Gabriel Magalhães

Ateliê Recomenda

Confira quatro exposições recomendadas especialmente para você ver esta semana.

gemeos

A ÓPERA DA LUA

A partir do dia primeiro de julho até 16 de agosto, a galeria Fortes Vilaça apresenta A ópera da lua, nova exposição individual da dupla OSGEMEOS (Otávio e Gustavo Pandolfo), no Galpão Fortes Vilaça.

A exposição reúne cerca de trinta pinturas, três esculturas e uma vídeo-instalação 3D. Em sua maioria inéditas, as obras são apresentadas em um ambiente imersivo, no qual o universo narrativo dos artistas ganha nova dimensão.  Portas e janelas conectam as obras construindo um grande ambiente imersivo. As pinturas tomam formas e dimensões inesperadas, exploram novos contextos para os personagens, novas histórias, texturas  e padrões em profusão.

A dupla OSGEMEOS é formada pelos irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo. Já participaram de diversas exposições importantes dentre as quais se pode destacar: ICA – The Institute of Contemporary Art, Boston, USA (2012); Fermata, Museu Vale, Espírito Santo, Brasil (2011); Museu Colecção Berardo, Lisboa, Portugal (2010); When Lives Become Form: Creative Power from Brazil, Hiroshima City Museum of Contemporary Art, Hiroshima, Japan (2009); Vertigem, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; Vertigem, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil (2008).

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A Moringa de Três Cabeças - Ulisses, Vale do Jequitinhonha

O BRASIL NA ARTE POPULAR

Até o dia 10 de agosto ocorre no Sesc Belenzinho a exposição O Brasil na Arte Popular. Através de um recorte no acervo do Museu Casa do Pontal, é apresentado uma mostra significativa da arte popular brasileira com obras de artistas como Mestre Vitalino, GTO, Zé Caboclo, João Alves, Luiz Antonio, Noemisa entre outros. A exposição propõe uma viagem pelo país a partir da arte e suas relações com o ambiente, a cultura e a natureza.

O Museu Casa do Pontal é considerado o maior e mais significativo museu de arte popular. Seu acervo – resultado de quarenta nos de pesquisas e viagens do designer francês Jacques Van de Beuque por todo país; é composto por cerca de 8.000 obras de 200 artistas brasileiros e recobre a produção feita a partir do século XX.

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oscar

OSCAR NIEMEYER: CLÁSSICOS E INÉDITOS

O Itaú Cultura apresenta ate o dia 27 de julho, uma homenagem a Oscar Nieymer, um dos arquitetos mais influentes da arquitetura moderna mundial. A exposição Oscar Niemeyer: clássicos e inéditos, apresenta uma seleção de projetos e materiais raros sobre obras clássicas, além de fotografias e maquetes. Com curadoria de Lauro Cavalcanti e expografia de Pedro Mendes da Rocha, além dos trabalhos em si, a mostra examina o processo de criação de Niemeyer, possibilitando uma percepção única de sua produção.

Saiba mais sobre a exposição Oscar Niemeyer: clássicos e inéditos

muralista

NOVOS MURALISTAS – EDIÇÃO LATINO-AMERICANA

Parte da mostra Novos Muralistas – Edição Latino-Americana, o Sesc Ipiranga apresenta até o dia 31 de outubro a arte mural de Florencia Trois. A artista argentina nos apresenta em seu trabalho uma misteriosa procissão carregada de dinamismo e liberdade, compondo uma prazerosa ciranda, algo muito presente em nossa cultura e onde animais fantásticos, flores, casas e árvores pedem passagem, caminhando junto a uma excêntrica família em transe festivo. Explorando situações que se aproximam do universo do sonho e utilizando tema recorrente no Realismo Fantástico, a artista conta a história de um legado familiar, narrado em gerações. Muro do Deck e Cúpula da Piscina.

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EU NÃO QUERO FAZER SENTIDO

EtaplesFrance©Andruska

ALEX SENS FUZIY — 17 de junho de 2014

“Eu não quero fazer sentido, mas ser sentido.” A frase, escrita no final da minha adolescência, deve completar uma década em alguns meses, talvez no próximo ano, já não me lembro. Sei que ela teve um poder modificador, de construção de personalidade e intenção assertiva quando surgiu num susto através de um blog — a ferramenta dos cyber-poetas e escritores de botequim que viram na plataforma virtual a base de seu trabalho no início do século. Era uma verdade: eu não queria que meus textos tivessem sentido, mas que eles pudessem ser a extensão vibrátil do sentido que o leitor poderia ter, conforme sua percepção. Parecia pretensioso para aquela idade, mas a frase ecoou, foi coagulada pelo tempo e tenho por ela um carinho especial, como uma primeira tatuagem, e mais importante do que isso: ela ainda é essa superfície clara e inérvea que não pode ser perturbada.

Dias atrás, um amigo que está morando em Paris disse que se deu conta de que meu sobrenome materno, Sens, é a palavra francesa para “significado”. Eu já sabia disso; alguns anos atrás havia pensado muito sobre o assunto após descobrir que parte do meu nome era traduzível. Curioso, no mínimo. Talvez o francês tenha se dissolvido na pronúncia germânica, porque embora sua raiz esteja na França, foi com a naturalização alemã por parte da minha mãe que o nasal “Sâns” se transformou no sonoro “Zênts”. Com a pronúncia germanizada, o “significado” se perdeu. Quando os franceses falam na televisão, logo cai sobre minha atenção o viço da expectativa: e de vez em quando ouço os sibilantes esses que sobressaem nos “extremos semânticos” da palavra. O próprio significado de “significado” soa como uma brincadeira sem fim, e seus esses franceses podem ser encontrados igualmente infinitos numa lemniscata — se transformarmos a ideia em símbolo.

Chegamos ao “Fuziy”, lado paterno. Z e Y, duas letras quase misantropas da nossa língua, afastadas num canto longínquo onde o sol das palavras incomuns demora a tocar. Esse é um sobrenome japonês, ou um erro de cartório. O correto seria algo como “Fujii”, a vogal duplicada triplicando os pontos e formando com o jota as reticências de uma história oriental não contada, ou um quase-monte. Desconheço qualquer significado para “Fuziy”, mas como disse a chefe de uma amiga: sou filho da Segunda Guerra Mundial. Alemanha e Japão. Nada da Itália para completar as Nações do Eixo, embora meu gosto pelas massas, pelos vinhos toscanos e pela arquitetura renascentista seja tão inerente quanto qualquer mistério sub-reptício da alma. Querendo ou não fazer sentido, guardo no nome o amor por uma ancestralidade cheia de narrativas labirínticas. Vou tentando ser sentido, sentindo o mundo nesses sinos sombrios que repicam nos significados das coisas.

 

As palavras todas - Alex

Alex Sens Fuziy nasceu em 1988 em Florianópolis (SC), vive em Minas Gerais e é escritor. Publicou Esdrúxulas, livro de contos de humor negro e realismo mágico, seguido pelo livro artesanal Trincada. Teve contos e poemas publicados em sete coletâneas e em revistas literárias virtuais, assim como resenhas de livros e críticas em sites de jornalismo cultural. Seu romance de estreia O Frágil Toque dos Mutilados venceu o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2012.

Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão

O Popular | Junho de 2014

ViewImagemCrítica Literária – Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo 

A cultura oral como extensão da cultura letrada impressa é objeto de pesquisa da professora da USP Jerusa Pires Ferreira neste trabalho que já é referência na área. Investigação que passa pelo conto russo, a literatura de cordel, o cinema e mitos populares de grande força na condução de narrativas diversificadas.

Conheça mais sobre o livro: Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão

COMO VOCÊ CHAMA ?

tiago

 

Amadeu era inseguro com seu nome porque soava pra ele como um “nome gay”. Talvez fosse pelo “deu” no final, ou pelo “ama” no início, ele não sabia ao certo. Não explicava pra ninguém porque, mas não gostava do nome e não fazia questão de esconder.

Matias também não curtia seu nome. Não possuía muita consciência disso porque fazia parte dessa juventude que não pensa muito sobre nada. Juventude irrefletida, crianças ípsolon ou coisa que o valha. A moda já é feia por si só e fica pior quando substitui a mente. A verdade oculta por trás da ignorância é que Matias soava como o futuro do pretérito deve soar: ias, pensastes, pretendias… Seu nome soava como a sensação de habituar-se ao fracasso.

Devid odiava seu nome de pobre, desses que tem a intenção de soar chique e estrangeiro, mas que devido à maldade ou ignorância do escrivão do cartório, pra sempre soaria como um erro de grafia. Preferiria ser chamado de Dáivide por uma má pronúncia abrasileirada dum David bem grafado do que o contrário…

Joanderson não ligava pra como seu nome soava. Era surdo-mudo e por toda a vida jamais desconfiaria de quantos professores e colegas de sala ironizavam a feiura do seu nome. E esses nunca entenderiam como Joanderson fica legal quando dito em libras.

Seu Luís nunca comentara nada com ninguém sobre seu nome, apesar da idade avançada. Seu nome era normal, um nome comum, e ele um senhor tímido… Não havia porque fazer alarde. Mas no fundo, detestava ser chamado de Seu Luís. Porque era negro e o tratamento “seu” lhe remetia posse. Como se de alguma forma ele fosse dono de algum outro Luís. E isso, muito lá no fundo de verdade, lhe fazia mal, mesmo que seu Luís fosse ele mesmo.

Catherine insistia que a pronúncia correta do seu nome era Quétrhine, mas como quase ninguém conseguia, pra simplificar sugeria que a chamassem de Quéti, porque na sua imaginação se sentia uma gata assim…

Jansem adorava seu nome porque, por alguma razão, isso o fazia sentir-se um galã de filme americano.

Dandara é uma menina linda, negra, forte, cheia de vida, coragem e esplendor, mas sentia vergonha do seu nome porque o achava meio estranho. Tinha perdido o lastro da origem histórica do seu nome, dado pela avó que faleceu antes que pudesse explicar. Queria chamar Kéthlin, como a gordinha mal educada que monopolizava as atenções dos garotos no grito e no shortinho. E olha que Dandara nem gostava de garotos…

Zenaide não conheceu seus pais e era curiosa de saber porque se chamava assim, mas não tinha problemas com o nome. Seus amigos a chamavam de Zê.

Joyce Maria gostava do seu nome, mas detestava que fosse composto. Sempre escondia o Maria. Preferia que não soubessem e achava que abreviando só com um discreto Ma, escondido sob uma rubrica bem rabiscada ninguém perceberia.

Nogueira se acostumou a ser chamado pelo sobrenome. Sentia que assim pareceria mais competente, mais sério. E decerto ninguém se importava quando chegava atrasado.

Cesinha era um cara imenso, grandalhão de corpo – forte, mas menor que seu espírito gigante. Amante de Prí e pai de Ravi. Segue adiante sem saber o quão orgulhoso é de si.

Sebastião dos Santos ouviu quando criança que “dos Santos” era nome de bastardo. Nome dado pra quem não sabia quem era o pai. Ele conhecia pai e mãe, de quem herdara o sobrenome. Gente boa, trabalhadera. Mesmo assim se constrangia dos santos.

Lívia era loira e tinha um sobrenome europeu. Temia que todos pensassem que era uma almofadinha filhinha de papai. E era mesmo.

Neto aceitara seu nome desde bem cedo. Nunca desgostou nem nunca contestou. Só parecia certo pra ele. A força impositiva da tradição. Seu primeiro nome sumia, era Neto, filho do seu pai que tinha de nome Filho e neto do seu vô, como se isso fosse exclusivo só da sua família.

Carlos não tava nem aí. Carlão é grosso, todos diziam. “Foda-se” ele respondia num silêncio-sorriso vago.

Romário, Ronaldo e Richarlisson só desprezavam futebol mais do que seus próprios nomes. Nunca teriam sucesso porque nunca seriam capazes de falar seu próprio nome com convicção. Diz-se que, pra se ter sucesso, ser avante na vida, é preciso saber bradar o próprio nome. Um dia, na praia, urrando pro mar, ou em noite de lua, uivando alto, ou na rua, na madruga, evocando sem medo seus deuses e diabos de dentro.

Quem sabia disso era Zé. Seu nome era Daniel, mas seu apelido é Zé, e dentre tantos amigos, intuiu isso sozinho. Entre Ti, Tatu, Moa, Rafa, Tati, Ju, Mári, Dúdi, Rô, Gabs, Regs, Will, Gui, Tom, Tchéllo, Giba, Fê e Di, aprendeu que o nome escrito é detalhe num pedaço bobo de papel, que o que pega mesmo é o Zé, a pronúncia, o verbo feito no ar: som, vibração, intenção. O chamado. O nome que flui fácil, que logo deixa todo mundo habituado.

Dona Helena, por exemplo, é o nome ocidental da senhora Kuniko. Ela acha que terão dificuldade de sacar seu nome japonês no Brasil, ou talvez seja só um jeito de preservar um nome meio secreto, um pseudônimo no RG. Como Gê, apelido de Geni que foi formalizado no papel passado porque ela já não suportava mais a associação com a canção do Chico. Ou Adão, cujo sobrenome era impronunciável e ninguém sabia direito apesar de estar nos jornais todas as semanas. E tinha também o caso de Beila, que no registro era Berta, mas que era chamada de Beila há tanto tempo que quando a chamavam por Berta ela nem se dava conta de que era com ela. Não respondia e às vezes chegava ao cúmulo de esquecer o próprio nome e surpreender-se com a redescoberta.

Tem os bebês gordinhos que mesmo estando na maternidade, com seus nomes escritos em uma ficha pela primeiríssima vez, nem parecem ter nomes de criança: Jasão, Arão, Rubens, Vladimir, Conceição. Tem também o filho do Rodras com a Ana, que não é Arthur, mas Tuco. Ou o Thiago que não é Thi, mas T.H.

Tem os nomes ocidentais preferidos de pessoas orientais: Hélio, Cássio, Cristina, Reginaldo. Ou ainda os nomes afrescalhados: Marianne com com dois enes, Lecy com ípsolon, Orácio sem agá…

Tantos seres que nem pensavam em seus nomes, influenciados ou não por eles. O nome é como o casco de uma tartaruga. Exerce um peso sobre você, está a sua volta, faz parte do que você é, define sua natureza. E não há como fugir dele.

Kelly, por exemplo, era super recatada pra compensar seu apelido. Max tinha complexo de inferioridade. Iraê descendia de índios e era técnico de informática. Givanildo era super simpático e considerado boa praça. E diz que no interior de Pindamonhangaba, tem um roceiro de oitenta e quatro anos chamado Aristóteles. Alceu, Pompeu e Abreu, gostam de dizer “só sei que não fui eu”. Amarildo partiu, ninguém sabe, ninguém viu. Aratan é grande demais até pro sobrenome Brasil. Silas o primeiro tem nome de guerreiro. João, vulgo Jão, nascido em Junho, faz seu corre como ladrão. Sandro sorri tão gostoso que seu apelido é Simpatia, quer ser diplomata, fala manso e esbanja empatia. Salomão é chamado Saloma, tão generoso que por onde passa, soma. Isaac sentia que seu nome estava extinto e que nunca encontraria um xará. Gisela ficou na moda e virou nome de magrela.

Serão os nomes que interferem nas pessoas ou o contrário? Esse mistério pra sempre permanecerá, o velho paradoxo da criação. Pela tradição hebraica, parece que a palavra faz o poder e não o contrário. Então Adonai, não nos abandonai! Mas também não vamos só dizer amém pra tudo quanto é HaShem. Pensa bem, pensa bem nos nomes que as coisas têm. E não vem com besteirol verborrágico, porque quando desperdiçamos palavras isentas de sentido, a mágica se vai do verbo e os nomes ficam sem: Encanto? Engenho? Ensino? Entretanto, lamento ver tantos seres lindos envergonhados de seus nomes como se isso definisse o que são. A tartaruga tem uma impressão única no tal do casco duro, assim como temos nas pontas dos dedos. Mas tem também as tartarugas de desenho animado, que abandonam as casinhas e partem com trouxinhas nas costas pra outras paragens. Em condições mais ou menos cartunescas, o mesmo vale pra caramujos, peixes de aquário e o homem civilizado. Cada ser pode ser outra coisa, se fizer deixar ou assim permitir. Glutões insensíveis às vezes viram mesmo porcos. Canalhas obedientes às vezes viram mesmo cães. Pessoas lindas e frágeis às vezes viram mesmo flores. E o parceiro de todas as horas às vezes vira mesmo uma rocha.

Então a lição é equilibrar o cala e o fala no meio da tua cabala. Faço votos de que abra a trava da tua cadabra. E de que dê mais atenção a uma pergunta tão cara quanto barata:

Como você chama?

Lua Cheia em Sampa – Sexta-Feira, 13 de Junho, 2014.

Tiago Abreu é historiador  formado pela PUC-SP e trabalha como educador de todas as áreas das ciências humanas. Desde 2004 coordena e participa do coletivo de arte e grupo de estudos NeoMitoSofia , que tem por objetivo interelacionar histórias em quadrinhos e diversos desdobramentos da arte contemporânea com a filosofia. Atualmente também tem atuado como colaborador da Revista Córrego, como escritor de crônicas, artigos e poesias. 

Cinco Tumblrs que irão mudar a forma como você encara sua biblioteca!

O Tumblr é uma daquelas plataformas que podem ser entendidas como meio rede-social, meio blog, que te faz esquecer do dia enquanto seu dedo escorrega pelo mouse e seus olhos se perdem em uma imensidão de fotos e mais fotos.  A plataforma abriga milhares de blogs dedicados a uma diversidade de assuntos, que podem passar pela literatura, gastronomia, cinema, arquitetura e qualquer outra coisa inventada pelo homem.

Em nossa busca por blogs que farão você aumentar suas fontes de referências e te deixar em estado de transe por algumas horas, encontramos cinco Tumblrs utilizados por bibliotecas públicas dos Estados Unidos, que mostram não só o os serviços oferecidos por elas, mas também seu envolvimento direto com as comunidades que as cercam.

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Forest Park Library 

Talvez este seja um dos Tumblrs mais interessantes que encontramos. No Tumblr da Biblioteca Forest Park, você consegue entender de fato como é o envolvimento da instituição com seu público e a utilização do espaço para diferentes fins, além de estimular e incentivar o hábito da comunidade a frequentar a biblioteca.

Conheça o Tumblr da Forest Park Library 

add

Arapahoe Library District

“Nós gostamos de sorvete, unicórnios, dinossauros e livros. Não necessariamente nesta ordem. Se você tiver algum dúvida sobre livros, nós podemos te ajudar. Se você tiver alguma dúvida sobre dinossauros, então nós recomendandos: http://bit.ly/1ibzIDs

Conheça o Tumblr da Arapahoe Library District

chicago

 Chicago Public Library

O Tumblr da Biblioteca Pública de Chicago (Chicago Public Library) é um daqueles lugares onde você poderia passar o dia inteiro lendo sobre coisas as quais você nunca ouviu falar e virar aquele tipo de pessoa que vai compartilhar todas essas informações sistematicamente.

Conheça o Tumblr da Chicago Public Library

huntingThe Huntington Library, Art Collections, and Botanical Gardens

Imagine uma biblioteca com um acervo de livros raros, uma coleção de arte e ainda por cima um jardim botânico.

Conheça o tumblr do The Huntington Library, Art Collections, and Botanical Gardens

new york

The New York Public Library 

 

A Biblioteca Pública de Nova York (The New York Public Library) é conhecida como uma enorme instituição e vista como uma marca internacional, o que pode parecer intimidante para algumas pessoas. A ideia deste Tumblr é justamente derrubar esse conceito e mostrar para elas, que talvez nunca tenham passado pela porta da biblioteca, que esse é um dos melhores lugares da cidade para se estar.

Conheça o Tumblr da The New York Public Library