Eventos

Ateliê Editorial na 17ª Festa do Livro da USP

Nos dias 09, 10 e 11 de dezembro a Ateliê Editorial marca sua presença na 17ª Festa do Livro da USP.

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A Festa do Livro da USP é um dos mais concorridos eventos do mercado editorial, que recebe milhares de leitores em busca de livros de reconhecida qualidade editorial a preços reduzidos.

TODOS OS LIVROS COM NO MÍNIMO 50% DE DESCONTO.
Confira no Catálogo da Ateliê Editorial.

A Festa do Livro da USP este ano será na travessa C da avenida Professor Mello Moraes, entre a Raia Olímpica e Praça do Relógio Solar, na Cidade Universitária.

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É a primeira vez que o evento ocupará um ambiente externo, numa rua fechada para o trânsito de veículos. Uma estrutura de três tendas galpões totalizará 3.600 m² para comportar as editoras e seu público. O público esperado é de cerca de 130.000 pessoas.
A Ateliê Editorial vai estar na Tenda Verde – Ilha 02.

Festa do Livro Usp Tenda Ateliê

Aguardamos sua visita

Festa do Livro da USP
Dias 09, 10 e 11 de dezembro de 2015
Das 9h às 21h
Av. Prof. Mello Moraes, travessa C
Mais informações: www.edusp.com.br/festadolivro

Paulistanos Ilustres Ilustrados

São Paulo faz 465 anos e ganha exposição com ilustrações do cartunista e paulistano Paulo Caruso.

Vilanova Artigas por Paulo Caruso

“Ele (Vilanova Artigas) é um dos meus paulistanos ilustres ilustrados na exposição que abre neste domingo” (Paulo Caruso).

Neste domingo, dia 25, a cidade de São Paulo faz 461 anos. Além da extensa programação cultural oferecida pela prefeitura para comemorar a data, e a qual você pode conferir aqui, acontece até o dia 1ª de março na CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo), a exposição Paulistanos Ilustrados, por Paulo Caruso.

Com cerca de 200 ilustrações, caricaturas e gravuras, além do traço e texto irreverentes do artista, o visitante poderá conhecer a história da cidade e dos personagens por trás de avenidas e monumentos famosos que identificam São Paulo.

Com a exposição, expresso meu amor pela cidade demonstrando que São Paulo é a síntese dos sonhos e ação de pessoas que ousam e realizam, não do árido concreto que ergue e destrói coisas belas, diz o cartunista.

Homenagens

Simultaneamente a exposição da CAIXA, o trabalho de Paulo Caruso também poderá ser visto em uma mostra ao ar livre na Av. Paulista. Com o tema Paulistanos Ilustres, serão apresentados personagens que batizam ruas que cruzam a avenida-símbolo da capital. A proposta é, além da caricatura, apresentar um breve resumo de quem é o personagem e qual é a sua importância para a história de São Paulo. As imagens serão afixadas nos totens que já existem na Avenida Paulista. Nos casos onde não houver, serão produzidos totens exclusivos.

Ao todo, serão contempladas 22 vias, na Rua Bela Cintra, Peixoto Gomide, Osvaldo Cruz, Maria Figueiredo, Ministro Rocha Azevedo, Frei Caneca, Padre João Manoel, Joaquim Eugênio de Lima, Bernardino de Campos, entre outras. O objetivo é criar uma crônica da cidade, homenageando personalidades que dão nome a ruas que fazem parte do cotidiano dos cidadãos.

Vale ainda lembra que na mesma data, a medalha “25 de janeiro” vai homenagear três arquitetos, entre eles João Batista Vilanova Artigas, arquiteto homenageado no ano de 2015 pelo seu centenário e um dos paulistanos ilustres, ilustrados por Paulo Caruso.

Confira também a matéria sobre o centenário de João Batista Vilanova Artigas no blog da Ateliê.

 

Anatomia da estupidez

Marcos Guterman | O Estado de S.Paulo| Aliás | Pág. E3 | 07 de dezembro de 2014

Livro destrincha mitos mais duradouros que explicam a perseverança do ódio aos judeus

10-MitosTucciMitos são simplificações destinadas a dar, por meio da lógica, conforto moral àqueles que se sentem miseravelmente perdidos em meio ao caos da História. Não são verdades nem pretendem sê-lo; servem somente para conferir sentido à vida do homem-massa, essa criação contemporânea que ocupa a sociologia e serve aos propósitos do poder totalitário. E não se prestam necessariamente à narrativa religiosa – seu uso tem sido basicamente político desde o século 19. Ao longo de todo esse tempo, observa-se que os mitos mais resistentes, renovados com notável energia, têm sido aqueles relacionados aos judeus. Tamanha é a força da narrativa fantasiosa a respeito desse povo ao longo dos séculos que é possível identificar até mesmo a consolidação de uma mitologia sobre os mitos – isto é, também as explicações para a perseverança do ódio aos judeus estão, boa parte delas, contaminadas por mistificações. Assim, é bem-vinda toda tentativa de compreender o antissemitismo à luz não do senso comum, mas da ciência histórica – como faz o mais recente livro da historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, Dez Mitos sobre os Judeus, que procura identificar as razões da permanência desse misto de hostilidade aberta e admiração latente que resulta na singularização dos judeus.

Mitos não são criações aleatórias. Para que adquiram perenidade, característica primária da mitologia, tais narrativas devem ser vistas, sem reservas ou contestações, como a exata tradução do real. Mais do que isso: o mito, para sê-lo em toda a sua extensão e força, deve até mesmo substituir o real, isto é, deve ser a referência natural, mecânica, para que se faça a leitura dos conflitos e paixões da sociedade. Como mostra o livro de Tucci Carneiro, o que importa é a verossimilhança da narrativa, ainda que esta tenha escassa correspondência com a realidade. No caso dos mitos antissemitas que serviram aos nazistas, por exemplo, trata-se, no dizer de Hannah Arendt, de uma “ofensa ao bom senso”, pois os judeus passaram a ser perseguidos implacavelmente na Europa do século 20 justamente no momento em que seu alegado poder – aquele que serviu de pretexto para as perseguições – declinava junto com o Estado-Nação e quando os valores religiosos do judaísmo, cuja leitura deturpada alimentava a imaginação dos antissemitas, estavam perdendo força em meio ao acelerado processo de assimilação.

Essa incoerência é apenas aparente. O “Judeu”, entendido aqui como a imagem estereotipada dos judeus, era o inimigo ideal, pois, enquanto representava todo o Mal sobre a Terra, na realidade não tinha como se defender, nem pela força nem com argumentos racionais. Eis a potência do mito que encantou gerações até hoje.

Não é possível estabelecer uma cronologia da construção do mito do “Judeu”, mas não se pode negar que o elemento fundador desse empreendimento fabuloso seja a acusação de que os judeus mataram Jesus Cristo, provável razão pela qual Tucci Carneiro a tenha escolhido para abrir seu livro. A gravíssima condenação serviu para dar força ao cristianismo em seus primeiros tempos e ainda ofereceu ao mundo a imagem mais bem acabada do traidor – Judas. Queimar esse Judas, como se faz simbolicamente ainda hoje, como brincadeira de criança, serve para expurgar o Mal, que ameaça a ordem celestial.

O deicídio está na base do antissemitismo, mas desde o século 19 foi largamente superado como seu elemento central. Este agora reside na certeza de que os judeus, reunidos em entidades secretas, fazem parte de uma conspiração internacional. Tucci Carneiro observa que essa ideia ganhou sua melhor interpretação por meio dos Protocolos dos Sábios de Sião, que reproduzem as atas de uma fictícia assembleia de judeus dispostos a enganar e dominar o mundo. A historiadora também nota que de nada adiantou alguns importantes jornais europeus contemporâneos dos Protocolos (1905) informarem que se tratava de um embuste, pois o texto dava “sentido” às convulsões revolucionárias do mundo, atribuindo-as ao plano de dominação judaica. Mesmo Hitler, no seu livro Minha Luta, deixa claro que, para ele, não importava se os Protocolos eram autênticos ou não; o que interessava, em suas palavras, era que a “realidade” tornavam “patentes” as maquinações dos judeus relatadas no livro.

Como demonstra Tucci Carneiro, os Protocolos, portanto, não são a fonte, mas sim resultado do sucesso do antissemitismo político, fenômeno que se espraiou pelo mundo – razão pela qual o texto foi traduzido para dezenas de idiomas e até hoje é publicado em diversos países, onde sempre há expressiva ralé em busca de argumentos lógicos para justificar seus fracassos e para seguir líderes com vocação autoritária.

Tucci Carneiro se ocupa ainda de explicar diversos outros mitos, como aquele que há tempos atribui aos judeus o domínio da mídia global e das grandes finanças internacionais, e também o mais recente deles, que diz que a política externa americana se dobra aos caprichos dos judeus – como se as relações dos judeus com os Estados Unidos não estivessem baseadas numa identidade comum construída desde o século 17. Ao procurar refazer a trajetória histórica dessas imputações, com seus efeitos inclusive no Brasil, a pesquisadora disseca a lógica desse monumento à estupidez que é o antissemitismo e presta um bom serviço à razão.

Confira abaixo as fotos do lançamento da obra Dez mitos sobre os judeus, ocorrido no dia 04 de dezembro na Livraria da Vila – Pátio Higienópolis, (Fotos por Douglas Mansur):

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O Desejo na Literatura e na Psicanálise

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Nesta quarta-feira (03/09), a Livraria da Vila – Lorena recebe para um bate-papo o autor, psicanalista e colunista da Ateliê Renato Tardivo. Na ocasião o autor falará sobre a construção do desejo na literatura, abordando a vertente realidade/ficção. O psicanalista Niraldo de Oliveira Santos norteará sua fala, abordando o imperativo de felicidade, que é imposto ao sujeito, abrindo a discussão sobre a articulação desejo x gozo na contemporaneidade, principalmente os modos de satisfação/”empuxo ao gozo” e os efeitos disso no corpo.

 

Livraria da Vila – Lorena (auditório): Alameda Lorena 1731 – Jardim Paulista

Horário: 19h30 às 21h30

Entrada Gratuita

Inscrições: maisainda2014@gmail.com

Ateliê Recomenda

Confira quatro exposições recomendadas especialmente para você ver esta semana.

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IBERÊ CAMARGO: UM TRÁGICO NOS TRÓPICOS.

Em parceria com a Fundação Iberê Camargo,  o CCBB (Centro Cultura Banco do Brasil), exibe até o dia 7 de julho a mostra, Iberê Camargo: Um trágico nos trópicos.

A mostra dedicada ao pintor, gravador, desenhista, escritor e professor gaúcho, aborda a questão do Homem, seu corpo e sua existência, marca que percorre sua produção artística desde os anos 1940 até sua morte, em 1994.  A exposição possui curadoria de Luiz Camillo Osório, professor da PUC-RJ e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Saiba mais sobre a exposição IBERÊ CAMARGO: UM TRÁGICO NOS TRÓPICOS.

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CAOS

A Galeria Paralelo apresenta até o dia 26 de julho, a exposição Caos  de  Alex Flemming.  O artista nesta exposição apresenta trabalhos inéditos no contexto de sua produção artística ou mesmo no contexto da arte contemporânea. O artista surpreende nesta série com obras inovadoras e inusitadas. Devido à diversidade e intensidade das pinceladas aplicadas, a mesma obra tem várias leituras de luz conforme o espectador se move diante da tela, resultante dos brilhos metálicos da cor prata adicionada à cor preta. O ser humano compõe a parte central desta obra, interesse primordial do artista, sem ser plenamente figurativo. O gesto, alguns objetos, as minúcias e as atuações dos seres aqui representados são marcantes o suficiente para abstrair o próprio corpo em si através de uma invasão do fundo na figura humana aí representada.

Responsável pelas famosas fotografias da estação Sumaré, parte integral do projeto arquitetônico da estação, Alex Flemming é um artista que se consolidou nas duas últimas décadas produzindo trabalhos de alto nível pictórico e conceitual, trabalhando quase sempre de maneira serial sobre as mais diversas superfícies.

Saiba mais sobre a exposição CAOS

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ESSE TRECO

Até o dia 19 de julho, a Galeria Virgílio exibe a exposição individual, Esse Treco, do artista paulistano Deco Farkas, pintor muralista e grafiteiro que vem usando a cidade de São Paulo como suporte para seus trabalhos, onde assina TRECO.

A mostra reúne trabalhos inéditos realizados no período de 2013 e 2014. Deco mostra pinturas sobre madeira, parede e vídeos. Segundo Vicente Góes, Deco é um artista simples e vibrante. Sua arte não se esconde em conceitos, não agride com críticas óbvias, não complica a percepção daquele momento único de espanto quando respiramos a primeira impressão. Ela traz o olhar genuíno do espanto, seja pelas cores fortes, traços seguros ou volumes maciços. Uma arte expressiva que não só deixa de investir nas tensões intelectuais, mas as alivia, quebrando o ritmo cognitivo do olhar e da imaginação. Seu processo criativo passa entre a sensação visual do inusitado e a intuição simbólica própria e peculiar e pelo povoamento onírico de criaturas fantásticas.

Deco Farkas é um artista de rua (grafiteiro) que vive e trabalha em São Paulo, formado pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado.

Saiba mais sobre a exposição ESSE TRECO

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MEMÓRIAS GRAVADAS: A HISTÓRIA DE RUTH

Até o dia 21 de junho, o Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), na Unidade 3 apresenta a exposição itinerante Memórias Gravadas: a história de Ruth. A mostra celebra os 80 anos de vida da Profa. Dra. Ruth Sprung Tarasantchi, que inclusive estudou na Belas Artes, e apresenta uma parte de seus 45 anos dedicados à gravura em metal.

A curadora Gisele Ottoboni reuniu no núcleo central da exposição 60 gravuras assinadas por Ruth Sprung Tarasantchi, membro da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo, diretora do Acervo do Museu Judaico de São Paulo e da SOCIARTE. É a chance de conferir trabalhos da artista plástica e historiadora que nasceu em Bugojno, na antiga Iugoslávia, e esteve com a família em um campo de concentração em Torino, na Itália, antes de chegar no Brasil.

Saiba mais sobre a exposição MEMÓRIAS GRAVADAS: A HISTÓRIA DE RUTH

Lançamento do livro Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão

Ateliê Editorial | Assessoria de Imprensa

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No último dia 31 de maio, a professora e escritora Jerusa Pires Ferreira lançou seu novo livro Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão. Nesta obra a autora cruza observações teóricas acerca de oralidade, escrita, memória impressa e do conto popular ancestral, que se recria, atualiza e reinventa no nordeste brasileiro, em textos e imagens. A autora ainda apresenta experiências vivas, e propõe a partir daí um modo de lidar com esses materiais mitopoéticos, em várias de suas possibilidades.

 

 

 

Acesse o livro na loja virtual da Ateliê

Leia o release

Confira abaixo algumas fotos do lançamento

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Casa da Escrita: encontro com Beatriz Helena Ramos Amaral (Coimbra)

Beatriz HelenaCaros amigos do “Clube dos Amigos da Casa da Escrita”, na próxima segunda-feira, 14 de Abril às 18h00, decorrerá um encontro com a escritora brasileira Beatriz Helena Ramos Amaral, sob o lema: “A Música na Raiz do Poema: Interconexões e Ressonâncias”.

Nele percorreremos “A música na raiz: a poesia de Beatriz Helena Ramos Amaral” e “A trajectória poética de Edgard Braga”. A entrada é livre.

 

A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard BragaNa primeira parte, a poeta e ensaísta apresenta: poemas de sua autoria, do CD RESSONÂNCIAS (por ela gravado em 2010 em parceria com o músico Alberto Marsicano – voz/poesia e sitar indiano/MCK). São poemas pertencentes aos livros Alquimia dos Círculos (Escrituras Editora, 2003, São Paulo) e Luas de Júpiter (Anome, Belo Horizonte, 2007), poemas de Haroldo de Campos (do livro Crisantempo, Ed. Perspectiva, 1998) e um poema especialmente dedicado ao extraordinário poeta, tradutor, ensaísta, crítico e professor brasileiro. Leitura de poemas conjuntamente com o áudio do disco (em cânone).

Na segunda parte, discorre sobre sua pesquisa e seu recentíssimo livro A Transmutação Metalinguística na Poética de Edgard Braga (Ateliê Editorial, 2013), que traz prefácios de Augusto de Campos, Olga de Sá e Maria José Palo. Indicada pela PUC-SP como finalista do Prêmio ANPOLL 2008, a pesquisa de Beatriz aborda as várias fases da poesia de Edgard Braga (1897-1985), enfatizando o eixo metalinguístico que a percorre.

Casa da Escrita
Rua Dr. João Jacinto nº8,
Sé Nova – Coimbra
Tel. +351 239 85 35 90
http://casadaescrita.cm-coimbra.pt/

Edgard Braga

O longo percurso de sua produção literária (1933-1984) e seus treze livros publicados revelam uma intensa transmutação e a rica, polifônica e bem sucedida experimentação realizada a partir dos anos sessenta, em especial a poesia visual, os tatoemas, a poesia caligráfica, que, até hoje, influencia nomes como Arnaldo Antunes, Tadeu Jungle e Walter Silveira. Participou da Revista Invenção, conjuntamente com os criadores da Poesia Concreta Brasileira, Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari, chegando a coeditar a página literária Invenção, no início dos anos sessenta.

Debate sobre a produção cultural durante a Ditadura

O Memorial da América Latina promove neste mês de abril um ciclo de eventos que atualizam a reflexão sobre a Ditadura Militar brasileira. Na próxima quinta-feira, dia 17, o professor da USP Celso Favaretto, autor de TropicáliaAlegoria Alegria, irá debater sobre a produção cultural de resistência ao regime militar.

Biblioteca do Memorial da América Latina
quinta, 17/04, às 18h30 | tel. (11) 3823-4732
Entrada gratuita
Veja a programação completa

 

Tropicália: Alegoria Alegria, de Celso FavarettoTropicália: Alegoria Alegria

Celso Favaretto

Lançado em 1979, este estudo de Celso Favaretto tornou-se um clássico sobre o movimento da Tropicália, leitura imprescindível aos interessados pelo tema. O autor reconstitui os nexos entre as composições, os arranjos e as cenas que caracterizam os gestos particulares dos tropicalistas. Explica também as tendências gerais do movimento e mostra como ele desenhou uma nova estética para a música brasileira. Esta reedição, revisada e ampliada, conta com prefácio do músico e linguista Luiz Tatit. Mais detalhes

5º Festival Sul-Americano de Cultura Árabe

Obra "Em Nome de Deus, o Misericordioso", de Moafak Dib Helaihel

Luiza Wolf | Folha de S. Paulo

Festival árabe tem shows e exposições grátis em SP

Para marcar o Dia da Comunidade Árabe no Brasil, comemorado na terça (25), a quinta edição do Festival Sul-Americano de Cultura Árabe traz a São Paulo atrações gratuitas, como shows, exposições e oficinas.

Até o dia 31, o festival ocupa vários endereços. O Centro Cultural São Paulo abriga o show da banda tunisiana Nubah Siqah, que se apresenta hoje (23), e a exposição “A Arte da Caligrafia Árabe”.

Veja a programação completa

Conheça os livros da Ateliê sobre cultura árabe

 

Cursos do Espaço Revista Cult – 1º Sem./2014

Espaço Revista Cult

Espaço Revista Cult

LABORATÓRIO DE ESCRITA CRIATIVA

DE 11/03 A 24/06

Sem exigir conhecimentos prévios no campo da literatura ou experiência com escrita criativa, o laboratório pretende partilhar com seus participantes conhecimentos sobre o trabalho de ler e escrever como prática estética que é também experiência existencial.

Com Marcia Tiburi, doutora em Filosofia, Colunista da Revista CULT e autora de diversos livros de filosofia e de literatura, como Filosofia em comum (Record), Filosofia brincante (Record); dos romances Magnólia (Bertrand Brasil), A Mulher de costas (Bertrand Brasil), entre outros. E Evandro Affonso Ferreira, escreveu vários romances, entre eles Minha mãe se matou sem dizer adeus (Record) – Prêmio APCA Melhor romance de 2010, e O mendigo que sabia de cor os adágios de Erasmo de Rotterdam (Record) – Premio Jabuti de Melhor Romance de 2013.

 

FILOSOFIA FEMINISTA

De 12/03 a 28/05

O curso visa tanto contar a história do pensamento sexista feito contra as mulheres, bem como do pensamento feito por mulheres ao qual damos o nome de feminismo. O objetivo é recontar a história da filosofia como negação das mulheres e poder ver, no fim do túnel da história, o feminismo como filosofia crítica com vista à emancipação. Os homens que quiserem participar do curso deverão entrar vestidos de mulher.

Com Marcia Tiburi, doutora em Filosofia, Colunista da Revista CULT e autora de diversos livros de filosofia e de literatura, como Filosofia em comum (Record), Filosofia brincante (Record); dos romances Magnólia (Bertrand Brasil), A Mulher de costas (Bertrand Brasil), entre outros.

 

OFICINA DE CONTOS

12/03 a 02/04

Serão apresentadas as características de gênero, estilo, linguagem e ritmo. Para trabalho em casa, será sugerida a leitura de um conto, a fim de que os participantes tenham, sozinhos, uma experiência com aquela escrita. Ao longo do curso, cada participante produzirá um conto, que será lido e discutido na última aula.

Com Fabrício Corsaletti, formado em letras pela USP, foi professor de literatura e redação e editor assistente na Editora 34. É autor de Esquimó (Companhia da Letras, prêmio Bravo!) e Golpe de ar (Editora 34), e King Kong e cervejas (contos, Companhia das Letras) entre outros.

 

E-BOOK DO COMEÇO AO FIM

Dias 28 e 29/03

O curso aborda de forma teórica todos os aspectos relacionados ao e-book. As aulas temáticas seguem o fluxo de produção de um e-book do começo ao fim. Ou seja, da escolha do título até a comercialização; passando pela produção, pelos direitos autorais e pelo marketing. O curso é voltado a pessoas que trabalham ou pensam em trabalhar no mercado editorial.

Com Juliano Garcia Pessanha, escritor e ensaísta. Publicou a trilogia Sabedoria do nunca, Ignorância do sempre, Certeza do agora, além de Instabilidade perpétua, todos pela Ateliê Editorial.

 

A ARTE DE EDITAR REVISTAS

Dias 4 e 05/04

A oficina tem como objetivo produzir material poético e trabalhar a produção poética dos participantes de modo a apresentá-la no espaço comum, tornando-a, mesmo que por um curto período de tempo, parte da geografia dos lugares. Editar uma revista exige excelente qualificação profissional, repertório, domínio do segmento e técnicas cada vez mais sofisticadas. A disputa por um espaço destacado nas bancas de revista – que vendem centenas de títulos – e a conquista do leitor, definitivamente, não são tarefas fáceis.

Com Luara Calvi Anic (editora na revista Claudia, da Abril), Micheline Alves (diretora de núcleo da editora Trip), Kátia Lessa ( colunista da Folha de São Paulo e colaboradora da revista Serafina), Edu Hirama (diretor de arte da revista s/nº. Assina projetos de livros como A louca debaixo do branco, de Fernanda Young) e Ricardo Arcon (editor da revista Playboy).

 

A ARTE DE EDITAR UM LIVRO

De 7 a 12/04

O curso oferece um panorama completo de um processo de edição – da elaboração do projeto inicial à impressão. Reunidas em módulos temáticos, as aulas, de natureza teórica, capacitam os participantes a conhecer a fundo os mais modernos e eficientes métodos e técnicas de edição de um livro.

Com André Conti (editor da Companhia das Letras), Léo Wojdyslawski (advogado, especialista em Propriedade Imaterial), Aline Valli (produtora gráfica na Cosac Naify), Alexandre Martins Fontes (diretor-executivo da WMF Martins Fontes), Alexandre Barbosa de Souza (editor da Globo Livros), Elaine Ramos (diretora de arte da Cosac Naify), Juliana Vettore (jornalista responsável pelo departamento de comunicação da Companhia das Letras) e Débora Guterman (editora de ficção e não ficção da Saraiva).

Programação completa do Espaço Revista Cult