

Cid explica que no fantástico quase sempre haverá algum elemento estranho, algum desconforto — mais ou menos leve — em nossas crenças, em nossas expectativas. Uma mistura de sonho com realidade. “O fantástico em literatura tem certa dose de pathos, ausente no maravilhoso. Remete ao insólito, ao onírico, ao inconsistente, e funciona especialmente bem quando o autor diminui o estranhamento do que narra, aumentando sua credibilidade ou sua conexão emocional com o leitor, por meio de artifícios que este logo aprende a reconhecer”, afirma. No entanto, ele acredita que o leitor não dispõe de tempo para a caça dessas miniaturas, escondidas em livros que nem sempre são de fácil acesso. Durante anos, portanto, se dedicou a marcar os trechos do gênero fantástico que encontrava durante suas leituras de Literatura Antiga, com o objetivo de reuni-los em uma Antologia. “Mesmo com toda a tecnologia, com a facilidade das comunicações, ainda queremos ler o que não podemos ver, queremos uma história à beira da fogueira, sobre deuses e monstros e coisas mágicas”, conclui.

Veja um dos trechos que fazem parte da obra:

 OUTROS EXPERIMENTOS DO REI PSAMÉTICO

 […Clearco] relata que o rei egípcio Psamético criou escravos que só comiam peixe, porque ele queria [que esses escravos navegassem sempre rio acima para] descobrir as fontes do Nilo. Ele também tentou treinar escravos para que nunca bebessem água, para assim melhor explorarem o deserto da Líbia. Somente uns poucos sobreviveram. ATENEU DE NÁUCRATIS, O BANQUETE DOS SÁBIOS, VIII, 35.

Serviço

Antologia Fantástica da Literatura Antiga

Organizador: Marcelo Cid

Formato:  17 x 24,5 cm

Número de páginas: 264

ISBN: 978-85-7480-740-9

Preço: R$ 65,00

 

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Livros e Subversão traz seis estudos sobre período em que livros eram considerados ameaça ao Estado

Obra traz análise de documentos pouco estudados e até inéditos

livrosLivros e Subversão, organizado por Sandra Reimão, pesquisadora e professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, mostra, em seis estudos, como os livros eram vistos pela Ditadura (1964 a 1985) como possíveis instrumentos de subversão da ordem estabelecida e como potenciais inimigos a serem combatidos. A obra também apresenta estudos sobre editores e livreiros que fizeram de suas atividades profissionais uma forma de luta por mudanças da realidade social. Diferentes pesquisadores abordam a vigilância, as perseguições, intimidações, ameaças e atentados praticados pelo regime ditatorial contra os suspeitos de subversão. É o caso do jornalista Zuenir Ventura, perseguido e acusado de ser um simpatizante das ideias comunistas, como mostra estudo de Felipe Quintino.

Flamarion Maués aborda o caso da Global Editora, que na década de 1970 passa de uma editora generalista para uma editora de livros políticos. Já o estudo de Ana Caroline Castro mostra como a posse de vinte e um livros de “literatura comunista” foi o primeiro item arrolado na acusação de subversão contra Francisco Gomes, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN). Essa acusação é parte do processo do Projeto Brasil: Nunca Mais.

Andrea Lemos fala da Revista Civilização Brasileira, que chegou ao fim após um atentado a bomba contra a Livraria Civilização Brasileira, em outubro de 1968, assim como pelas restrições ao crédito bancário depois do golpe. As consequências de uma conjuntura de fechamento político sobre editores e livreiros são analisadas em dois artigos escritos por Sandra Reimão, Flamarion Maués e João Elias Nery. No primeiro, eles analisam como a publicação de O Estado e a Revolução, de Lenin, feita por uma pequena editora de Niterói, em outubro de 1968, levou à prisão dos editores da obra às vésperas do AI – 5. Em outro artigo os autores estudam a livraria que foi fundada em fevereiro de 1967 e que manteve-se em funcionamento no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (Crusp) até 17 de dezembro de 1968, quando tropas do II Exército invadiram o Conjunto.

Os estudos publicados envolveram análise de documentos, muitos deles pouco estudados ou mesmo inéditos. “Acreditamos que o conjunto dos textos que compõem este livro permite uma visão clara e ampla do sentido político e de intervenção social que a edição de livros tem, em especial em momentos nos quais as liberdades democráticas são atacadas”, diz a introdução da obra.

Serviço

Livros e Subversão – Seis Estudos

Formato:  14 x 21 cm

Número de páginas: 176

ISBN: 978-85-7480-743-0

Preço: R$ 47,00

 

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Realidades e Ficções na Trama Fotográfica ganha nova edição da Ateliê

Publicada pela primeira vez em 1999, obra de Boris Kossoy continua sendo referência, 17 anos depois, para amantes da fotografia e estudiosos de áreas como comunicação, jornalismo, história e ciências sociais

Realidades2

Segunda obra da trilogia de Boris Kossoy, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica apresenta um conjunto de textos que representam as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas pelo pesquisador (as outras são Fotografia & História e Tempos da Fotografia). O livro traz reflexões sobre os mecanismos mentais que regem a representação (produção) e a interpretação (recepção) da fotografia. De maneira didática o autor explica o processo de construção de realidades e, portanto, de ficções que a imagem possibilita.

A 5ª edição da obra traz notas explicativas ao longo do texto com o objetivo de melhor contextualizar determinados temas tratados na narrativa. O livro é dividido em três partes. Na primeira, basicamente teórica, há a retomada de conceitos anteriormente esboçados e discutidos por Kossoy, alguns tratados em Fotografia & História e em outros trabalhos. “A proposta se estende ao estudo das fontes fotográficas, e não poderia ser de outra maneira pois interessa-nos, sobretudo, propiciar elementos para que se perceba em que medida essas fontes têm se prestado para registrar e direcionar nossa compreensão sobre os fatos da história”, esclarece o autor na introdução da obra.

Na segunda parte o autor aplica os conceitos discutidos inicialmente, sobre um dado momento histórico: a passagem do Império para a República. Desmonta o uso ideológico que os donos do poder econômico e político fazem da fotografia, com o objetivo de apresentar o Brasil como terra promissora de “esplendor e progresso”, que vive sua plena modernidade. Na realidade, trata-se de um projeto de divulgação do país no Exterior, planejado e executado como uma peça publicitária, na qual o documento fotográfico é transformado em instrumento de propaganda. Demonstra assim, Kossoy, como são construídas realidades (e ficções) a partir e, em torno da fotografia. Na terceira parte, Kossoy retoma questões ligadas à problemática da memória, um tema sempre presente nas obras do autor.

O cerne da obra está na sua demonstração do processo de criação/construção de realidades que a fotografia proporciona, sempre, e é por todos utilizada, independentemente de lugar, época ou sistema fotográfico. Daí a sua atualidade.

Após 17 anos de sua primeira edição o livro se constituiu em obra de referência aos pesquisadores e estudiosos de várias áreas das Ciências Humanas e Sociais.

 

Serviço

Realidades e Ficções na Trama Fotográfica

Formato:13 x 20 cm

Número de páginas: 152

ISBN: 978-85-7480-730-0

Preço: R$ 39,00

 

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Ateliê lança Palmeirim de Inglaterra, irretocável exemplar de uma novela de cavalaria

PalmeirimQuem foi Francisco de Moraes? O que vem a ser o Palmeirim de Inglaterra? Por que o texto mereceu coedição (Ateliê/Unicamp) tão zelosamente cuidada, planejada nos mínimos detalhes para integrar a coleção “Clássicos Comentados” da Ateliê? Afinal, que interesse o leitor de hoje pode ter em um livro cuja primeira edição é supostamente de 1544?

Comece-se por destacar que o esmero editorial faz jus à trabalhosa tarefa de organizar a atual edição: segundo os professores envolvidos (Lênia Márcia Mongelli, titular de Literatura Portuguesa da USP, Raúl Cesar Gouveia Fernandes (FEI), Fernando Maués (UFPA) e Nanci Romero (UNIFESP), todos doutorados pela USP), essa tarefa demandou em torno de oito anos de pesquisas, metade deles dedicados à transcrição das fontes, pois o grupo tomou por base o exemplar de 1567 (o mais conhecido), que se encontra na Biblioteca da Ajuda, em Portugal, devidamente cotejado com as edições posteriores de 1786, 1852 e 1946, todas baseadas naquela anterior. Ainda foi levada em conta a edição de 1592, bastante mutilada, mas supostamente oriunda da que seria a edição princeps, de 1544, descoberta na Biblioteca Cigarral del Carmen, em Toledo, na Espanha.

Francisco de Moraes teria gostado de ver a atenção dispensada à obra a que ele dedicou o melhor de seu apuradíssimo estilo,  aqui belamente preservado no frescor da estrutura sintática e das escolhas semânticas próprias do século XVI, modernizado apenas o suficiente para atender às necessidades do leitor de hoje. Se a obra teve o raro prestígio das tantas edições consecutivas é porque ela agradava principalmente aos cortesãos, em meio aos quais viveu Moraes, agregado à corte portuguesa de D. João III e como secretário de D. Francisco de Noronha, segundo conde de Linhares. Daí suas duas grandes viagens a Paris, experiências de que impregnou vivamente o Palmeirim, oferecendo-nos deliciosas descrições do modo de vida palaciano quinhentista.

Quando  Miguel de Cervantes, ao queimar todos os livros de cavalarias que teriam sido responsáveis pelas loucuras de D. Quixote, resolveu salvar da fogueira o Palmeirim de Inglaterra; quando Mario Vargas Llosa confessa que a leitura do Tirant lo Blanc, do mesmo gênero, é uma das mais gratas lembranças que ele trouxe da juventude – temos pelo menos dois importantes testemunhos de que a matéria cavaleiresca, cujo interesse, desde a Idade Média Central, se estendeu pelo século XVII afora, é bem mais do que as aventuras do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda ou a busca do Graal. No caso das novelas quinhentistas portuguesas – e o Palmeirim inaugura todo um vasto ciclo de títulos – não há que esquecer que o pano de fundo delas, histórico,  é o período das navegações ibéricas…  Magos, feiticeiras, animais monstruosos e gigantes invencíveis são pura fantasia ou povoaram mesmo o imaginário daqueles navegantes que se punham temerariamente ao mar? Palmeirim de Inglaterra e seu irmão gêmeo Floriano do Deserto, heróis da narrativa, equivalem aos corajosos marinheiros de outrora?  Confira por você mesmo, caro leitor!

Serviço

Palmeirim de Inglaterra

Formato:  18 x 27cm

Número de páginas: 744

ISBN Ateliê Editorial: 978-85-7480-735-5

ISBN Edições da Unicamp: 978-85-268-1335-9

Preço: R$ 182,00

 

Sobre a Ateliê Editorial

A Ateliê Editorial está no mercado desde 1995, atuando principalmente nos segmentos de literatura – ensaios, crítica literária e outras matérias de natureza acadêmica; comunicação e artes; arquitetura; edição de clássicos da literatura; e estudos sobre o livro e seu universo. O objetivo desta casa é levar ao público leitor livros de alta qualidade editorial, em edições cuidadosas que primam pela atenção ao conteúdo, à forma e à expressão. Isso transparece tanto nas capas quanto no rigor e fidelidade textual, o que pode ser comprovado pelos diversos prêmios nacionais e internacionais já recebidos pela editora – como Jabuti, APCA e IDA International Design Awards (EUA).

 

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