Carlos Cardoso

O poeta Carlos Cardoso é apontado como destaque entre os escritores da sua geração. Seu último livro, “Na Pureza do Sacrilégio” (2017), recebeu elogios de grandes críticos literários, como Silviano Santiago, que assinou o prefácio e o aproximou a Fernando Pessoa e Octavio Paz, e o acadêmico Antonio Cicero, que escreveu na orelha da obra.
“O poema perambula, mas tudo permanece intacto — eis a lição de poesia”, ressaltou Silviano Santiago ao citar o trecho de um poema de Carlos Cardoso.

Claufe Rodrigues, Carlos Cardoso e Antonio Cicero

“É um grande prazer ler poesia como a de Carlos Cardoso que, fundindo o entendimento e a imaginação, e nos levando a percorrer caminhos originais, inesperados e abertos, enriquece nossa vida. Por isso, brado: viva Na Pureza do Sacrilégio”, escreveu Antonio Cicero.

O poeta chama atenção pela sua forma singular de escrever, conforme ressalta o jornalista especializado em livros Paulo Werneck, da revista 451, ao dizer que os poemas de Carlos Cardoso representam o “surgimento de uma nova paisagem poética no país”.
— Ele tem uma poesia singular, uma poesia que se destaca daquela que está sendo produzida no Brasil hoje.

Manuel da Costa Pinto, Carlos Cardoso e Paulo Werneck

O crítico Manuel da Costa Pinto endossa a aproximação feita por Silviano Santiago, que colocou Carlos Cardoso no mesmo patamar que Fernando Pessoa, e ressalta:

— Você pode encontrar aqui e ali intersecções, pontos de contato, mas a obra de um poeta quando ele já criou uma dicção própria é independente.

O professor livre-docente da Unesp Aguinaldo José Gonçalves aponta a escrita de Carlos Cardoso atinge a “excelência poética”, além de trazer a integração entre a tradição e a modernidade.

O leitor é convidado a mergulhar no universo poético criado pelo escritor, em Na Pureza do Sacrilégio, conduzido pelas linhas de seus versos e as ilustrações gráficas da artista Lena Bergstein. O livro foi publicado com uma edição luxuosa que o torna, por si só, uma obra de arte.
Sucesso entre os críticos do Brasil, seus poemas já foram traduzidos e publicados em revistas de países da América Latina, Europa e nos EUA, além de circular na mídia nacional em veículos como Canal Curta e outros.

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