Prêmios

Prêmio Escola Voluntária recebe inscrições até o dia 30 de junho

15o escola voluntaria

As inscrições para a  já estão abertas. Projetos de voluntariado realizados por alunos de escolas do Ensino Fundamental e Médio podem ser inscritos na 15ª edição do Prêmio Escola Voluntária. A premiação é uma iniciativa da Fundação Itaú Social e da Rádio Bandeirantes e tem como objetivo formar, incentivar e reconhecer escolas de Ensino Fundamental e Médio, públicas ou privadas, que desenvolvem projetos de voluntariado junto à comunidade. O projeto deve contar com a participação voluntária de alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e/ou em qualquer série do Ensino Médio. Podem participar instituições de ensino dos seguintes estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

 

Mais informações no site http://www.escolavoluntaria.com.br

 

 

Raduan Nassar vence o Prêmio Camões 2016

Por Renata de Albuquerque

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Raduan Nassar é o vencedor do Prêmio Camões 2016, um dos mais importantes prêmios literários do mundo. A premiação foi criada pelos governos de Brasil e Portugal na década de 1980 e é atribuído aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.

Raduan Nassar tem apenas três obras editadas em livro. Além da novela Um Copo de Cólera, publicou o romance Lavoura Arcaica e o conto Menina a Caminho. Apesar de pequena, sua obra é uma das mais interessantes e singulares da literatura nacional do século XX. Tanto assim que é objeto de diversos estudos  críticos, entre eles Porvir que Vem Antes de Tudo: Literatura e Cinema em Lavoura Arcaica, de Renato Tardivo. Ao atribuir o prêmio ao autor, o júri destacou “a extraordinária qualidade da sua linguagem e da força poética da sua prosa”.

Tanto Um Copo de Cólera quanto Lavoura Arcaica foram adaptados para o cinema. A adaptação do romance para o cinema deu origem ao livro Sobre o Filme Lavour’Arcaica

 

Concurso de poemas em Porto Alegre tem inscrição até 20 de maio

concurso PoA
Quer estampar seus poemas em ônibus e nos trens?  Até dia 20 de maio a Prefeitura de Porto Alegre recebe inscrições para a 25ª edição do Concurso Poemas no Ônibus e 13ª edição do Poemas no Trem, que selecionará até 50 (cinquenta) poemas para veiculação na frota de ônibus de Porto Alegre e nos trens da Trensurb,

O objetivo é estimular e divulgar, de forma abrangente, a produção poética. Por isso, o concurso só aceita poemas inéditos. Os vencedores terão seus poemas veiculados em matrizes adesivadas nas janelas dos ônibus de Porto Alegre e trens da Trensurb.

Mais informações no link http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smc/default.php?reg=502&p_secao=184

Clichês Brasileiros recebe três prêmios internacionais

O livro Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira, publicado pela Ateliê recebe três prêmios de Design

Clichês Brasileiros, de Gustavo Piqueira2014 iF Design Awards
Um dos maiores prêmios internacionais de design com base em Munique, Alemanha.

2013 Good Design Awards
O mais antigo prêmio de design, organizado pelo Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design e tendo como alguns de seus fundadores Charles e Ray Eames.

2013 LUSOS Prémios Lusófonos da Criatividade
Competição que premia o melhor de comunicação visual e design gráfico dos países de língua oficial portuguesa, sediada em Portugal.

 

Release

Utilizando-se apenas de imagens de um catálogo brasileiro de clichês tipográficos do início do século XX (Catálogo de clichés D. Salles Monteiro, publicado em edição fac-similar pela Ateliê Editorial, em 2003), Gustavo Piqueira compõe uma inusitada narrativa visual contemporânea em seu novo livro, Clichês Brasileiros. Os clichês tipográficos eram matrizes, gravadas em madeira ou metal, utilizadas como complemento figurativo ao conteúdo textual no processo tipográfico de impressão, método dominante na produção de impressos durante quase cinco séculos. Mas o título do livro não se deve exclusivamente às matrizes usadas para a confecção das ilustrações. A cada virada de página, topamos com outro tipo de clichês brasileiros: dos históricos, como a chegada dos portugueses, a catequização dos índios, a escravidão ou os ciclos do café e do ouro, até clichês do Brasil de hoje, cheio de engarrafamentos, dívidas, condomínios fechados e alienação. Todos retratados com sutil irreverência e grande riqueza gráfica. O livro possui capa em lâmina de madeira impressa em serigrafia, fixada com fita adesiva, e tem tiragem única de mil exemplares numerados.

Gustavo Piqueira – À frente da Casa Rex, casa de design com sedes em São Paulo e Londres, Gustavo Piqueira é um dos mais premiados designers gráficos do Brasil, com mais de 200 prêmios internacionais. Também ilustrou livros infantis e desenhou alfabetos. Como autor, publicou doze livros de ficção. Seus mais recentes projetos são a concepção e organização da coleção de filosofia clássica Ideias Vivas (WMF Martins Fontes/2011), a tradução do irreverente A História Verdadeira, escrito no século II por Luciano de Samósata (Ateliê Editorial/2012) e o misto de imagens reais e ensaios fictícios Iconografia Paulistana (WMF Martins Fontes/2012).

Conheça os livros de Gustavo Piqueira publicados pela Ateliê

 

Livro da Ateliê ganha Prêmio PEN Clube do Brasil

De Olho na Morte e Antes, de Fernando FortesO livro De Olho na Morte e Antes, de Fernando Fortes, publicado pela Ateliê Editorial é o grande vencedor do Prêmio Literário Nacional PEN Clube do Brasil 2013, na categoria Poesia. O Prêmio, um dos mais antigos e prestigiosos certames brasileiros, foi criado em 1938, e é oferecido anualmente a escritores que tenham publicado obra nas categorias Poesia, Ensaio e Narrativa.
Na categoria Ensaio o vencedor foi Vasco Mariz pelo livro Depois da Glória (Ensaios sobre personalidades e episódios controvertidos da história do Brasil e de Portugal), publicado pela Editora Civilização Brasileira, e na categoria Narrativa, Luiza Lobo pelo romance Terras Proibidas – A Saga do Café no Vale do Paraíba do Sul, publicado pela Editora Rocco.

Leia abaixo o release do livro De Olho na Morte e Antes, de Fernando Fortes

Edição da Ateliê contém a poesia quase completa do poeta contista e romancista Fernando Fortes
Como sugere o título, o presente volume reúne livros publicados antes de De Olho na Morte, inédito até o momento. Em qualquer página desta obra, o leitor perceberá a força de um poeta tão vibrante quanto revelador. Quando jovem, Fernando Fortes foi convidado por Mário Faustino para colaborar no “Suplemento Dominical” do Jornal do Brasil. Depois, seria homenageado como poeta pela Universidade Gama Filho. Cada vez mais admirado por extenso espectro de leitores, recebeu prêmios no Brasil e publicou poemas no exterior. Sua poesia funda-se em amplo acervo técnico e em fina sensibilidade para os grandes temas da existência. Apegado à dinâmica das formas, domina com a mesma maestria o verso livre e o tradicional, acompanhando com singularidade os grandes momentos da poesia no século XX, tanto no Brasil quanto nas Américas e na Europa.
Para Ferreira Gullar que escreve a quarta capa desta edição, os poemas de Fernando Fortes “fala-nos de alguém que já viveu uma longa vida, que experimentou as alegrias e sofrimentos por que todos passamos, de uma maneira ou de outra. (…) De alguém que sofreu um duro golpe: a perda de um filho”. E acrescenta: “Alguns deles nos falam dolorosamente dessa perda, enquanto outros, ainda que versando temas diversos, trazem a marca dessa dor presente. Isso não impede, porém, que ele consiga nos comover também com os achados poéticos, nascidos do domínio do verso e da palavra, que foi sempre uma qualidade sua. Como poeta que é, realiza a alquimia que transforma a dor em alegria.”
Fernando Fortes nasceu em 1936 no Rio de Janeiro, médico, psicanalista, contista, poeta e romancista. Entre suas principais obras estão poesias: Tempos e Coisas (Livraria São José, 1958), Poesia Viva (Civilização Brasileira, 1968) e Arma Branca (Civilização Brasileira, 1979); Romances: Epílogo de Epaminondas (Civilização Brasileira, 1960), A Véspera do Medo (Paz e Terra, 1972) e O Estranho mais Próximo (Francisco Alves, 1988); Contos: Desamérica (José Álvaro Editor, 1969); Ensaios: Augusto dos Anjos: “Eu”, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles (Mundo Livre, 1978); e tradução: Poesía Rebelde Latinoamericana (Paidós, Cidade do México, 1980), Latinamerika Spell, (Vindrose, Copenhagen, 1982) e The Gospel Before Saint Matthew (Vantage Press, New York, 1994).

Ateliê ganha mais um Jabuti

O livro Esplendor do Barroco Luso-brasileiro, de Benedito Lima de Toledo, publicado pela Ateliê Editorial, venceu, em primeiro lugar, na categoria Arquitetura e Urbanismo, o 55º Prêmio Jabuti.

A cerimônia de entrega dos prêmios aos vencedores será no próximo dia 13 de novembro, às 19h30, na Sala São Paulo (Praça Júlio Prestes, 16, São Paulo, SP), ocasião em que serão anunciados os Livros do Ano de Ficção e Não Ficção. Este é o 16º Jabuti conquistado pela Ateliê Editorial. Ao final deste post segue lista com os outros livros da editora contemplados com o mais tradicional prêmio literário brasileiro.

Esplendor do Barroco Luso-brasileiro

Benedito Lima de Toledo

Esplendor do Barroco Luso-brasileiroResultado de extensa pesquisa do autor, Esplendor do Barroco Luso-brasileiro oferece ao leitor a oportunidade de ingressar e usufruir da riqueza do universo do Barroco com suas emoções e sua capacidade de surpreender e despertar inquietações. O Barroco é diverso e se mostra como uma imagem coerente, um sistema em que tudo se mistura e se reintegra numa unidade original. Como explicar essa unidade evidente e esse ser profundo do Barroco? A explicação só pode ser feita pelas várias tentativas, pelos múltiplos esforços do homem, tanto ontem como hoje, numa série interminável de acasos, de acidentes e de êxitos repetidos.

O objetivo deste livro é mostrar que essas experiências e esses êxitos só podem ser compreendidos se forem tomados no seu conjunto; mais ainda, que eles devem ser comparados entre si, que a luz do presente ajuda a esclarecê-los, que é a partir do que atualmente se vê que se avalia e se compreende o passado – e vice-versa. O Barroco é um excelente pretexto para se apresentar um “outro” modo de abordar a história. Porque o Barroco, tal como podemos vê-lo e amá-lo, é, sobre o seu passado mais extraordinário, o mais claro de todos os testemunhos.

Benedito Lima de Toledo é arquiteto, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, professor titular do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAU-USP. Autor de vários projetos de restauração e reconversão de bens culturais, como Instituto Caetano de Campos (SP), Colégio Alemão na Praça Roosevelt (SP), edifícios em São Luís (MA), Vila Itororó (SP), entre outros, e autor de vários livros, como Álbum Iconográfico da Avenida Paulista, Anhangabahú, Prestes Maia e as Origens do Urbanismo Moderno em São Paulo, Frei Galvão: Arquiteto (Ateliê Editorial), entre outros.

Os Jabutis da Ateliê

O Mistério do Leão Rampante, de Rodrigo Lacerda – (Romance, Jabuti, 1996)

Enlouquecer o Subjétil, de Jacques Derridá e Lena Bergstein – (Produção Editorial, Jabuti, 1998)

Corola, de Claudia Roquette-Pinto – (Poesia, Jabuti, 2002)

Demanda do Santo Graal: Das Origens ao Códice Português, de Heitor Megale – (Crítica Literária, Jabuti, 2002)

Orlando Furioso, de Ludovico Ariosto / Pedro Garcez Ghirardi – (Tradução, Jabuti, 2003)

Daquela Estrela a Outra, de Giuseppe Ungaretti / Haroldo de Campos, Aurora F. Bernardini e Lúcia Wataghin – (Tradução, Jabuti, 2004)

Finnegans Wake, de James Joyce / Donaldo Schüler – (Tradução, Jabuti, 2004)

A Imprensa Confiscada pelo Deops, de Maria Luiza Tucci Carneiro, Boris Kossoy – (Ciências Humanas, Jabuti, 2004)

Guimarães Rosa: Fronteiras, Margens, Paisagens, de Marli Fantini Scarpelli – (Crítica Literária, Jabuti, 2005)

Mistérios do Dicionário, de João Alexandre Barbosa – (Crítica Literária, Jabuti, 2005)

A Balada do Velho Marinheiro, de Samuel Taylor Coleridge / Alípio Correia de Franco Neto – (Tradução, Jabuti, 2006)

O Terceiro Livro do Bom Pantagruel, de François Rabelais / Élide Valarini Oliver – (Tradução, Jabuti, 2007)

Cantigas do Falso Alfonso El Sábio, de Affonso Ávila – (Poesia, Jabuti, 2007)

A Voz e o Tempo, de Roberto Gambini – (Psicologia e Psicanálise, Jabuti, 2009)

Euclides da Cunha: Uma Odisseia nos Trópicos, de Frederic Amory (Biografia, Jabuti, 2010)

Esplendor do Barroco Luso-brasileiro, de Benedito Lima de Toledo – (Arquitetura e Urbanismo, Jabuti, 2013)

O fotógrafo Boris Kossoy é indicado ao Prêmio Brasil Fotografia Especial

Fotografia de Boris Kossoy, da série New York VA edição 2013 do Prêmio Brasil Fotografia indicou o fotógrafo Boris Kossoy para o prêmio especial pelo conjunto da obra e sua importante reflexão sobre a fotografia.

A comissão de Premiação foi composta por Cildo Oliveira, Eder Chiodetto Diógenes Moura, Maria Hirszman e Ronaldo Entler.

Natural de São Paulo, Boris Kossoy interessou-se desde jovem pela fotografia, uma paixão que perduraria ao longo de sua vida. Sua obra fotográfica se desenvolveu em quatro grandes áreas: profissional, acadêmica, institucional e artística. Em cada uma delas sua atuação tem deixado marcas e seguidores.

Assim como grande parte dos fotógrafos brasileiros de sua geração, Boris foi um autodidata; sua carreira profissional teve início em 1965 através do Estúdio Ampliart, atuando nas áreas de jornalismo, documentação e publicidade. Prestou serviços para jornais, revistas e veículos como Jornal da Tarde, Última Hora, Quatro Rodas, Manchete, TV Record, paralelamente a uma obra autoral que segue até o presente.

Arquiteto pela Universidade Mackenzie (1965); mestre e doutor pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1977-1979). Iniciou-se no magistério em 1973, instalando o primeiro curso de fotografia da Faculdade de Comunicação Social Anhembi (SP), foi professor também do Curso de Especialização em Museologia, e da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP (Campus de Bauru). Seu percurso na Universidade de São Paulo teve início em 1987; em 2000 prestou concurso para livre-docência e, em 2002, para o cargo de professor titular de Escola de Comunicação e Artes. Nessa instituição é pesquisador e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação. Entre outras atividades é coordenador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares de Imagem e Memória (NEIIM/LEER-USP).

Ao longo de sua carreira acadêmica a fotografia foi o centro das investigações em diferentes direções: teoria, história e poética. Enquanto historiador, teórico e pesquisador têm sua obra mais conhecida voltada à investigação da história da fotografia no Brasil e América Latina, aos estudos teóricos da expressão fotográfica e à aplicação da iconografia como fonte de investigação nas Ciências Humanas. Dentre seus trabalhos mais recentes como curador, é de se mencionar: “Círculo Fechado: os japoneses sob olhar do DEOPS” (Memorial da Resistência de São Paulo/Estadão Pinacoteca, 2009); “Horizontes, fotografias de Bruno Cals” (1500 Gallery, NY, 2012) e “Um olhar sobre o Brasil: a fotografia na construção da imagem da nação” (Instituto Tomie Ohtake/Ministério da Cultura/Fundação Mapfre, SP, 2012-2013 e circuito nacional).

Sua carreira autoral como fotógrafo esteve centrada principalmente no realismo fantástico e na busca de elementos de mistério que permeiam as cenas do cotidiano urbano e da natureza, percepção essa que chamou de “mundos paralelos”. Mostras individuais de sua obra fotográfica foram montadas no Museu de Arte de São Paulo, Universidade de Nova York, Centro de La Imagem (México), Museu de Arte da Bahia, Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de ter participado de um número expressivo de exposições coletivas. Fotografias de sua criação encontram-se representadas, entre outras instituições, nas coleções permanentes do Museu de Arte Moderna (NY), Centro da Imagem (México, D.F), Instituto Smithsonian (Washington D.C.), Eastman House/Museu Internacional de Fotografia (Rochester, NY), Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de coleções particulares.

É ampla a bibliografia sobre sua obra, publicada tanto no Brasil como internacionalmente. Kossoy é autor de 13 livros, entre eles, os clássicos: Viagem pelo Fantástico; Hercules Florence, a descoberta isolada da Fotografia no Brasil; São Paulo, 1900; Fotografia e História; Realidades e Ficções na Trama Fotográfica; Os tempos da fotografia, o efêmero e o perpetuo; Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro; Boris Kossoy Fotógrafo e Um olhar sobre o Brasil; a fotografia na construção da Imagem da nação (coord.).

Em 1984, recebeu do Ministério da Cultura e da Comunicação da França, a condecoração: Chevalier de L’Ordre des Arts ET des Lettres pelo conjunto de sua obra.

O Ministério da Cultura e Porto Seguro Cia de Seguros Gerais convidam para a abertura da exposição dos trabalhos premiados, no dia 22 e outubro, às 19h, Espaço Cultural Porto Seguro, na Avenida Rio Branco, 1489.

Conheça os livros de Boris Kossoy publicados pela Ateliê Editorial

Conheça nossos finalistas do Prêmio Jabuti 2012

4 livros da Ateliê estão entre os finalistas do Prêmio Jabuti 2012, nas categorias Projeto Gráfico, Poesia, Tradução e Turismo. Em outubro devem ser anunciados os 3 melhores livros de 2011 de cada uma das 29 categorias. Veja abaixo os livros da Ateliê que concorrem ao Prêmio:

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Jabuti de Projeto Gráfico

Divina Comédia, de Dante Alighieri

Divina Comédia, de Dante Alighieri
Esta é uma das obras-primas da literatura mundial. Além de trazer de volta a primorosa tradução do erudito italiano João Trentino Ziller – publicada originalmente em 1953, em Minas Gerais – a presente edição do poema, coeditada pela Ateliê Editorial e pela Editora da Unicamp, oferece algo inédito ao leitor brasileiro: as ilustrações de Sandro Botticelli, perdidas durante séculos e identificadas somente na década de 1980.
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Tradução e notas João Trentino Ziller
Apresentação João Adolfo Hansen
Notas à Comédia de Botticelli Henrique Xavier
Ilustrações Sandro Botticelli
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Jabuti de Poesia

laetitia, sp, de Gabriel Pedrosalaetitia, sp, de Gabriel Pedrosa
A cidade é a grande figura desta nova coletânea. A cidade abandonada, mesmo que, ironicamente, superpovoada – aquela “aglomerada solidão” que canta Tom Zé em “São Paulo, São Paulo”, e a gente que nela vive é muda, entristecida e indiferente […] é a cidade que, divorciada de seus habitantes, jorra conceitos, junto com lixo, de suas tripas, de suas tubulações – que, traduzidas num coágulo de conceitos, cruzam o corpo do livro. E é no esgoto e no lixo que se pode tatear alguma mínima clareira sobre esse organismo de pedra cercado de imundície por todos os lados, onde, por picardia, umas flores, vez em quando, nascem […] a cidade, neste livro, se transforma em reflexão sobre a poesia e as implicações que rondam o seu fazer em nosso tempo. Vivendo no coração do caos a dialética das alegrias e das dores, encantar flores no lodaçal, como protesto contra a hostilidade utilitarista do mundo.
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Ilustação João Yamamoto
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Jabuti de Tradução

Duplo Canto e Outros Poemas, de François ChengDuplo Canto e Outros Poemas, de François Cheng
Traduzir poesia é traduzir o intraduzível. São raros os que o fazem. E mais raros ainda os que o conseguem com proveito. Bruno Palma é um desses casos. Passou para o nosso português as páginas mais belas de Saint-John Perse. Recriou ritmos e ambientes quase intransponíveis. Criou novas palavras, e deu a outras novo lustro de vida, novas conotações de convivência. Agora, Palma traduz François Cheng. Poeta sino-francês, Cheng é um sintetizador dessas duas extraordinárias vertentes de civilização. Bruno se empenha sobretudo junto às figuras de linguagem, que em Cheng resultam de interação profunda com a natureza, e segue as linhas essenciais do ritmo chenguiano. A simbiose de Cheng enlaça a tradição de literatura e pensamento zen, na sua expressão ideográfica distinta, à nossa tradição radicalmente inovadora da perspectiva aberta por Mallarmé. Integrador de linguagens e culturas, Cheng muito nos enriquece a vivência literária: no caso dos leitores de língua portuguesa, graças ao pleno encontro de Bruno Palma com o mestre sino-francês, recriando-o admiravelmente em nossa língua. – Mauro Gama
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Tradução Bruno Palma
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Jabuti de Turismo

50 Livrarias de Buenos Aires, de Adriana Marcolini50 Livrarias de Buenos Aires, de Adriana Marcolini

Este guia contém informações básicas e histórias saborosas sobre as 50 livrarias portenhas selecionadas pela autora. Inclui desde as enormes, que lembram um supermercado, até as pequenas, superacolhedoras. Há ainda as librerías de saldo, que vendem obras esgotadas, as de viejo, equivalentes aos nossos sebos, e as antiquárias. Traz mapas de localização das livrarias e muitas dicas. A obra é inédita no Brasil e rende homenagem ao título de Capital Mundial do Livro (abril 2011/abril 2012), conferido a Buenos Aires pela Unesco – a cidade possui uma livraria para cada seis mil habitantes.

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Fotografias Alejandro Lipszyc

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Release

Entrevista com autora

Acesse o livro na Loja Virtual

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Veja a lista com todos os finalistas do Prêmio Jabuti

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